O ser digital é uma anomalia

Em outras palavras: youtube.com/watch

Ando apreensivo com a degradação das pessoas em torno da tecnologia. Criou-se a pessoa digital. E nesse mundo há uma regulamentação que retira das pessoas o livre arbítrio.

O ser social/digital não fala o que pensa, somente o que é socialmente relevante e aceitável.

O penso, logo existo mutou para faço midia social, logo existo. Pior que tem gente que se acha relevante em função do que diz estar pensando.

Não podemos deixar o homem se desenvolver em torno da mídia, da produção de conteúdo social/digital em detrimento de seu maior valor, qual seja, revelar sua essência ao mundo.

Tipo penso, logo existo

2020 em poucas palavras

Aprendi que ano com número repetido não é bom de viver.

Felizmente esse mal eu não viverei novamente.

2020 foi duro em toda a humanidade, ao tempo que escrevo esse texto, pessoas morrem. O ano parece que foi um imenso BBB.

Fico com Elis por hora

Eu já estou com o pé nessa estrada
Qualquer dia a gente se vê
Sei que nada será como antes amanhã

Que notícias me dão dos amigos?
Que notícias me dão de você?
Sei que nada será como está, amanhã ou depois de amanhã
Resistindo na boca da noite um gosto de sol

Num domingo qualquer, qualquer hora
Ventania em qualquer direção
Sei que nada será como antes, amanhã

Que notícias me dão dos amigos?
Que notícias me dão de você?
Sei que nada será como está, amanhã ou depois de amanhã
Resistindo na boca da noite um gosto de sol

Para 2021 quero esquecer esse ano, exceto pelos aprendizados, não houve nada proveitoso para repetir.

Eh isso.

Então é Natal.

youtube.com/watch

2020 foi um ano difícil. COVID está aí, uma ameaça invisível que permeia nossa existência como uma assombração.

É um mal é assutador, é rapido, impiedoso.

É talvez o que faltava, para conceituar e definir o novo normal.

A medicina segue na base da tentativa e erro amenizar a dor, ou prolongar a vida dos que são indefesos.

Infelizmente ela não é a salvação para o que se tornou a humanidade. Derrepente alguns no mundo até então apagados e esquecidos resolveram dizer que é normal viver sem convívio, sem exposição, distantes, sem contato.

O mundo avanca na eletrificação das pessoas. O telefone celular apreende as mesmas numa realidade cruel, num vicio impessoal, embora socialmente admitido.

Não vi em peças jurídicas e ate mesmo julgamentos que presidi e contribui, peças com narrativas lógicas, precisa, tanto na escrita quanto no raciocínio.

O mal da humanidade é tercerizar as pessoas em todas as suas funções, independente da capacidade.

Uma década perdida, de politização da justiça, do trabalho, do viver.

E no mundo um tremendo vazio.

Isso não tira, e nem assim, perco a esperança por dias melhores. Foi um ano difícil, tanto no lado pessoal quando no profissional.

Haverão muitas outras páginas neste ligro, se deus permitir ainda vou falar e escrever muito.

Enquanto isso, Feliz Natal.

Saúde, amor e paz, nunca é demais.

Deu virus no emprego!

2020 parece foi um ano que não deveria ter existido. Muito duro na humanidade.

O coronavírus na minha percepção é um buraco negro na terra. Leva todo mundo que entra na sua frente. Seja novo ou idoso, contra ele muitos não escapam.

Levou pessoas e empregos.

Se antes a relação de emprego no Brasil ja era ruim, aperte o cinto, agora vai ficar muito pior.

A tradicional contratação ja havia perdido espaço para a terceirização, que sustenta-se no mundo como uma nota de trinta reais.

Esse modelo no mundo pandêmico mutou, assim como o vírus, para um novo em que as pessoas são contratadas por tarefas.

Não há espaço para os terceirizados. Esses ja foram, ou estão aprisionados em modelos que sobrevivm em defesa de sua existência.

Só mesmo o tempo, para entender os efeitos disso tudo.

Reality check

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Enquanto estou na sala pensando sobre a importância da conquista de ser cidadão, olho pela janela, escuto o barulho e vejo uma multidão celebrando a formatura.

Bem no ano de covid, bem no dia da eleição.

Esses jovens são a materialização da falta de atitude, civilidade, zelo, consciência cidadã e coletiva até mesmo da cidade onde moram.

Será que são mesmos todos daqui?

Pouco importa. Eles representam a infeliz nova atitude social e moral que se instalou nas vidas das pessoas, a jato, impulsionada pela universalização da internet através do telefone celular.

O foco saiu do que precisa ser feito, para o que voce esta fazendo e modernamente para o que voce esta sentindo, ou o que é pela rede moralmente aceito.

Faltam 12 eleições para que eu possa afirmar ter cumprido integralmente com a minha obrigação enquanto cidadão.

Se pensar que a cada 4 anos temos majoritarias, e que um presidente tem ficado 2 mandatos na presidência, esta ficando cada vez mais restrito a chance de mudar.

As gerações seguintes não entenderam a importância do voto. Exceto que o governo para eles falhou e tem falhado em todos os sentidos, poucos são aqueles que realmente enfrentam esse dever com convicção e maturidade.

Não ha nada a comemorar hoje, nem amanhã. Exceto pela obrigação de votar para quem precisa, e pensar no quanto esse governo em todas as esferas precisa melhorar para atender o povo, não há nada a fazer.

E pela polarização, pela formação de time, pela baixaria que historicamente se tornaram as eleições no Rio temo pelos cariocas.

São os únicos que de fato não ganharam e nada vão ganhar. Se isso for um projeto político e de governo fazer uma ma formação de cidadãos, parabéns, trabalho bem feito.

Caso contrário, pensamos logo existimos, vai mudar espero que para melhor, um dia… um dia…. alguém ajuda?! Tá difícil esperar e viver assim.

Quem casa quer casa ou vice versa!

A vida passa rápido, num piscar de olhos envelhecemos, atingimos ou mudamos objetivos, acertamos, erramos e por aí vai.

O dia de hoje representa bem isso. Quando me assumi e resolvi viver a minha vida, de peito aberto e sem medo, a primeira coisa que fiz foi me mudar.

Mantenho algumas redes para guardar as memórias do que foi inesquecível. Esse foi um deles.

Minha vida, meu olhar

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2020 foi o ano que consagrou o “ilegal, e daí” na sociedade. Ao final do ano estou impressionado com a abundância de situações absurdas, que hoje são rotineiras e corriqueiras na cidade.

Ninguém respeita o transito, motoqueiro de chinelo, sem sapato, sem jaqueta, sem calça faz um baile no trânsito e comemora o agora legalizado corredor da morte.

Motoristas param em fila dupla sem qualquer constrangimento. O transito pode esperar. Alias se o transito espera (lembrando que para obter CNH é preciso de uma aula e prova) a cidade, o estado, aliás, o Brasil também pode.

Afinal esses são os protagonistas do futuro que queremos, ou que assistimos, ainda que no espanto.

No campo político o caldo esta pior ainda, aqueles que não tem identidade com qualquer dos candidatos não votou, sequer foi votar, ou seja, 3 em cara 10 não vota. Dos 7 restantes 1 vai embora entre brancos e nulos. E aqueles que buscam voto se degladiam numa maioria de 3 para a ganhar.

Não, não foi um ano fácil. A midia social virou umbilical, e muita história chata no ar. Sim, o trabalho esta acelerado, a saúde saiu de férias, deu um susto, e estou aguardando a justiça para descansar no recesso forense.

Assim caminho, ao lado da humanidade

Do virus ao voto

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Temos a guerra do coronavirus, a das mídias sociais como falsas propagadoras de notícias, meio de vida e balizadoras sociais, e por cima disso tem uma eleição.

Nossa, que difícil.

Alguns comportamentos se repetem. Muitos insistem em pedir sem entender, buscar entender, ou ao menos tentar explicar para o que vamos votar.

E essas campanhas fakes torram o saco.

Pronto, falei.

Tcha tchan!

Ideal seria poder dormir todos os dias sem o peso das decisões e questões que todos nós acumulamos ao longo da vida

A vida me ensinou e aprendi, da mesma forma que o bom é inimigo do ótimo, devo viver o hoje primeiro para depois pensar no amanhã.

E quando o sono não vem, quando a preocupação nos impede de dormir e se alia a ansiedade, entra o stilnox para dizer quem manda.

Só não devo tomar, é claro, depois do filme do Jackie Chan…. e se você não entendeu, confira abaixo

A emoção foi tão grande que não consegui fazer (pela primeira vez denovo) de uma vez só. Como é bom essa tal de primeira vez!

Dilema da rede social ou existencial

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Assisti esse filme, sugerido por muitos, e comentado por poucos. Porque sera? Estamos tão fundo nesse matriz que não podemos, ou faltam palavras, para comentar?

Qual a novidade ou alarde que esse filme faz?

Não vivi, e nunca me pautei, por quaisquer uma dessas mídias na vida. Nem consciente ou inconsciente. Não li, e não leio, notícia por elas.

Pensando bem, sempre achei engraçado como o google nunca acerta o que busco. Saudades tenho do antigo AltaVista que era rápido, simples, e eficiente. Também a rede daquela época era outra.

Ta bom, estou ficando velho de experiências ao passo que me mantenho jovem em espírito, e isso é o que interessa.

Bom sábado a todos!

PS.. quanto ao filme, é uma especie de o segredo, com uma pitada de matriz e história sem fim. Assistam e tirem as suas conclusões.