O que esta por traz da raba

Hoje pela manhã resolvi depois do café ligar um dispositivo bluetooth no mais novo e velho aparelho de som que fica na sala. Coisa de gente velha mesmo que não se rende as caixinhas portáteis ou a nova moda de soundbar que substitui tudo.

Tudo pronto, vamos ligar e testar. Na falta de m√ļsica a m√£o liguei o Spotify e surgiu a lista hits da internet com m√ļsicas brasileiras, a seguir:

Bota de ladinho de ladinho….

Saudade da quicada malvada…

Estampado o desejo de dar a xereca…

Senta no meu pau duro as xereca as xereca no chão…

Vou surfar nessa bunda gigante…

Mina gostosa, no beat ela encosta, rebola no pique Anitta. Escuta a batida do ela vira dan√ßarina. Ah doida pra sentar…

Eu por baixo, tu por cima. Aquela adrenalina, voce toda possuída.…

Faz caras e bocas descendo. E depois empina. O rabetao pro pai. Ela joga e vai…

Essa lista n√£o apareceu a toa, nem foi o Spotify respons√°vel pela cria√ß√£o deste lastim√°vel conte√ļdo. Em comum, todas as letras tem a vulgariza√ß√£o da mulher, ainda que seja atrav√©s do suposto e pobre empodeiramento da genit√°lia.

Tudo come√ßou com uma rebolada e agora a cultura popular que representa um conjunto de saberes e valores, tradi√ß√Ķes esta contaminada pelo objeto mulher.

√Č a mulher poderosa, que rebola, que senta, que quica, que √© louvada popularmente. N√£o s√≥ esta, como tamb√©m aqueles que andam de glock e mandam na porra toda hoje representam a cultura da massa em larga escala fluminense.

Se esses s√£o os elementos indispens√°veis a distribui√ß√£o dos direitos equ√Ęnimes para melhor viv√™ncia humana atrav√©s do empodeiramento da mulher na cl√°ssica defini√ß√£o do que √© uma das vertentes do feminismo tenho profunda pena pelo dano a imagem da mulher.

Imagine so uma criança se criar em torno do louvo a sentada, da xereca, a violência e do combate como meio de sobrevivência.

E esta tudo bem, afinal é isso que a geração moderna prega.

Fato que o ser humano no passado temia basicamente duas situa√ß√Ķes que poderiam lhe trazer grande aporrinha√ß√£o: as que o colocavam na cadeia, e tamb√©m aquelas que o faziam pagar e perder dinheiro.

Modernamente isso n√£o existe. A afronta a esses valores √© normal. Ai de quem impedir. Pode-se escutar essas m√ļsicas qualquer hora do dia, est√£o √† disposi√ß√£o para qualquer um.

Acho que a limitação de idade não resolve porque sempre há burla desses meios e, entranhadas na cultura como estão não tem jeito.

Uma grande campanha de comunicação e conscientização para início de conversa me parece ser a solução. Um movimento para botar abaixo a vulgarização das pessoas, do sexo e de suas escolhas.

Quantas antas v√£o resistir ao fim de seu legado? A quem interessa propagar isso de m√£e para filha?

O que o governo vai fazer sobre isso?

Passado muito presente

De tempos em tempos me dou conta do quanto sou atropelado pela tecnologia.

A evolução proporcionou a universalização. E com isso, novos usos. Se no passado a dificuldade era ter um equipamento capaz de nele programar e se conectar a internet, hoje não existe dificuldade a conexão.

Nossa presen√ßa em todos os sistemas se resume a duas express√Ķes: on line/off line.

√Č dif√≠cil encontrar quem n√£o tenha o h√°bito de deixar de olhar o celular ao dormir e acordar.

Muitos pautam seus dias com base nas conversas e not√≠cias recebidas. Poucos se perguntam quem pauta a not√≠cia e qual o interesse e relev√Ęncia dela em nossa vida?!

A quem estamos servindo por ser audiência dos links patrocinados e das matérias a nós empurrada.

Fato: computadores velhos para muitos s√£o obsoletos porque n√£o tem a capacidade de processar p√°ginas atuais e subsistemas da internet.

Por ter a evolução tecnológica substituído a programação pela utilização de aplicativos, a quase ninguém interessa aquela máquina lá.

A inovação e tecnologia não poderia, jamais, abandonar sua própria história de desenvolvimento, criação de hábitos e por aí vai em detrimento do que se pode aprender no presente.

No equipamento antigo a resposta não esta na mão. Tem o tal de aprender uma linguagem e mandar um comando para, algumas vezes, ter por resposta… um texto.

Ainda que não seja no presente a utilização destes equipamentos óbvia, o entendimento do que é a tecnologia passa pelo aprendizado de sua evolução, do passado muito presente, ao que hoje pode gerar.

A transformação da sociedade passa pela tecnologia, pela técnica e pela inovação.

Por isso, sem esquecer do passado e com olho para o futuro n√£o deixo de usar e programar o que ja foi o presente e me deu base para usar todo e qualquer dispositivo moderni e atual de inform√°tica.

Ainda que esse nome seja ultrapassado, quem se lembra?!

Exterminador do futuro no presente

N√£o √© de hoje que o tema inerente ao perigo que futuras gera√ß√Ķes est√£o correndo existe, basicamente em raz√£o da evolu√ß√£o tecnol√≥gica.

Quando pequeno me recordo que fiquei bastante reflexivo pelo filme de ficção científica De Volta Para o Futuro.

Naquela narrativa ainda que tosca para os padr√Ķes atuais pensei, como poderia a humanidade chegar ao ponto de ter sua sobreviv√™ncia em risco pela evolu√ß√£o da m√°quina.

Quando seria que esses equipamentos até então tendenciosamente bem visto nos filmes tipo Super Maquina iriam se libertar? E porque o alvo seria justamente seu criador? Qual a mensagem que aquele tipo de filme iria passar.

Em que pese naquela época não existir sequer o fax, telefone celular e até mesmo a internet, nos primórdios da evolução da computação um padrão de ameaça surgiria foi inimaginável. Tão surreal quanto acreditar que a inteligência artificial do HAL 9000 criado pela IBM no filme de Stanley Kubrick existisse em 1968 existisse.

Ou seja 17 anos depois de 2001 uma odisseia no espaço, ainda que o ano fosse 1985 me assustei com o poder de fogo, violência e potencial de morte poderia desse tipo de tecnologia existir.

Esta mensagem não parou por aí. Em que pese a realidade Jetsons cativante nunca ter existido, 15 anos depois, ja sob o domínio do celular e da grande rede o tema chegou a ser apresentado como Matrix.

A partir daí todo aquele que o filme assistiu entendeu o recado. O quanto da sua vida que se baseia na utilização pesada da tecnologia existe? Qual o risco que sua opinião a ela pode acarretar? Do que precisa o mundo para que todos possam viver em harmonia?

Aquela reflexão era necessária. Ainda que não tenhamos feito direito pouco tempo depois no filme iRobot mostrou-se em nova versão que a percepção de autonomia de controle sem ingerência humana seria um risco que nos levaria a brigar para assegurar nossa existência.

Esse momento do passado hoje chegou. Canso de ver pessoas abduzidas por tik tok, mídia social e um padrão artificial de vida desde que caiba no espaço da foto. Nosso inimigo não são as armas nucleares, ainda que estocadas como demonstração de poder.

A guerra esta na forma pela qual nos colocamos ativa e passivamente na vida em raz√£o da tecnologia. E o que percebo 38 anos depois da primeira reflex√£o sobre isso √© que, embora presente, irrenunci√°vel e indel√©vel de nossa exist√™ncia, uso a tecnologia como meio de entrega e n√£o produ√ß√£o de conte√ļdo.

Em que pese seguir a humanidade na m√°xima do nada se cria tudo se transforma, percep√ß√£o que coloca em risco a tese de pensamentos livres e originais de n√≥s mesmos, percebo que estou constantemente pensando em solu√ß√Ķes para casos cuja argumenta√ß√£o simplesmente n√£o esta no sistema. N√£o est√° l√°, ent√£o fica dif√≠cil explicar para os mais adeptos ao trabalho na base da tem√°tica atual o objetivo.

Não raras vezes explico alto que é percebido porém não assimilado. Essa característica da otimização da vida em razão da facilitação de tudo pela tecnologia está retirando de muitos o poder de síntese.

Se você acha que o problema do mundo e do aumento de preços esta ligado principalmente a guerra da Russia, bom repensar. Inimaginável ver comoditie como o aco que historicamente é competitivo e barato no Brasil ficar caro. Derrepente a guerra foi a cereja do bolo para uma parcela, aproveitando o banho de sangue lá ganhar mais.

E nessa guerra que implica usar civis como arma para promover o endosso a anulação de um povo sem pensar é importante dissociar pessoas de regime. O povo da Russia não é diferente de qualquer outro que esta sob regime dos chamados ditadores.

Também não é diferente daquele que existe no Brasil e foi lesado pela incompetência, inconsequência, ganancia e pelo ego de muitos políticos Brasileiros.

Aqui ciclovia cair √© normal. √Ēnibus sem funcionar √© normal. √Ēnibus sem ar condicionado √© normal. Esta√ß√£o do metro fechada e alagada √© normal. Linha do metr√ī ligada em Y tamb√©m √© normal. Aqui morrer por qualquer tipo de gripe, viol√™ncia urbana √© normal.

A normatiza√ß√£o da barbaridade e impulsionamento dos temas via m√≠dia social √© surreal. √Č um exemplo pr√°tico de guerra que vivemos todos os dias. Desse embate o n√ļmero de mortes vai al√©m dos que perdemos para o Covid, ultrapassa a falta de estrutura e respeito de muitos pelas autoridades policiais que s√£o prec√°rias da delegacia a patrulha.

√Č normal at√© mesmo burlar a lei para fazer justi√ßa. Debate-se acerca da censura do telegram em virtude de pautas atrasadas impusionadas por algoritmos, e ningu√©m reflete a conversa da vaza jato.

Onde foi que n√≥s falhamos ou fomos manupulados a ponto de ignorar os erros do passado, n√£o refletir ou dar import√Ęncia as consequ√™ncias pelo que tudo ai esta.

N√£o sei, apenas sei que continuarei a lutar aqui e pelo Brasil independente da guerra da Russia, para n√£o permitir apoio a pa√≠ses que vivem as custas da ditadura da mesma forma que outros buscam se beneficiar pela supremacia econ√īmica.

Meu norte simplesmente √© o Brasil, seja la onde ele esta e como for. Ainda que a vida moderna imponha usar aplicativo, ainda que a matriz energ√©tica do mundo mude do petr√≥leo para a eletricidade e que a revolu√ß√£o industrial, os fatos e hist√≥ria do passado n√£o sejam pelas gera√ß√Ķes futuras objeto de an√°lise e reflex√£o, ainda que a vida fique mais cara depois de muita coisa massificada, permanecerei a pensar nessas quest√Ķes. De igual forma vou reler os livros que li e buscar outros que me ajudem a enteneer e refletir.

Essa é a questão

O mundo esta em guerra e o Brasil surfa a onda para ignorar solenemente seus problemas, ate quando?!

Ainda estou por entender qual a din√Ęmica e sentido da anula√ß√£o do povo Russo de muitos mercados.

Hoje pela manh√£ acordei pensando porque est√£o tolhidos de ter iPhones? Confesso nem dei import√Ęncia a sa√≠da do McDonalds porque acho todo mundo ganha em comer menos besteira, agora apreender o dinheiro do Chelsea s√≥ porque seu dono √© Russo?! Microsoft?!

Sou totalmente contrário a guerra, um horror, e sensibilizado com as matérias que os jornalistas fazem acerca das famílias que foram dizimadas por esta catástrofe.

Não vejo o cidadão russo propulsor dessa crise, muito pelo contrário, ele está igualmente sendo afetado ou será que ninguém pensou que sanção a Russia, sua economia e seus produtos não acarretam em prejuízo aquela sociedade? Lá não terá aumento de desemprego, fome e do valor das contas? Por acaso são independentes do mundo? Claro que não.

A Ucrania para o mundo parece não ter culpa por não ter entrado na União Europeia como também se isenta de falar do problema de corrupção.

Realidade muito conhecida para os Brasileiros refens das oligarquias pol√≠ticas que decidem o uso e destino da na√ß√£o em um piscar de olhos desde que seja nutrida e expandida pelos programas sociais que no fim do t√ļnel tornam aqueles escravos do governo.

A crítica ao país alheio torna a realidade muito simples e fácil. Não é preciso lembrar que estamos em ano de eleição porque existe uma guerra em algum lugar do mundo.

Ninguém questiona como a secretaria de diversidade sextual do Rio apoia iniciativas que dão dinheiro as pessoas em ano de eleição, ou porque vamos ter carnaval quando a China esta fechando suas portas em função da variante. Como pode aquele país rico que mais lucrou estar fechado fazendo previsão sem crescimento?!

E se é importante trabalhar para o país voltar a crescer e a economia girar porque não fomentar emprego nos demais setores da economia ao invés de focar na festa popular. Porque não aproveitar esse momento e pegar o museu que sequer inaugurou da imagem e do som em copacabanda e tornar museu do carnaval na praia de Copacabana.

Como vamos crescer enquanto nação com aprovação automática de nossos alunos? Se não exigimos dos alunos que estudem para passar de ano, algo óbvio, e mantemos uma parte significativa da população em bolsa do governo como vamos proporcionar a estas pessoas fazer a travessia de realidade e vida?

A resposta é simples, não vamos porque para o Governo não interessa. O que pode o povo dar ao governo por sua evolução? O que vai o Brasileiro oferecer ao governo em troca de seu aperfeiçoamento e educação? De outro giro o que tem o Governo a oferecer senão uma máquina inchada de cargos e paralítica na ação.

Derrepente ficou muito barato, bacana e politicamente correto fomentar esse sistema, criar grupos, ativismo para fazer pauta em qualquer assunto do que olhar para o próprio umbigo.

Pois é, ha uma guerra la fora, um monte de decisioes questionáveis e precipitadas estão sendo tomadas, sem inteligencia. Desse banho de sangue que será a anulação temporária da economia russa, de seu povo e cultura, alguém vai lucrar. Certamente.

E o Brasil ao se manter neutro em rela√ß√£o as san√ß√Ķes n√£o esta sendo conivente com nada, se bobear vai receber esse capital externo para satisfazer o ego de muitos de seus politicos que, em comum, todos sustentam promessas fracassadas, de transporte (brt/metro) sa√ļde e educa√ß√£o (apesar da pec da incorpora√ß√£o do fundeb).

E quantos de nós vamos fazer a reflexão desses fatos com alguma prudência?

Desconstruindo a guerra

Ainda n√£o tenho todos os elementos para entender melhor o que desencadeou esta guerra contudo algumas coisas consigo refletir.

Então uma nação que é tida por corrupta tenta entrar para uma organização americana segundo a qual nesta entrada poderá instalar uma base do exército do bloco (americano) colado na Russia.

Resolveu aquele presidente dizer n√£o e instalou uma guerra sobre terras algo inimagin√°vel desde a segunda guerra mundial.

Pois bem judeus ali todos são. Corrupção na ucrania até então a mídia denunciava como algo do cotidiano, história que nós brasileiros sentimos no bolso e na vida de quem é assaltado na rua e pelo Estado na falta de estrutura e impostos demasiadamente altos e mal investidos, no bolso.

Aquele conflito tem dois players estrategicos e o mundo assiste perplexo a versão real do jogo WAR com medo de alguém melar e resolver sair detonando uma bomba para acabar com tudo.

Enquanto isso uma série de medidas são tomadas para aniquilar um player mundial na subsistência global por conta do ataque desumano contra civis.

Covid sumiu, e a pauta de ontem nos jornais é sempre a guerra, num tom odioso em relação a Russia que passou a ser a vilã do mundo moderno como conhecemo.

Não concordo com a guerra, ao que vejo mais de dez anos depois de diplomacia fracassada chegamos nesse acidente. A fome está aí, e lá é muito pior.

Derrepente vejo repetir cenas piores do que a vivida por Omran Daqneesh aquele menino que sobreviveu o escobro do ataque aéreo em Aleppo na guerra com a Síria e foi manchete de todo o mundo. The Guardian РGuerra Aleppo menino sobrevivente

Quantos mais Omrans o mundo vai produzir na solução da crise dos adultos? Destes não temos o menor controle porém as crianças não tem nada haver com o conflito e suas famílias merecem amor e respeito.

E o que isso tem haver com as oligarquias? Porque sair confiscando dinheiro de russos que não tem absolutamente nada haver com a decisão do presidente? Onde esta a justiça nisso? Alguns paises estão respetindo contra a Russia o que a união soviética fez contra os judeus e o mundo no passado, tomando tudo por seu. Até quando? Não existem direitos sobre a economia para impedir esse ato de selvageria?

A Russia atira bomba e o mundo bombardeia a Russia. Mais de seis mil san√ß√Ķes depois quantas fam√≠lias russas v√£o perder suas casas, sentir fome, viver o desemprego, o desabastecimento por conta dessa guerra.

Falhou o presidente russo ao admitir que era uma gerra sim. Talvez porque não queria chamar atenção ao mundo e gerar esse conflito da mesma forma que mentiu sobre serem os bombardeios estratégicos.

Isso não desce a humanidade esta marcara por isso agora o que tem o ginasta, o pianista, o concertista e toda a cultura criada em torno da nação com isso?

Será que a anulação de um povo é justa?

E o que esse povo agora instado a sobreviver e se reinventar vai pensar do ocidente? O que nós não estamos pensando sobre isso e porque nós estamos julgando e agindo em comoção por conta disso.

Porque não podemos ser estratégicos, sensíveis, idignados e humanos ao mesmo tempo? Qual mal existe em se fazer uma força tarefa para empregar a diplomacia em todo o mundo em um bloco coordenado para tratar desse assunto? Porque viramos telespectadores da desgraça alheia e nos alimentamos dessa notícia como os jornais tipo folhetim do passado noticiavam violência para justificar tiragem.

E quem esta por trás dessas pautas de ontem que amanhã estará certamente interessado nos clicks e na monetização para da catástrofe girar uma página, vender a repetição da notícia e continuar fazendo o mais do mesmo como se importante e relevante fosse.

Sofremos todos com essa guerra, nem a posição de ser agricultores do mundo nos ajudou a participar de uma saída deste conflito. Os que tomaram carnona na mídia para dizer que estão fazendo algo como o deputado de são paulo vergonhosamente em um momento intimo revelou a monstruosidade de sua mente ao ver mulher como objeto sexual em plena guerra.

Há muito tempo atrás quando jovem li no livro do Nelson Rodrigues que toda humanidade é burra. Naquela época achei que estava sendo muito duro, autoritário e irracivel diante do que vivia.

No tempo atual em que estamos todos juntos e globalizados onde est√£o as opini√Ķes e as reflex√Ķes do presente que se feitas s√£o com precis√£o e humildade?

E onde me encaixo em meio a essa guerra mundial ja deflagrada pelas principais na√ß√Ķes do mundo contra a Russia que no final para todos resultar√° no aumento de fome e pobreza mundial.

Disso tudo o que resta é o medo, de que esse vale da morte perdure e sobre nós esqueçamos que mais uma vez estamos a banhar de sangue vidas, que não somos merecedores do ceu e absolutamente ninguém levantou a palavra para dizer que ha muito tempo uma pessoa morreu para a todos salvar.

√Č tempo de confessar, de pedir perd√£o e perdoar, de fazer diferen√ßa e tentar.

Amém.

A diferen√ßa entre pauta e guerra. E o que isso reflete na sua vida.

Percebo que existem basicamente tres fontes primárias de informação, sendo a primeira dos que fazem notícia. A segunda dos que relatam. A terceira dos que sobre a notícia fazem uma reflexão.

Estou no √ļltimo grupo com uma particularidade. N√£o √© porque a manchete est√° a√≠ que dela vou falar. Ali√°s se parar e olhar, perceber√° que as not√≠cias s√£o pautas, e sobre elas existe um import√Ęncia e hierarquia dos meios de comunica√ß√£o que em nada tem haver com voce.

Não te importa, porém alguém decidiu dizer que na sua vida a hora de discutir o tema é agora. E dessa decisão saem manchetes, das manchetes saem notícias das manchetes, que por sua vez geram comentários e o repique da matéria que ja foi volta.

Viver notícia de guerra é muito difícil e cansativo. Acordar e ler todos os dias história de família desimada é muito triste, sofrido.

O que se passa pela cabe√ßa das pessoas que sobrevivem, e daqueles que n√£o obstante a viol√™ncia que est√° a√≠ lutam por sua vida. Ser√° que algum tempo depois v√£o conseguir olhar para a vida sob um √Ęngulo que lhe fa√ßa feliz? De onde vem a for√ßa para sair desse vale da escurid√£o que assola a humanidade que √© o ambiente de gierra.

Qual é o grau de violência psicológica que afeta a todos que vivem esse fato e como fazer para sair do ciclo que se alimenta embalado pelas notícias.

Qual o papel da notícia e daqueles que em nome dela editam tantos posts que agem como torpedo em nossos dias.

Viver uma disputa de poder, de território, de classe social, de soberania, embalada pela má e ineficiente politica, porque se tivesse havido exito esse mal não viria, independente do tamanho da cidade é no mínimo desanimador.

Essa disputa acaba sempre sendo rotulada pelos jornais de algo cuja soberania é o Estado ou atua contra grupos que apoiam alguma forma de estado paralelo. Detalhe parece que nesse caso o governo é ineficiente ou conivente, convenhamos, se existe serve ao interesse de alguém.

Existe alguma sa√≠da rapida? √Č pelo social? Ser√° implementada as classes ABCD etc, as empresas e turistas que s√£o milhares todo ano? Ao final vamos acreditar que vivemos em seguran√ßa?

Será a falta de conhecimento de Deus ofuscado pelo ego que alimenta a tecnologia e nos impulsiona a satisfazer desejo próprio um componente?

Onde erramos? Como chegamos ao absurdo de ter gente olhando para mulher vulnerável como um pedaço de carne? Porque ainda existe feminicídio?

Estou de fato cansado da guerra. E não é a da Russia não, é a de viver o Estado do Rio de Janeiro, refem de uma política oligarca que tratou de classificar o povo em classe, empobreceu todo mundo, confundiu ensino com alimentação e obra de escola e aprovou todo mundo sem estudo porque é chato não passar de ano, não podemos desestimular nossos alunos. Estes ja tem uma vida difícil apesar de tudo o que foi construído e funciona mal, do BRT ao SUS.

N√£o adianta ser classificado por outros como patrim√īnio da humanidade quando na base n√£o se da valor as bibliotecas, gasta-se menos em pesquisa e tecnologia.

E ainda nem entrei no assunto licita√ß√£o. Essa √© a mais clara, absoluta prova da completa falta de respeito, patriotismo de todos com o Estado nos mais diversos assuntos. O estado paga caro pela ciclovia, pelo pacote ol√≠mpico, pelos incans√°veis e repetitivos desvios na sa√ļde e por a√≠ vai.

Parece ser proposital isso, que é pautado também pelo ativismo de tribos, interesses e assuntos sociais.

Sim, estou em plena guerra da Russia mais preocupado com a guerra do Brasil que vivo há mais de quarenta anos, conto em uma mão em poucos dedos histórias de servidores que se aposentaram com dignidade e nesta condição permaneceram até o final de suas vidas.

A √ļnica certeza que temos no Brasil √© que tudo o que existe pode piorar. Aumento de gasolina √© normal. BRT que nunca funcionou idem. Alagar a esta√ß√£o de metr√ī da Gavea √© normal. E quem disse que um tra√ßado continuou se divide em linhas separadas.

Não existe limite para a cara de pau dos que ai estão, e os que reclamavam estão se alianhando por sede de poder ou cansando. A impressão que tenho é que de fato existe um loteamento político do capital humano e deste se alimenta para se perpetuar na mais velha nova política do toma la da ca, do pão e circo.

Falharam nessa guerra os meios de comunicação que por anos não pautaram os conflitos do ocidente e a incansável busca por reconstituição de espaço que não é tema novo.

Ainda que novo, espantoso, barbaro seja o bombardeio de civis (homem, mulher e suas famílias) e animais, e até mentiroso dizer que não ou ignorar essa triste realidade lá, fato que os meios de comunicação no Brasil e do Rio pautam: ano novo, carnaval. Pressionam levemente pelo transporte, afinal dependem dos empregados para trabalhar. Zero de preocupação com escola, qualidade de ensino e progressão dos alunos que serão o futuro da nação. E quando tudo estiver chato, vamos falar de futebol.

Vejo com apreensão a reorganização do mundo pelas notícias que foram omitidas. Temo por uma guerra mundial, ainda que seja o Brasil um agricultor importante do mundo, numa disputa de poder é o mais fraco.

Aqui muito se extrai e pouco se produz. Inimaginável ter que depender de outros para o refino do petróleo e de fertilizantes para plantio.

Chegamos aqui. Não me acostumei. Vejo as ruas do Rio cada vez mais violentas, a falta de comida e cansaço do povo e não vejo perspectiva de melhora a curto prazo.

Vamos apesar disso mudar?!

Esse é o ano de eleição, nossa arma é o voto, vamos votar!!!!!!!!!

Pode não parecer muito não é?! Então se todo mundo cobrar e votar muito curral eleitoral ai se dissolve, porque se elegem as custas do quociente eleitoral que descarta o voto nulo, branco e abstenção.

Vamos la. Defender a na√ß√£o, cobrar, votar para tirar muitos de suas cadeiras, dar chance a outros, ainda que n√£o sejam novos e sair da in√©rcia para as pr√≥ximas gera√ß√Ķes. Essa √© a guerra da minha gera√ß√£o a par de todas as pautas, uteis e inuteis, fake news e demais armas que o mundo imp√Ķe aqueles que vivem e lutam por convic√ß√£o.

Mistério!

Alo, fulana de tal, aqui é o Pedro, tudo bem? Recebi seu contato pela cicrana estou telefonando para saber se poderia cobrir as ferias da minha ajudante no mes que vem.

Fulana respondeu que sim, esta sem emprego, e n√£o tem compromisso para o mes que vem.

La em casa trabalho da seguinte forma, não precisa chegar cedo, por volta das nove da manhã esta tranquilo. A casa não é pequena porém ao longo da semana trabalho e fico restrito a cozinha, área e quarto, as demais partes da casa que ficam fechadas organiza um dia da semana para limpar. Então tipicamente as 16 hs voce ja pode ir, tudo limpo e organizado vai cedo para não pegar transito.

Também pago X + Y de passagem, pode ser?

Uma coisa como dia primeiro é no meio do feriado, poderia ir na sexta-feira próxima para a gente se conhecer antes e a minha ajudante te passa o serviço?

Não pode? Tem um compromisso? Bem seria importante para mim acho esse contato importante. Então tá, que bom que achou um tempo na sua agenda, vou te passar o endereço e amanhã as 10hs nos vemos. Ainda não passei o endereço, quer anotar que ja falo. Não? Eh para mandar por escrito? Ok, quando parar eu escrevo pois estou dirigindo.

24horas depois

Alo fulana, onde voce esta? Em casa? Nos falamos ontem por volta das 10 da manhã, combinamos de voce vir hoje. Não veio porque eu não mandei o endereço? De fato estava ao volante e ainda que por voz não conseguiria digitar. Agora voce poderia ter perguntado ao longo do dia, me lembrado que é claro responderia.

Então não lembrou, e sem a minha resposta ainda assim também faltou o seu compromisso?

Ent√£o ja que faltou n√£o pode vir hoje?

Desculpe não tive intenção de encomodar, boa tarde.

***

Confesso que fiquei até hoje sem entender o que motivou a pessoa marcar uma visita, exigir por escrito um endereço e na falta deste por esquecimento meu sequer perguntar pelo mesmo. Depois me culpar pelo compromisso desmarcado. Não entendi. Se não foi lá em casa como não foi ao compromisso? E se esperou 24 horas para me dizer que não foi ao compromisso de fato não poderia ir la em casa depois? sera que mudou de ideia e optou a ir ao compromisso?

Mistério!

Manuten√ß√£o, uma quest√£o de consci√™ncia.

Sem d√ļvida, uma das maiores dificuldades do cotidiano √© a constante necessidade de manuten√ß√£o.

Consertar um eletrodoméstico, por exemplo, parece ser coisa do passado. No dia atual isso simplesmente não existe.

Me recordo que trinta anos atrás, na ocorrência de defeito em qualquer tipo de equipamento, havia uma assistência técnica em cada bairro, as vezes em cada esquina. Algumas autorizadas, outras não.

Tenho a percepção que havia mão de obra especializada para realização dos reparos seja qual fosse o serviço.

A evolução da vida nos levou ao fim disso. Tudo acabou muito rápido.

Quem disse que a geladeira nova é melhor do que a velha? Que a máquina de lavar atual tem mais qualidade e melhor durabilidade? O televisor, se der defeito tem reparo? E quando precisa, temos disponível técnico para ir em casa?

Se a manutenção do que se tornou item descartável e de consumo é difícil, para meu espanto, pior ainda em relação a família.

Parece que a moderna família também se deteriorou. Noto a falta apoio de filho para pai. Ao que parece em muitas famílias e nas mídias sociais a relação famíliar se tornou um eletrodoméstico moderno e barato.

Aqui n√£o.

E de certa forma estou feliz por não ter evoluído nisso. Me contento em consertar o que quebra da mesma forma que cuido do irmão e dos pais.

Nem todas as quest√Ķes s√£o de simples solu√ß√£o, longe disso, a cada dia somos impostos a ado√ß√£o da vis√£o do novo e moderno como paradigma, e cabe a n√≥s ter estrutura e discernimento para entender e principalmente n√£o absorver tend√™ncia e bobagem que est√° a√≠ na m√≠dia.

Quem se habilita a nostalgia da consciência?

Quest√£o de perspectiva ou de balan√ßa

Se hoje tivesse ideia do quanto importante é viver uma vida saudável, englobando aí exercício, teria no passado certamente optado por esse caminho.

Fui traído pela própria inteligência.

Explico, enquanto crian√ßa meus pais, sabiamente me inscreveram na nata√ß√£o do clube. M√ļltiplos seriam os motivos, creio que al√©m da socializa√ß√£o com outras pessoas eu teria uma atividade, gasto cal√≥rico, vitamina D, e por a√≠ vai.

Nadei até conseguir uma medalha de ouro em uma competição do clube. Ato contínuo entreguei a eles a medalha sob o argumento de que ali estava o prêmio que tanto queriam, e que como filho estava liberado para então fazer o que bem entendia.

Manobra inteligente para quem gosta do menor esforço e burra para quem do esforço a longo prazo precisa para se movimentar.

Aproveitei a nada fácil adolescência para entender os motivos que iriam muito além da simples medalha. Da relação mãe bebe do passado ao que de mim esperava no futuro, percebi que aquela tarefa era a mais fácil. E a persistência seria o mais difícil.

Me enveredei na busca de informação, naquela época conciliei o hábito de escutar musica com a então nova era da computação.

E precocemente cheguei a quase viver a vida que não tive, quando executivos da 3M no início de 90 nos fizeram uma visita no Brasil para debater os pontos levantados por mim encaminhado por carta.

Tivesse minha mãe anotado o nome dos executivos nem teria feito advocacia. O destino reservou a mim essa profissão que tanto amo. Por outro lado abandonei a tecnologia de vez, e hoje mais velho percebo que não consigo acompanhar a evolução das coisas.

Um simples aparelho de telefone celular é um caos, tudo se opera na base de gesto. Dane-se os gestos, sou adepto ao bom e confiável botão.

Voltando a balança, hoje vejo o quanto é importante ter uma memória muscular e praticar exercícios constantes. O quanto poderia ter tido uma vida conectada ao esporte e o quanto isso faz bem e relaxa.

Perdi muitos anos. Se antes olhava os idosos na piscina fazendo hidro e pensava para que isso, ou que esse dia n√£o chegar√° em minha vida t√£o cedo, hoje estou ca a perceber que a ladeira abaixo chegou antes dos 50.

√Č uma rela√ß√£o de debito que tenho desde uma vida e que n√£o me iludo, com a carga de trabalho que tenho n√£o √© f√°cil conciliar. As vezes dif√≠cil. Imposs√≠vel. Ai quando tenho tempo e me pergunto o que √© mais importante? A satisfa√ß√£o na comida ou a sa√ļde corporal, evidente que o corpo n√£o vem em primeiro lugar.

Não vinha ate o início desse ano. Ainda assim, como cachorro de rua, cedi a tentação e perdi 8 meses de resultado. Nossa como pude fazer isso?! Seja como for, página virada.

Próximo passo é emagrecer com consciência e procurar no processo alguma felicidade.

4 semanas tem balança, semana que vem carnaval, amanhã viajo a trabalho. As cartas estão na mesa.

Superei o vício da coca cola, quase de chocolate, descontei no pão e afins o que não podia. Virando a página das dificuldades e procurando solucionar isso.

E aguardar o próximo capítulo …..

Cara de triste comendo besteira

Imigra√ß√£o em Londres, um terror.‚Ķ o Brasil deve repensar essa rela√ß√£o. Urgente.

Chato quando a gente passa por situa√ß√Ķes que n√£o somos acreditados. Chato quando aos 46 anos dos quais 20 a trabalho em favor da advocacia somos respondidos em voz alta e sarcasmo.

Pior ainda quando isto ocorre em outro pa√≠s. Acabei de passar por uma situa√ß√£o muito desagrad√°vel, desnecess√°ria e rude. Ao final recebi algumas horas de perman√™ncia aqui. E isso n√£o tem problema, e sim a forma mal educada, d√ļbia, estupida pela qual isso aconteceu.

Bem, se uma coisa a vida na advocacia me deu foi o poder de absorver como uma esponja e responder como uma catarata a agressão. E sim, fui agredido. Daí porque chamei o consulado brasileiro no e-mail.

Quando a gente abaixa a cabeça para o que é certo e verdadeiro, a banalização e a escuridão tomam conta. Melhor seria se abaixasse a cabeça para isso? Engolisse a seco esse abuso?

Não da. O mundo evoluiu ao ponto que esses fatos não podem passar despercebidos. Se antes um povo brigava pela honra, se vivi a evolução da máquina de escrever ao iPhone, se tudo esta a palma da mão, a constatação do que vivi hoje não pode deixar de existir.

A posteridade vai cuidar dessa funcionária e desse país que de fato não recebe bem aquele turista de uma noite por conta da conexão de seu voo. Acabou que me dei de presente uma passagem executiva pela pior companhia que existe, a British Airlines.

Não só fiquei enjoado na ida, pois o assento central é virado para o fim da aeronave, viajei de costa, como agora na conexão de 13 hs imaginei que teria alguma tranquilidade para ir no sofitel e tomar banho, descansar e jantar.

Nada disso, melhor ir de TAP, Air France, KLM, melhor ficar longe daqui mesmo.

E o que disse no e-mail?! Abaixo: (a minha parte eu fiz)

I would like to make a Former Complaint to the border control officer who attended me today, friday 11th at around 21 hs.

If politeness is expected from everyone that is attended to at the border, i expect the same way from your officer.

And it simply did not happen.

Let me just say this has been the worse experience I have ever had, needless to say I will have this negative attitude registered for my life.

I bought a round trip to Portugal using British Airline Executive Class that had a fantastic fare. When I purchased my ticket using the Brazilian App decolar.com from JAN 26 to FEB 12 i assumed the return flight would happen in the same way as the incoming flight.

Stop over London for a short wait untill the next flight. I was in a rush for my birthday. Luckily the connecting inbound flight on January was not long enough for me to stop by a hotel and I got by the executive lounge and arrived in Portugal at time of my birthday.

Unfortunately when asked by the border officer why was I here and I responded that unfortunately I had a 14 hour wait she did not believe me.

And the sarcasm begun.

She asked out loud her fellowemployees if the flight was late. And I had to correct her, of course not. This is not about a late flight, this is about a 13 hour passenger wait.

And being a 46 year old, lawyer for 20+ years, I am entitled to enter the country and to be treated with respect, not sarcasm, to have my word accounted for and not taken in disbelief. Who is she not to believe what is honest and the truth?!?!

I was loudly said that I was going to be given a day to leave the country.

If I was not tired enough this would not be necessary.

People from this country should not treat foreign with such disrespect. Nor do we Brazilians need to be disacounted for. I really had no control of BA business schedule trips or a trip bought by APP, but needless to say I will look foward to KLM and AirFrance. Those companies and its country are much better then yours. Have been there always on vacation never had any distress.

I will also take this matter to the brazilian consulate that is being copied on thie email because I feel that such people should really not work. Unfortunately this officer is not suitable for a work as this, shameful.

I will enclose my travel summary, schedule and my 5 star hotel at portugal and car rental. Thankfully I earn enough all my life to travel everywhere else in the world.

This has been a great problem. Hope it improove the way this person attended. At the end of the night it is 23 o clock, if you only knew how badly this impacted me I do not even wish to have dinner. Neither because it took too long, no room service and I do not wish to wonder around a city after this reception.

Best of luck, will never look at England, its history, people and products with pride again.