Ja fui famoso = agora sou eu mesmo

De tempos em tempos tenho a oportunidade de ligar a tv (que grunge hein) e assistir um daquele tipo de filme simples, tudo muito natural e sem nada demais exceto por me fazer sentir bem ao final.

Assim é que assiti o filme Já fui famoso.

Interessante como aborda temas que s√£o comuns a quem vive um doloroso e real processo de amadurecimento na base dos fatos e surpresas inesperadas da vida.

Então quantas vezes ao longo dos 22 anos de formado e 46 de idade não me deparei com situação pessoal e profissional que exigiu grande sacrifício?

Adolescente deslocado, de raciocínio extremamente complexo e com um olhar para a vida nada usual, não foram poucas as vezes que me senti até mesmo quando pequeno diferente.

E como não poderia deixar de ser, na qualidade de filho da mae percebi tempos depois o quanto ela tentou me proteger desse mundo aí que estou.

Ela ainda que na mesma receita simples do filme – e talvez de viver a vida – me botou debaixo de sua asa e administrou todos os momentos de ansiedade da melhor forma que pode. E que m√£e n√£o faz igual? Melhor dizendo existe alguma m√£e que faria diferente?

Nessa circunst√Ęncia hoje enxergo com clareza uma das origens que falecida culpa que por anos carreguei tem origem no fato de n√£o ter sido exatamente o filho projetado. Ora meus pais nasceram na d√©cada de 40.

Ainda que tenham ambos trabalhado, e muito, ao longo de suas vidas, aliás o que fazem até hoje, o filho super presente, companheiro e protegido não correspondeu as expectativas do que seria a tradicional família padrão no mundo.

Virada a página, o padrão de ter que quantificar perdas e avaliar dor em razão de escolhas surgiu logo cedo. Por sorte estudei em chicago e no tempo livre me dedicava apoiar crianças com paralisia cerebral.

Ainda estou para descobrir porque vivi isso e lidei com limita√ß√Ķes e patologia de outros de uma forma mais precisa, embora genericamente entendi tempos depois que a li√ß√£o de amor pr√≥prio dos amigos e familia √© impressionante.

Descartada as decis√Ķes profissionais e quest√Ķes pessoais para concluir o texto, resta ainda a clara percep√ß√£o que tudo muda, e o mundo muda junto.

Então a Lei Civil mudou, a indisponibilidade de alguns juízes para receber advogado aumentou e por ai vai.

De perfeito mesmo só tem uma coisa, a vontade de deus, que nos permite viver erros e acertos todos os dias, então para não dizer que o filme é bom sem uma análise crítica a par da reflexão pessoal minha que faço, cito expressamente a passagem segundo a qual um afirma que outro ja teve duas chances e não havera a terceira

Não se vive na base se chances, sem erros, com tentativa e erro. Porque tudo acaba. Então melhor mesmo e acreditar em si viver o que pensa, seguir algum ensinamento religioso para amar e fazer bem ao próximo e principalmente viver.

Viva a sua vida e n√£o a dos outros

FIM

(Video vem depois)

Do Auto a Fechadura, com ou sem cabe√ßa..

Não é novidade minha impressão que estamos virando um algoritmo de uma programação que não prestigia o homem em sua individualidade e experiência.

A cada ano que passa a demanda por energia cresce. Interessante notar que o governo não mais é objeto de questionamento pela imprensa e veículos de comunicação.

Diante da inércia, essa obrigação foi transferida ao particular que fomenta a produção por meio de painel solar e termelétricas.

O que isso tem haver com a fechadura do carro?

Simples. A obsolescência da nossa existência, foi associada a práticas do passado. E isso significa dizer que o conceito do que é novo, velho, eficiente e até mesmo formador de opinião e tendência está programado.

O Estado falhou no ensino. A falta de ensino, ou a substituição do ensino pelo lanche, transporte e um conjunto de políticas sociais assina o projeto de cidadão que o governo quer criar.

Na falta da correção de rumo criou-se um sistema novo que, sem história, sem cronologia, sobrevive.

Esta entendendo porque o carro usado est√° custando mais caro? Antes que voce responda j√° explico que n√£o tem nada haver com a falta ou n√£o do microchip‚Ķ. n√£o. Basicamente o cidad√£o foi doutrinado e acreditado a comprar o novo. √Č melhor porque √© novo, simples assim.

Existem muitos carros usados aptos a fazer parte da frota, e não são ruins. Só não são considerados porque hoje fazem parte da obsolescência programada, mesmo conceito ou linha de comando que faz uma pessoa de 70 anos sentir deslocada do mercado de trabalho, e outra de 50 anos perceber que a geração anterior chegou e não assimilou os ensinamentos ou fatos históricos.

Me surpreendo quando encontro jovens que conseguem cronologicamente se desenvolver com base sólida nos fatos e acontecimentos do passado. Cada vez mais difícil no mundo que não preza por marcos históricos para absolutamente nada.

Uma zona, então quando pensar que o celular esta velho, que o carro está difícil de consertar e que esta difícil atingir determinado objetivo, repense o objetivo sabendo que hoje tudo é fácil. Difícil é se empenhar a resolver por conta da alegada obsolescência.

Ainda que de forma (proposital) desorganizada.

Confira

Vazamento de dados x impunidade = nova realidade

Não é de hoje que coloco a segurança dos sistemas e aplicativos que dependem da internet em cheque.

A notícia abaixo e seus efeitos é mais frequente do que se imagina.

https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/09/16/pix-bc-reporta-vazamento-de-137-mil-chaves-vinculadas-ao-abastece-ai.htm

Cadastro hackeado não tem dono, embora a venda desse cadastro tenha. E se roubam é porque alguém compra.

A solução criativa adotada no Brasil veio na forma da lei de proteção de dados. Basicamente o governo resolveu impor a todos a contratação de alguém para lidar com isso. Por consequência ninguém sabe e/ou tem certeza do quão seguros estamos, apenas que se houver uma falha de segurança ja sabemos quem é responsável.

A import√Ęncia de ter senhas diferentes nos diversos cadastros que est√£o gerindo a nossa vida √© essa. Imagine que o hacker das informa√ß√Ķes pessoas do abastece a√≠ sabe tudo de voce menos a senha do e-mail, cart√£o e Banco.

Percebeu a import√Ęncia de ter mais de uma caixa postal para segregar alguns servi√ßos e bancos dos demais que est√£o no cotidiano?

Ja a questão do Instagram, WhatsApp e a percepção que esta cada vez mais frequente o roubo de dados pessoais nas plataformas, esta aumentando.

Então se voce perdeu o texto anterior que falei do hacker e de proteção de dados, segue aqui o spoiler do vídeo que gravei depois

A pr√≥xima v√≠tima pode ser voce. Crime virtual corre solto.

Décadas atrás, muito muito muito antes da autorização de uso pessoal e comercial da Internet, quando a ligação de um computador a rede mundial para tarefas do dia-dia parecia algo muito distante da nossa realidade, aprendi a lidar com vírus de computador.

Basicamente era uma espécie de programa, que carregava um código e ao ser executado, replicava a informação nos demais arquivos do computador. Ao final, na hipótese de exito, utilizou-se na falta de uma definição, como metáfora a expressão infecção como se fosse um vírus.

E por falta de defini√ß√£o, essa express√£o perdurou por muito tempo, como tamb√©m o √≠cone do diskette ūüíĺ como meio de salvar o arquivo.

Nunca entendi ao certo o motivo para a criação de um vírus. Seria para divertir alguém? passar uma mensagem de vulnerabilidade em algum sistema? Sabotagem?

Fato é que os algoritmos evoluiram. A expansão da computação, dos programas e linguagem também. Não parou por ai, a aparência do computador sofreu uma mudança drástica. Passou fisicamente do aspecto de um mastodonte que funcionava a base do diskette, para a um dispositivo que cabe na palma da mão.

O vírus também evoluiu, e graças a ele (para ser compreensivo e otimista) o mundo passou a investir em segurança cibernética.

Logo logo se tornou bastante comum a utilização de software especializado para combater esse mal, fomentado por pessoas que tem conhecimento especializado na teconologia da informação.

Assim nasceu o Hacker, aquela pessoa que consegue ultrapassar obstáculos impostos pelos sistemas de segurança no mundo moderno. E os computadores de antes se tornaram com o advento da rede um sistema.

Basta estar on-line que esse risco aumenta exponencialmente.

O resultado pratico dessa equa√ß√£o para pessoas leigas no dia de hoje √© a prolifera√ß√£o de den√ļncia de invas√£o. Assim √© que um Hacker entra no seu e-mail, e atrav√©s dele descobre senhas, acessos e sistemas a ele ligado.

De posse do e-mail, ele consegue redefinir senhas, ainda que esse sistema exija o envio de mensagem, muitas vezes são por pessoas olhadas inocentemente, e quando abrem espalham o codigo do vírus no computador:

A solu√ß√£o nunca vem a tempo. Al√©m da ang√ļstia de n√£o ter acesso a nada do que √© seu, √© preciso fazer um boletim de ocorr√™ncia na delegacia especializada em crimes cibern√©ticos.

Outra decepção, o marco da internet no Brasil na minha opinião é uma farsa. Serve para Juiz tirar do ar na hora que quer, quando voce precisa outro não entende, não atende, demora, fora os entraves de ter que acessar um advogado e ir a justiça.

E você fica como??? Angustiado, impotente, assiste a sua vida digital ruir junto com alguns aspectos da real. Inegável que o dia dia de muitos funciona através desses sistemas que volta e meia precisam de um link para o banco, taxi, mídia social e por ai vai. Fora os arquivos do trabalho.

Pode piorar? A moda agora √© pegar sua foto, suas informa√ß√Ķes, foto de sua fam√≠lia e pedir resgate em bitcoin.

Tem como se prevenir? Para aqueles que mandam virus que se instala no telefone sem qualquer tipo de ação não. Qual a probabilidade de um super hacker resolver fazer voce como vítima? Muito pequena. Então porque todo mundo tem um amigo com uma história de alguém próximo hackeado?

√Č preciso tomar alguns cuidados.

Para quem usa midia social mantenha suas informa√ß√Ķes visiveis apenas para si mesma. N√£o divida com todo mundo nem as tone p√ļblicas. Entendo que fazem parte do cotidiano de muitos ent√£o para inicio de conversa fa√ßa uma senha segura , ou seja, algo entre 13 e 21 caracteres usando letras mai√ļsculas, min√ļsculas, numero e simbolo.

Quando foi a √ļltima vez que verificou a privacidade e seguran√ßa do e-mail?! para inicio de conversa, tenha um e-mail em um provedor de confian√ßa. Nada de usar um hospedado em lugar que n√£o tem estrutura. Na d√ļvida fique com os grandes tipo Microsoft, Google e Apple. Ou contrate uma hospedagem em um lugar seguro para eliminar a chance do provedor ser hackeado. Sabe aquela senha conhecida por voce do e-mail pense em trocar j√°.

Para quem vive on-line não esqueça a regra básica de não clicar em links, abrir e-mail, mensagem e sms de recuperação de senha ou qualquer outra atividade da internet. Lembre-se que basta o hacker enviar uma mensagem para a plataforma que voce usa para personificar a máxima curiosidade matou um gato

REGRA GERAL não diga a ninguém, nunca qualquer senha, nem de brincadeira. Para todos os sites que tem disponível habilite autenticação em dois fatores. Basicamente uma forma de assegurar a autenticação da senha por um dispositivo e/ou aplicativo.

Al√©m disso, n√£o atenda liga√ß√£o de n√ļmero suspeito, n√£o forne√ßa qualquer informa√ß√£o pessoal ainda que seja de setor anti fraude. Desligue e use as informa√ß√Ķes que lhe √© de conhecimento. N√£o pague o boleto, n√£o atenda os e-mails de processo, receita, at√© mesmo de seus parentes. Um telefonema e confirma√ß√£o de voz resolve, apesar de que a sociedade digital n√£o gosta de chamada de voz.

N√£o consegue imaginar uma senha existem programas bons hoje em dia, ate o telefone ajuda nisso, guarde na pasta segura do telefone e vai estar ok.

Seja qual for a hipótese, não salve a senha no navegador. Ainda que sejam seguros, os navegadores são a porta de entrada para qualquer hacker. Salvar a senha no navegador é o mesmo risco de salvar os dados do cartão. Para que? Se você não deixa ele na rua para qualquer um ver não deixe armazenado no computador. Jamais. Canso de ver gente falando que aconteceu depois que comprou nesse ou naquele site. Repita não compre de site barato, de qualquer site ou daqueles que só aparecem nos links patrocinados.

O barato custa caro. J√° avan√ßamos muito no que podemos usar de gra√ßa. Se pode pagar n√£o insista em vers√Ķes de gra√ßa.

N√£o responda SPAM. Se n√£o pediu apaga e esquece.

Bem essa e a cultura de quem n√£o quer ser invadido pelas raz√Ķes √≥bvias. Se voce ja passou por isso reveja os procedimentos tente entender da onde vem o inimigo para fechar a porta. E sim, nunca ceda a extors√£o e outros crimes e palavras jocosas, deixe para a autoridade e confie na justi√ßa.

O Brasil chegou onde chegou por falta de confian√ßa das pessoas nas institui√ß√Ķes e processos, precisamos nos engajar, participar e cobrar para mudar!

Cherry 5e – a grama do vizinho √© artificial. Ponto.

Não é de hoje que chamo atenção ao fato que muito produto que esta bom na propaganda não é tão bom na realidade.

A sociedade moderna parece que construiu um estilo de vida e viver na base da propaganda.

Até aí nada a reclamar exceto quando a propaganda materializa o efeito concorrente do denorex, parece mais não é.

N√£o sou contra esse estilo de vida, que se infiltrou na realidade como um virus, por anos de forma indetect√°vel,

Minha observação é que a propaganda nos da uma falsa sensação de conhecimento, familiaridade e aceitação de fatos e produtos que não estão bons não.

Assim √© que no governo sempre que vejo uma propaganda da prefeitura por exemplo em rela√ß√£o ao transporte p√ļblico protesto pelo enorme disperdicio que foi a implanta√ß√£o do in√ļtil BRT sabotado por um cons√≥rcio criado a √©poca por quem se bobear at√© hoje domina o mercado.

No autom√≥vel n√£o poderia ser diferente. Entenda que um Cherry 5 el√©trico n√£o chega ao pe de um Toyota Corolla, ainda que esse √ļltimo n√£o apresente muitos defeitos e deixe muito a desejar no conforto e acabamento de qualidade.

√Č surreal ler que uma publica√ß√£o chegou a cogitar comparar esse carro com um VW Jetta, que por mais que parece ter empobrecido ao longo dos anos, n√£o se compara aos erros de constru√ß√£o e a aparente baixa qualidade de um Cherry.

Se algo a Cherry tem de bom √© fazer an√ļncio se dizendo a melhor em v√°rios quesitos, enaltecendo a ind√ļstria brasileira com um produto que claramente n√£o √© feito para esse mercado.

Porque nenhum redator falou sobre isso não sei. Parece que deu um apagão na história e na experiência de ter vivido a evolução do automóvel como meio de transporte ao carro que é hoje.

E na falta de par√Ęmetros, ou esquecimento do passado, temos hoje opini√Ķes de muito bom para algo b√°sico que jamais corresponder√° ao que foi anunciado.

√Č um produto que voce entra e logo percebe o quanto √© feito para ser muito barato, ainda que seja vendido a peso de ouro.

Isso me chamou atenção para tirar a foto e mostrar a baixa qualidade e conforto de um carro que se não sentar de perna aberta não tem qualquer sustentação e conforto.

Precisamos que esses produtos sejam vendidos no Brasil com maior transparência em relação a tecnologia e ao que dele se espera, e não se render ao que parece uma enganação.

Vi que o cherry 5e não nasceu para ser bom em nenhum aspecto. Ainda que a imprensa especializada diga o contrário. Não é pelo tamanho da tela que se julga um carro, nem mesmo se é rápido ou não, considerando que carros elétricos entregam por característica toda a potência.

Fio solto na coluna de direção, inadmissível.
Como sento mal nesse carro

Realidade econ√īmica + marketing – fiscaliza√ß√£o = les√£o ao consumidor. Isto √© Brasil, at√© quando?

Nada como a fome para refletir sobre o quanto somos no Brasil prejudicados pelo marketing das grandes empresas.

Me parece que ao contrário de outros países, no Brasil o que mais interessa é o ganho rápido, em escala.

Nesse cenário por óbvio quanto menos melhor. Não basta ser o país da agricultura do mundo. Isso la fora não é legal, melhor preservar o nosso solo.

Enquanto isso, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, vende-se no supermercado de papel higiênico de 4 folhas a lacticínios e biscoitos vendidos quando não em embalagem grande, em pacotes juntos de 2 ou três. Isso em qualquer mercado, não necessariamente atacadista, modelo brasileiro que promete vender mais por menos.

Aí é que a gente se engana. Talvez estejam se valendo do silêncio da imprensa e nenhuma atuação pelos órgãos reguladores, o que não é novidade no Brasil que não é um país para amadores, para continuar fazendo isso.

Assim e que tive fome e resolvi fazer um picadinho, meu prato preferido. Seja com arroz, feij√£o, farofa, couve frita, banana, ovo, n√£o importa, se tiver uma batata palha ao lado vai.

E assim me dei conta mais uma vez que somos tratados como palhaço.

Pensando em matar a fome de muitos comprei uma embalagem grande de batata palha. Achei que estava fazendo um neg√≥cio legal, afinal havia escrito “embalagem econ√īmica” no r√≥tulo, portanto, imaginei que estaria comprando quantidade suficiente para justificar um pre√ßo menor na embalagem.

N√£o ocorreu. Ao inv√©s de ter 1 kilo ou at√© mesmo 2 havia apenas pouco mais de 400 gramas na EMBALAGEM ECON√ĒMICA.

Olhando por esse prisma realmente esta correto, a embalagem é economica em relação a pouco produto que tem ali. Tivesse muito seria prejuízo aos gestores na base do ebitda na certa.

Embalagem econ√īmica em linha de produ√ß√£o automatizada √© o maior atentado que ja vi contra o consumidor. De econ√īmico existe t√£o somente a pequena quantidade de produto.

E isso n√£o se resume a batata frita n√£o, essa vergonha que o profissional do marketing criou ampliou-se para abranger do achocolatado ao whey protein. Rico ou pobre, todos em comum enfrentam no Brasil o mesmo mal, de comprar cada vez mais produtos com potes vazios.

Os que não admitem redução na quantidade como um saco de arroz e feijão, estes tiveram seus preços reajustados. Acho que se pudessem teriam dito que manteriam os preços e lhe venderiam 2 kilos de arroz no saco de 5 por um preço especial, o mesmo do anterior só que sem aumento.

Umagina comprar uma garrafa de 1 litro de agua com 400 ml escrito embalagem econ√īmica. Nem o sab√£o em p√≥ escapou dessa. Parece normal comprar uma embalagem de sab√£o vazia para diluir o concentrado l√°, n√£o √©. Se h√° algo econ√īmico nisso esta na conta de √°gua do fabricante que depois n√£o te faz esquecer pela propaganda do pote.

Ent√£o essa galera do mercado de capitais cujos fundos fomentam ind√ļstrias conseguiram achar mais uma forma de ganhar dinheiro, economizando na produ√ß√£o, as custas do povo.

S√≥ vai mudar no Brasil quando o povo reclamar, enquanto isso….

Embalagem vergonhosa

Gera√ß√£o Netflix sem acervo √© tela azul do Windows, eterno CTRL+ALT+DEL

Existe muita coisa por tr√°s de um acervo seletivo de livro, filme e m√ļsica do que se pode imaginar.

Até entendo que existem serviços expressos cujo interesse é tão somente dar a notícia em primeira mão.

Para os filmes no passado tinham o nome de Blockbuster. Uma espécie de atração tipo o headline de notícias bomba bomba! ou uma noite de autógrafos do lançamento de um determinado livro.

Contudo não se vive de eventos, notícia e entretenimento de primeira mão.

A preservação e memória do que foi o passado não deve ser apenas uma característica da civilização oriental.

Temos a obrigação de construir um legado não imediatista, que esteja a disposição de todos e que não seja doutrinação.

Fico surpreso, sempre que vou ao sebo, com a quantidade de livro, disco, filme e até material de informática que não esta sendo utilizado.

At√© entendo que o fen√īmeno do livro e midia digital massificou o acesso a v√°rios desses produtos, por um pre√ßo que n√£o era o da √©poca.

Minha critica √© sobre a volatilidade do conte√ļdo dos servi√ßos, que torna alguns filmes que s√£o classicos do cinema fora do alcance das pessoas. Mesmo fen√īmeno ocorre com a literatura.

No final do dia sinto que cada vez mais temos menos. Temos menos meios de aprender pela reforma da l√≠ngua portuguesa e pelo novo m√©todo de ensino na escola. Menos livro velho para ler por conta da pouca compreens√£o que existe da antiga √©poca. M√ļsica ent√£o nem se fala em muitos casos os arranjos foram substitu√≠dos por ruidos quando n√£o gritos que soam um pedido desesperado por integra√ß√£o e aceita√ß√£o.

Qual o legado nisso?

Uma geração que vive a volta dos que não foram. Não teve a experiência, não leu, não assistiu, não viveu nem tem paciência para escutar e avaliar uma opinião porque o texto esta muito longo.

Ao que parece essa é a realidade.

Portas em autom√°tico

Hoje pela manh√£ voltei a rotina que ao longo dos quarenta e seis anos de idade muito repeti. Embarquei em um voo para S√£o Paulo.

E antes que alguém pergunte, era pela Latam, e não, felizmente essa vez não percebi ítens quebrados ou fio aparente no entorno do assento.

Acabou que me lembrei das primeiras viagens que fiz de avi√£o por conta do trabalho.

Primeira lembrança é de agradecimento ao cliente, que arcou não só com o bilhete aéreo como também com a hospedagem em um Flat na pernoite.

Quanta generosidade. Por fim arcou com as refei√ß√Ķes que fiz em transito.

Esse privilégio, que é trabalhar para quem entende, debate e valoriza o profissional contratado se repetiu algumas vezes como hoje, por exemplo.

Se estou viajando, não estou à toa, o primeiro motivo sempre é o trabalho.

Mesmo porque se tento desligar o telefone, ou dar um tempo para n√£o atender e deixar o WhatsApp de lado, as perguntas se acumulam, o entorno fica mais lento.

Ja me conhecendo e sabendo que sou reativo a inércia, fico mesmo com o telefone ligado respondendo, sempre, as mensagens.

E percorrendo os estados e tribunais vejo o quanto o Brasil √© um pa√≠s desigual. A unidade de poder em torno da federa√ß√£o n√£o se reflete em algumas das decis√Ķes recorridas em processo trabalhista.

Embora seja √ļnica, alguns estados intepretam de forma diferente. Uns com esteio na evolu√ß√£o do direito, em uma nova interpreta√ß√£o e efic√°cia de suas normas, rasgam suas pr√≥prias normas para chegar ao final.

Este final, para quem advoga contra o rolo compressor de um juiz e suas institui√ß√Ķes democr√°ticas √© a perda da a√ß√£o. Incont√°veis as vezes que recebi a not√≠cia de penhora e constru√ß√£o de bens antes da cita√ß√£o.

Nao culpem o advogado pelo reparo disso, afinal sem ele não há justiça.

Reflitam sobre o que deu errado e porque. Porque n√£o deve haver grupo de WhatsApp entre magistrados e procuradores para qualquer fim. Porque ainda existem juizes que n√£o atendem advogados? Porque alguns juizes prejulgam a causa antes mesmo de julgar?

Porque muitos advogados em relação a justiça estão silentes. Quando isso tudo passou a ser normal.

E reflito sobre até onde estou conseguindo ir com o meu trabalho e quais fronteiras estou realmente vencendo.

Nespresso Vertuo nunca mais!

Sou mais um daqueles brasileiros que caíram no conto da Nespresso.

Essa empresa entrou aqui em casa pela porta da frente quando ha cerca de 10 anos ganhamos uma de suas máquinas de café expresso.

At√© ent√£o tinha o h√°bito de comprar caf√© mo√≠do no Armaz√©m do Caf√© ‚ėēÔłŹ para uma cafeteira Francis Francis que tinha o sistema illy. Excepcional, ainda esquentava leite no vapor.

Porém, a cápsula e o aroma do café me pegou. Essa empresa fez com o café algo similar a HP com as impressoras a jato de tinta. Vamos criar uma tecnologia, tornar o produto acessível, vender a maquina para depois aumentar o preço do refil.

E assim fizeram, quando vi usava 2-3 capsulas de maior intensidade para fazer uma simples caneca de café. Ainda que algumas maquinas prolongassem a saida de água, não gostava do café fraco e o modelo americano que adicionava agua quente também não deu certo.

Então quando surgiu o sistema Vertuo adorei. Afinal de contas poderia fazer uma caneca sem trocar a capsula e o café era cremoso.

Bem cremoso, o amor pela máquina começou a passar quando a primeira quebrou com aproximadamente 5-6 meses de compra.

A essa altura nada acontecia com ela senão jogar água quente fora ate esquentar ao ponto de parar para resfriamento da cabeça que tocava fogo. Para ironia do destino a máquina é igualmente vermelha como fogo.

Supreso, pois n√£o imaginei que duraria t√£o pouco, perdi uma hora no chat e mandei para o conserto.

E agora?

Melhor comprar outra afinal de contas quando a primeira voltar posso dar aos meus pais de presente, e continuar a saborear o café em questão.

Ledo engano.

A primeira maquina retornou numa caixa, o que muito impressionou. Abri e de cara veio uma caixa com capsula, nossa que amor! A felicidade parou por ai, ao retirar da caixa notei que veio arranhada, então não poderia dar de presente. Pior ainda quando liguei, ela parou de girar a capsula antes de sair o café , ja sai pingando mesmo.

Melhor deixar de lado, dar um tempo, respirar fundo e esperar. Só não pude esperar muito porque um mes depois a segunda maquina quebrou.

Depois de 1 hora em um atendimento via WhatsApp, o que não é crível de se imaginar, afinal de contas se existe um atendimento tipo chat por telefone, algo super pessoal, imagina-se que o atendente vai lhe atender com exclusividade da mesma forma que voce se dedica a ele.

Relatei o defeito de ambas, recebi uma nova etiqueta de transporte e me conformei que a primeira ia antes da segunda.

Ainda tive o cuidado de dizer ‚Äúolha n√£o vai arranhar minha m√°quina novinha como fizeram na primeira‚ÄĚ afinal de contas essa poderia ser um presente para o meu pai.

Sera?

Não foi. A segunda voltou mais arranhada ainda do que a primeira, e o que é pior, derrama café antes de rodar, café velho.

Resumo da opera: a primeira maquina que ja quebrou foi prometida a entrega de uma nova, não aconteceu. A segunda máquina que igualmente vaza café e não para na medida da capsula, e também veio arranhada aí esta.

Esse desastre foi relatado ao e-mail da assistência técnica da Nespresso que não responde. Surreal uma empresa que se apresenta ao mundo como de propriedade da Nestle não responder sucessivos e-mails.

E ainda indagar se consigo descrever o arranh√£o de uma maquina nova quando uma foto, suponho, ja mostra com clareza a quest√£o.

Consciente que usar essa máquina no dia dia é um luxo, que são realmente poucos aqueles que podem se dar a cada momento um café como esse é que alerto para a extrema falta de respeito e atenção da marca ao consumidor no Rio.

Nesse estado a assistência técnica não existe, aliás como no Brasil. A gente faz de conta que alguém vai resolver, que seja trocando alguma peça e o produto nos é devolvido em pior estado do que veio.

Quem mandou enviar ao conserto?

A empresa atende mal, é lenta no atendimento, depende de terceiros para fazer algo simples que é coletar o equipamento e desconfia de quem reclama.

Isso resume a Nespresso Vertuo daqui de casa que estou a utilizar manualmente até quebrar. Vai que esse seja o padrão de serviço e produto e estou equivocado por esperar mais deles.

E quanto isso… seguimos.

Alguns dos e-mails enviados, como para Nespresso o cliente não tem razão e a DHL que faz a coleta não foi séria pois também não respondeu o e-mail. Bom ficar atento e evitar ambas as empresas….

Video esta ON

Então depois de algum tempo consegui criar coragem e retomar os vídeos. Afinal de contas havia tanto tempo que não fazia que ate mesmo não sabia o que iria ser feito.

Fato: não gosto de edição em vídeo, tira a espontaneidade de quem fala, e torna tudo o que esta a volta artificial.

Entendo que a sociedade evoluiu para a intoler√Ęncia do audio, haja vista o WhatsApp em 2x.

E como falar em 2-3 minutos tudo aquilo que vivi, escrevi ou deixei de escrever. Difícil né?

Nada melhor do que tentar, fazer sem medo de errar, passar para frente o que se aprendeu.

Quem viver ver√°

Enquanto isso, assista