Da ilusão a crueldade ou vice versa.

Hoje assisti cruella. Impressionante a quantidade de histórias que ao longo da vida se revelam diferente daquelas que vivi quando criança.

Ninguém me disse, tanto na a vida real quanto na mensagem passada nos desenhos, o quanto seria difícil viver.

Enquanto criança fui alimentado e estimulado a viver no mundo das ideias. O imaginário era supervalorizado. Ja na adolescência tive a impressão de viver um momento de propulsão e grande evolução na história. Nesse período vivi momentos importantes, desde o direito a voto a abertura de mercado.

Exceto pela estabilidade econômica que nunca houve, pois o dinheiro sempre perdeu rapidamente o valor e o preço de tudo subiu, quando universitário recebi noções básicas da minha profissão e daí em diante a história fala por si.

E o que tem haver com o filme? Bem, não há nada de bonito, interessante, leve e enriquecedor no filme que conta o início da história. Não é divertido. A Disney segue o padrão de recontar histórias a partir do início que não existia. Assim como no senhor dos anéis que começou pelos últimos filmes, star wars repetiu a mesma façanha de começar pelo fim e agora desenhos conhecidos estão seguindo o mesmo conceito.

A história eh recheada de atos de crueldade. Sob todos os angulos e aspectos. O desrespeito pelo próximo é surreal e gritante.

Ainda que essa história tivesse escrito no passado suponho que ha um motivo pelo qual nada foi feito e revelado. Não estavamos preparados para a realidade ma? Ou fomos todos iludidos no que foi dito pelos contos do passado?

Talvez a maior cruella não seja a do filme, e sim de muitas das histórias que nos foram passadas na vida. Alguns se estimulam por ela, talvez pelo flerte ao cruel ou ambição, cobiça a vida alheia.

O que acha?

Importante é resolver, mesmo que aos poucos. Se ninguém tivesse problema nossa profissão não existia…

Respeitar a fila não é ser direita nem esquerda, é respeitar o próximo.

É alarmante a quantidade de matérias jornalísticas que denunciam a falta de respeito de muitos brasileiros a fila.

Para não manter o assunto amplo, alguns exemplos: da fila de interna para a fila de vacinação. Da fila no trânsito ao respeito a faixa de trânsito.

Tudo tem sempre um jeitinho brasileiro. Que não digam que aqui não é democracia. Afinal ate grupos prioritários obrigatórios a lei criou.

E no aeroporto que representa a triagem de pouquíssimos brasileiros que tem acesso a esse tipo de transporte a situação não poderia ser diferente.

Somos uma catástrofe na hora de respeitar fila. Hoje pela manhã enquanto aguardava minha posição na fila do detector de metais observei que ninguém mantinha distância apesar da marcação no chão da distância necessária.

Que foi? A tia não ensinou? Essa lição básica de formação de fila voce se ausentou? De minha parte aprendi no Colégio Padre Antônio Vieira a formar fila no terceiro sino senão não assistia aula. Era logo despachado para casa. Certamente os alunos de outras instituições de ensino também aprenderam tal façanha.

Tomei um susto ao perceber que a esquerda uma senhora furaca dizendo “desculpe estou atrasada” fato que motivou a minha franca resposta “não desculpo e não permito. Estou igualmente atrasado aqui esperando em respeito ao proximo”.

Esses poucos que viajam de avião, quando estão em outros países se portam educadamente. Porém no Brasil que tanto pedem o fim da corrupção, de tantas promessas moralistas, furam a fila como se estivessem no direito.

Somos por lei obrigados a respeitar as prioridades. Não é de hoje que alguns idosos aproveitam de sua prioridade para embarcar com toda a família como se idosos fossem.

Quem não gosta de comodidade? Ainda temos a fila dos privilegiados que viajam muito e daqueles que compram um assento conforto.

O que não podemos admitir é que a regra de respeitar seu lugar e o próximo se torne exceção.

O que some ou quebra para nos salvar?

A história possivelmente se repete em várias outras residências. Derrepente você está em casa, precisa de alguma coisa e se depara com ela quebrada. Quando não some.

Ontem a tarde me dei conta que a impressora com a bandeja de papel quebrada em duas partes

Minha reação inicial foi de surpresa, tomei um susto. Como poderia algo que fica tão distante do meu alcance no dia a dia quebrar assim? Já não imprimo texto e documentos ha anos. A ponto de quase descrever como antigamente…

Provavelmente terei que conviver com a peça quebrada, em desafio a minha mente reparadora, ou comprar uma nova.

Fato, esta quebrada. Não é nova. Dificilmente no mundo descartável de hoje não conseguir encontrar peças para reparo de um equipamento adquirido 8 anos atrás. E somos rodeados por objetos que nos servem, gostamos, nos protegem e que algum momento depois quebram, ou somem.

Porque????????? Temos mais do que precisamos ou existem e se danificam para nos proteger?

Qual a sua história ?

To YouTube or not to YouTube e a eventual censura por traz da questão…

Tenho recebido alguns pedidos para retomar os vídeos no YouTube. De fato os vídeos são um bom complemento aos textos. As vezes um segundo olhar ou mesmo a contextualização das ideias.

Ando reticente em utilizar a plataforma, e não é pelas ideias, e sim pela noção de controle destas sobre seus usuários.

O advento da “livre censura” sobre temas e interpretação destes pelo google assusta. De igual forma a concretização que o “ser social” é um projeto de pessoa viabilizado por um algoritmo assusta.

Não desejo partilhar ideias em um local onde no futuro o conceito venha a ser julgado improprio, seja censurado ou apagado.

Minha vida se faz com caneta ou lapis sem borracha. As decisões que tomei perfazem um aprendizado. Tento ao longo dos anos errar menos, acertar mais, e viver sereno e com aprendizado.

Não apago foto, não apago texto, não escrevo para segmento ou conveniência. Isso é a minha vida. Nada alem dela é tratado aqui. E me permito pensar alto e baixo sobre os temas que enfrento.

Quem me garante que esse modo de viver permanecerá intacto e inviolável nas plataformas do Google?!

Se não é possível apagar a história, porque seria normal e justo permitir a pessoa apagar o que não lhe convém? E o que ela evoluiria com tal atitude?

A tecnologia não está aí para tornar a vida mais confortável e prática, apresar de ter aqueles que desligam o vídeo para não ser vistos em conversas, o contato pessoal e a troca que se tem pela imagem, ainda que não presencial, é inestimável e imprescindível a nossa existência.

Portanto ainda estou pensando se gravo ou não, onde gravo. E se voce tiver alguma opinião ou indicacao será muito bem vinda!