Do abstrato a realidade

De tempos em tempos temos a oportunidade de viver momentos que são maiores do que nossa existência. A gente solta os controles, deixa a roda viva da vida girar e muito se acomoda.

Esse final de semana semana foi assim. Meu coração transborda de amor enquanto assisto pessoas próximas se mobilizarem para contribuir e ajudar na divulgação do projeto da padaria social.

Nossa existência, pensando na evolução da humanidade é insignificante. Não obstante, entendo e aprendi que esse curto tempo é intenso, nada fácil, posto que viver é violento.

Falta ao mundo (porque não) um olhar mais atento aos povo, as viúvas, aos vulneráveis. Aqueles que são o traço característico e motor da sociedade estão aí ha uma vida sem leito, hospital, uti, emergência, upa, e por ai vai.

A constância do trabalho e a superação dos problemas rotineiros ordinários e extraordinários em algum ponto vira alicerce da vaidade.

Aqui não.

Seja pelas questões existenciais, de saúde e profissionais que enfrento nesses quarentena e cinco anos, aprendi a entender e me situar dentro do contexto.

E nesse contexto, desprovido de força, humildemente contei com a ajuda dos voluntários que montaram essa campanha.

A mim coube idealizar e espalhar essa onda do bem, justa, sem partido, sem ideologia, com o único proposito de ajudar ao outro.

E agora com o avanço que tive esse final de semana um sonho, uma estrela vai brilhar. Vai alimentar, gerar emprego, acolher, vai ser o simbolo mais próximo de nossa presença a Jesus.

Padaria Social – pontapé inicial de amor e emprego!

Aprendi nos inúmeros embates da vida a parar e olhar para o próximo, e para o entorno.

Se de um lado consigo com facilidade interagir e me doar as causas, por outro admito que por muitos anos sequer consegui receber sequer elogio pelo meu trabalho.

Depois de muita terapia, entendi que parte dessa dificuldade tinha correlação com o que sentia e via da minha imagem.

Felizmente evolui e isso mudou!

Aprendi a amar a mim mesmo e também ao próximo. Esse valor, o de interagir, entender, acolher, ajudar e receber não tem preço.

E arregacei as mangas para dar início ao mais ousado projeto social da minha vida, o de amparo ao próximo.

Segue abaixo o banner do projeto, voce pode doar qualquer valor, que será gerido com ato de amor.

http://vaka.me/2022527

Do Luto ao Util

Logo após o término do meu casamento entrei num luto, que de início parecia interminável. Doia a ponto de chorar espontaneamente seja la onde estivesse e o que estava fazendo.

Não conseguia me ver além daquele sofrimento, situação de angústia e dor no peito.

Optei por sumir, na esperança embora sem certeza, que esses sentimentos um dia sairiam de vez da mesma forma que vieram, para nunca mais voltar.

Ledo engano.

Não conseguia sorrir sem ter no fundo do pano a interferência do passado, ainda que a situação posteriormente havia mudado.

Entrei num conflito interno e comecei a me questionar porque estava vivendo isso depois de ter superado tantos problemas e desafios juntos.

A realidade do Brasil e a periculosidade da vida nem sempre nos permite colocar a cabeça no lugar. Vivemos uma grande interferência digital e social que, juntos são o catupiry da cobiça a vida alheia, pior doença da atualidade.

Meu coração petrificou.

A partir daí tudo ficou diferente. Passei a me escutar, o que antes não fazia. Se falo sozinho agora me respondo também.

O óbvio e trivial, como o barulho da chuva passou a soar diferente. Ate mesmo a batida do coração quebrado pela relação que havia acabado mudou.

Vários foram os motivos que contribuíram para esse fortalecimento, mudança de postura e atitude.

Conheci varias pessoas em dois grupos do clubhouse que me deram voz sem qualquer outra intenção.

Hoje me permito conhecer pessoas sem medo. Escutar que sou bonito, inteligente, engraçado, pessoa para tomar um vinho e até mesmo vovô da lancha sem questionamento.

Hoje sou livre. Ainda que não sinta grande felicidade, se é que existe, ao final dos dias a única certeza que tenho é que vivi intensamente.

Sem suposições e frustrações. Esse sou eu.

Viver assim não tem preço, ainda que não seja o melhor começo, ta valendo.

Aproveitei esse tempo livre e decidi, sozinho, investir em mim. Da pele a alimentação, com exercícios. Esse é o novo pedro.

Único downside de refazer a vida aos 45 anos é a idade, não sei o que fazer com isso, não favorece tanto para a saúde quanto na estética, ninguém merece.

É a idade que tenho, estou sorrindo, meus filhos me amam, segue o baile!

Feliz Páscoa o ano todo!

Legal de viver é evoluir, olhar para traz e reconhecer os erros e acertos. Refletir sobre a própria vida, buscar algum sentido na experiência e fora da zona de conforto andar.

Hoje faço uma releitura dos meus posts sobre a Páscoa, do quanto evolui, acertei e errei ao longo dos anos.

No primeiro, ainda em 2012 escrevi que “A historia revela que a palavra Páscoa advém do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário.”

Vivi naquele ano o fim da escravidão da minnha mente em relação aos conceitos e preconceitos que tinha comigo mesmo. Naquele ano entendi depois de algum sofrimento que era gay.

E poder falar e escrever isso em voz alta para ninguém ou alguém, se e quando quiser é uma liberdade que não tem preço.

De volta a transformação, nos anos seguintes em poucas ocasiões e no período de Páscoa agradeci a Deus pela ajuda na reconstrução do trabalho, pelo amor que vivi e a nova família que me recebeu de portas abertas.

Neste ano o período de Páscoa continua protagonista de mudanças profundas em minha vida. Não sei ainda qual será o reflexo disso, porém tenho certeza de uma coisa, estou no meu lugar.

Este sentimento fecha um ciclo e a constatação que embora sempre sentado no mesmo lugar do sofá, se antes ouvia e depois respondia, agora as conversas mudaram.

Fui durante muitos anos uma figura silenciosa no mundo e meio social que vivo, agindo como um filho, amigo-robô do que seriam as expectativas criadas ou exigidas pela cidade ou sociedade.

Havia um abismo entre o lado extrovertido que existia para interagir com as pessoas com o introvertido e complexo das fórmulas e pensamentos.

Os anos que seguiram foram de grande valia, descobertas, me tiraram do mundo da incerteza, insegurança e fantasia no lado afetivo para o que é real.

E apropriar-se de minha história e pensamento foi libertador. Passei a viver a tendência de ser eu mesmo nos erros e acertos. Reconheci na figura do então marido uma fortaleza. Ele esteve presente em questões muito difíceis.

Agora sentado no sofá da sala, enquanto espero meus pais descerem para o almoço que faremos de Páscoa, me dei conta.

Esse lugar é meu, essa história aqui de que me aproprio, não é mais de conflito. Minha relação com eles mudou. E nesse ano de Páscoa conseguimos olhar para traz, virar algumas páginas e avançar com amor. Ainda que não tenha sido esse objetivo, foi a situação e mudança que se apresentou.

Tanto com eles, quanto a de um amigo que ressurgiu para me dizer o quão importante e significante é a minha presença e conselhos para todos aqueles que interajo.

Isso não tem preço… agora se tiverem curiosidade de qual é o lugar físico na casa aí esta.

Boa Páscoa!

Excelência, poe a mão na consciência!!!

Confira o link https://youtu.be/5qHQ0uALqK4

SEM PARAR: RUI BARBOSA
02/04 20h25
Placa:C**9109
Valor:R$ 350,89
R$7,595/L
Gasolina Aditivada
Ate breve! #abasteceupartiu =)

Hoje abasteci e me senti protagonista da satira de Jo Soares na década de 90 sobre os sucessivos planos econômicos. Só que hoje não senti graça alguma. A graça saiu da sátira e veio para mim. Uma mistura de indignação com uma pitada de incompreensão tomaram conta. E fiquei amargo.

Em um dos episódios o personagem Carnaúba e seu auxiliar, quando perguntado se havia lido o pacote e se os trabalhadores iriam gritar de alegria, lhe foi respindido que sim. Gritariam muito e a CUT também.

Alem destes os cortadores de cana iriam explodir, pecuaristas babar, alugueis revistos com inquilinos na rua… para comemorar, enfim, todo tipo de atrocidade em desfavor do povo seria feito na assinatura do pacote.

Em outros episódios foi perguntado se os trabalhadores iriam arrancar os cabelos….. de tanta alegria? Respondido que ficariam carecas.

Fato que no Brasil não há pressa. Estamos nos rasgando de descontentamento e estou particularmente chateado com a falta de priorização do estudo.

Se eu que estudo até hoje, tenho acesso ilimitado a água potável, luz, telefonia celular própria, seguro de saúde, casa passo por situações difíceis, não estou imune a falta de saúde e necessidade, o que dirá o povo?

Muito recente a instituição que ajudo a fornecer quentinha as pessoas de rua começou a ter dificuldade.

Pedi para ver as contas e fiquei impressionado o quanto conseguimos fazer com muito pouco.

Se o particular consegue sobreviver e chegar a lugar que não chega o governo com tão pouco o que falta?!

Faltam a estes que estão no governo botar a mão na consciência…….. para ser educado e dizer pouco.

E para aqueles que quiserem entender como estamos no orçamento, qualquer valor vale. Na prática estamos sem 2-3 doadores fixos que viraram eventuais, e contamos com ajuda voluntária de quem quer ajudar.

To na missão de multiplicar essa corrente do bem em amparo ao próximo. E se voce tiver interesse e puder ajudar, o nome esta abaixo e tem um link no perfil do insta que liga a uma cesta básica.

Solidariedade, gentileza e empatia. Assim realizamos mais uma ação social com pessoas em situação de rua. Distribuímos 150 quentinhas, bebidas e máscaras contra covid-19.

Juntos somos mais fortes! Muito obrigado pelo apoio!

Associacao Amparo ao Próximo. Banco Itaú AG. 0204 C.c. 366603. CNPJ. 31.059.075/0001-71

Pix: 31.059.075/0001-71

Vacina: povo não é a prioridade

Em outras palavras: youtube.com/watch

Muitos são os motivos que não compreendo na escolha e classificação do que é prioridade para aplicação de vacina no Brasil.

Dos motivos que percebo vejo que o povo nunca esteve de fato em primeiro lugar.

Ao que me parece a definição de grupo prioritário observou a classificação dos demais países. É possível que haja base científica para isso. Talvez tenha ocorrido com base na informação acerca da letalidade nos mais idosos.

Seja como for, aqui a banda toca diferente. O forró daqui é melhor que o teu. Ainda que não for certamente é diferente. E nas diferenças é que se construiu essa nação.

E o que vejo hoje e faz parte de noventa e nove por cento das noticias é o questionamento acerca da falta de vacina seguido do hashtag genocida.

Ninguém se perguntou porque não fizemos uma escala de prioridade considerando a desigualdade social extrema vivida no Brasil.

Que o serviço público não tem capacidade para suportar a população é óbvio. Alias nunca foi digno de suas obrigações constitucionais.

Vivemos hoje a politização da saúde que esta doente ha muitos anos.

Hoje esta fazendo falta aquele dinheiro alegadamente desviado pelos escandalos de sangue, remedios, hospitais e ambulâncias. A conta sempre esteve aí e agora chegou.

Tivesse o povo sido proprietário em relação a vacina o cronograma teria observado a desigualdade social. Teríamos vacinado os miseráveis, os pobres, os trabalhadores, os portadores de doenças e por fim os diretores.

Como não foi esse o combinado, uma galera se vacinou. Ninguém reclamou. Então agora antes de reclamar vamos pensar em quem realmente é prioridade nesse pais.

A arte da guerra

O título é o nome do livro escrito por Sun Tzu que basicamente ensina, num resumo rapido e superficial, que devemos sempre ter uma saída para os embates. Seja ganhando ou viabilizando uma saída ao perdedor.

Nesse livro quem ganha, quem perde, não ganha nem perde. No final todos perdem, ainda que uns se digam vencedores.

Recapitulando, em um mercado alguém comeu um morcego ficou doente e esse virus espalhou para o mundo inteiro.

Não temos com outras nações transparência para avaliar, julgar, criticar e até mesmo entender daqui de longe quem esta ganhando com isso. Embora muitos brasileiros são destemidos para apontar o dedo na rua e afirmar certas coisas, quando a responsabilidade vem, pensam duas vezes. E muitos se omitem.

Grande parte das soluções também são feitas na China. Disso o vírus não tem culpa. Culpem os trabalhadores, os sindicatos, os direitos sociais, plurais, reais, surreis, as leis, os políticos, economistas, culpem a si mesmos por não valorizar, não fornecer educação em larga escala, não pensar no Brasil enquanto potencia e nação, porém os chineses, não.

A desordem, o caos, a polarização, a falta de disciplina e liturgia não vem de lá. Também acho, devemos pensar antes de replicar situações e frases de cunho ideológico só porque alguém faz.

Ao final do dia, parece que poucos andam para a frente e muitos empurram o Brasil para trás . Essa característica se instalou na cultura do poder e não sai. Permite retransmitir, difamar, instalar o caos ao invés de falar, pensar, escrever, avaliar, reavaliar e buscar contribuir.

Parece que não existe o meio termo. A opinião é extrema, ponderar é difícil, e a representação disso na base do diálogo, não forma posição. Os que dialogam não são direita, esqueda, nem centro. Estes não são nocivos.

Não foi a china que inventou a midia social, o desenvolvimento a base do retweet, e da criminalização de opinião. Isso é um mal da civilização.

Não estou fazendo apologia a China. De igual forma não posso admitir o debate polarizado na questão do termo genocida tendo em vista os bilhões gastos para conter o virus.

Onde estão os respiradores? Quantos hospitais de campanha fizemos? A qual custo? Em quais regiões? Porque? Quantos hospitais construímos? De onde compramos os equipamentos? Estão funcionando e mantidos ate hoje?

Silêncio.

Nenhuma intenção de politizar, reclamar, ou afirmar, apenas expor, por escrito e sem apagar, como penso.

Carioca rage

Assista: youtube.com/watch

O rio esta acovardado. Estou ha dois meses esperando o retorno da ordem municipal as ruas e nada. Tudo aberto na maior cara de pau. Restaurantes cheios e bares aglomerados, faz parte.

A nova velha administração manteve o hanso de governar na base da aliança com o estado e governo federal. E pretende repetir essa estratégia fielmente.

Por ironia do destino o que deveria ser um marco para a cidade acabou sendo a demonstração do caos político instaurado e de que se beneficiam com a cidade.

No cristo perto de dom orani uma oração a deus para abençoar os cariocas num evento fechado tipo pajelança foi de extremo mal gosto.

Com todo respeito Dom Orani deveria ter ido ao edifício sede da prefeitura falar no interfone a todos os funcionários que ali estão trabalhando com salários em aberto e sem previsão de recebimento.

A imprensa se acovardou, os cariocas não esqueceram não . A estes são devidos honras de estado.

Do outro lado no Assador bebericavam os 0102 com champanhe, numa reunião promovida em outro caro restaurante, todos sem máscara, provávelmente comemorando mais uma atrocidade que irá acontecer no Rio.

Lamento a presença do Ricardo Amaral, ele não precisa disso.

Final da ópera, governar a cidade em tempos de bonança foi fácil, que o diga Lula e Cabral.

Os sucessivos eventos que deram ao Rio de Janeiro a fama de cidade da propaganda foram embora.

Legado pessimamente aproveitado.

Desemprego é o campeão de todas as categorias de trabalho exceto para os nomeados, (apadrinhados) so falta serem indicados pelo Gandola, certeza teremos de que nada farão. A história se repete, porque não?

A casa civil deve pagar bem, porem encolheu a toca civil, zero de exposição. Zero de intenção em fechar bares, festas e ruas. Ta bonito isso.

Evidente que há um vínculo ideologico nisso.

Ao final do dia a vacina vai ser inutil. Tanta gente vacinada, mal vacinada sem as doses completas saindo ai como se imune fosse, estão dando combustível a formação da nova cepa.

E essa vistoria do covid não sai antes de 2025 apesar dos esforços do governo, esta na cara, só não ve quem quer !!!

Ja os carros, principalmente uber, ignoram faixa dupla, tripla, jogam a ancora, ligam o alerta, fazem retorno onde querem, como querem, e todos dane-se. Tá difícil isso.

Porque eles e as motocas se sentem os donos da rua?!?! E ficam impunes!!!!!!!!

Motociclista – quando a exceção se torna regra, gera caos.

Assista: youtube.com/watch

A postura da grande maioria dos motociclistas no transito irrita.

Parece que são os donos da rua. Andam na faixa que querem, raramente em linha reta, muitas vezes seguram o guidom com uma só mão.

Furam sinal, apagam o farol, andam na contra mão, na faixa de pedestre, na calçada, em qualquer lugar como se fossem os donos da rua.

E quando um erra a mão e cai, se juntam em defesa e acusação contra quem colidiu.

Sabe lá se eles tem CNH ou mesmo se são habilitados para a categoria.

Muitas perguntas tendo em vista as atrocidades que filmo e vejo diariamente no trânsito. E não é uma exceção, a falta de atenção das motocicletas para o trânsito virou a regra.

Eh algo que precisa mudar.

Algumas são as perguntas não saem da cabeça:

1. Onde esta a polícia para multar

2. Onde esta a secretaria de ordem publica municipal

3. Porque na Blitz não são parados?

LUTO

Terminar uma relação duradoura não é fácil.

Porque vive-se varias etapas, algumas em conjunto, outras em separado. Todas são necessárias e indispensáveis ao fim do relacionamento.

O comum a todas elas é o LUTO

Perguntado se estou vivendo ele hoje pela manhã respondi:

“Se considerar que LUTO é uma emoção forte que recai naquele que perde alguém, estou nele sim. Estou tão distante quanto morto. Vivo HOJE uma tristeza que nasceu da carência dessa estrutura de vida morta. Fui muito apegado a ele portanto o sentimento é intenso. Vivo isso a cada dia, ao contrário dos fracos não busco outro norte para acalmar esse aqui não. Não me deixo iludir ou reprimir esse sentimento, que como tudo na vida passa”

Se existisse fórmula mágica e imediata teria sido o primeiro seguidor de carteirinha. Como não existe adotei algumas posturas que tem ajudado, me dão paz de espírito e acho vale a pena compartilhar. São elas:

1. Desejar e fazer o bem ao ex marido. Não é porque hoje não deu certo que será excluído do acervo afetivo. Amizade deve prevalecer. Ainda que incompreendido e excluido a forma amorosa.

2. Respeito a história é fundamental. Por muito tempo deu muito certo, depois não mais. Ainda que no fim eu reflita sobre os erros, não deixei questões pontuais se tornem pontos principais do término.

3. Escolha não viver com negatividade nem ignorar a digestão desses passos. Banalizar emoções é uma violência contra si indigesta.

4. Com os dogmas da relação quebrados, todo dia é uma grande incerteza e insegurança. Não preencha esse vazio com o que dizem outros, e sim com o que voce sente, quer, e faz.

As vezes me sinto um ET, as vezes me sinto bem, por horas mal, contudo em nenhum momento deixei de sentir e ser eu mesmo e isso não tem preço.

Viver isso requer amadurecimento. Lidar com a relação terminada com maturidade e seguir na vida ainda que com dificuldade faz parte.

Ninguém disse que viver seria fácil? ou que não seria perigoso.