Hoje é Dia de Finados.
Para quem acredita, como eu, é uma data de enorme significado. Um momento de reafirmar nossa fé na vida eterna, na certeza de que a morte não é o fim, porque há vida em Deus por meio de Cristo.
Mas também é um dia para refletir sobre aquilo que deixei para trás.
E não falo apenas das pessoas que partiram. Falo dos hábitos que abandonamos, das convicções que revejo e até da importância que um dia atribui a determinado bem material.
No dia 2 de novembro de 2021, publiquei um texto chamado iPhone — Lei da procura sem oferta.
Cinco anos depois, a mudança se confirmou.
Hoje, utilizo um MacBook e um iPhone, mas meu trabalho também funciona com dois computadores Windows e um telefone Android.
No campeonato dos computadores, a Apple, que antes ganhava por três a zero, agora perde por dois a um.
Curioso, não?
Enquanto a empresa anuncia sucesso, minha experiência individual como consumidor conta uma história diferente.
Isso não significa que seus resultados estejam ruins… mostra que os números não contam necessariamente a história de cada cliente.
Tudo é uma questão de perspectiva.
E talvez seja essa uma das reflexões que o Dia de Finados me proporciona: compreender que existem ciclos que terminam, valores que mudam e coisas que deixam de ocupar o lugar que antes tinham em nossas vidas.
Mas, acima de tudo, hoje é dia de reafirmar aquilo que permanece.
Os bens materiais passam. As preferências mudam. A própria vida se transforma.
A esperança na vida eterna, em Cristo, permanece.
Simples assim.
https://pedrolvaz.com/2021/11/02/iphone-%f0%9f%93%b2-lei-da-procura-sem-oferta/
