Feliz Páscoa o ano todo!

Legal de viver é evoluir, olhar para traz e reconhecer os erros e acertos. Refletir sobre a própria vida, buscar algum sentido na experiência e fora da zona de conforto andar.

Hoje faço uma releitura dos meus posts sobre a Páscoa, do quanto evolui, acertei e errei ao longo dos anos.

No primeiro, ainda em 2012 escrevi que “A historia revela que a palavra Páscoa advém do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário.”

Vivi naquele ano o fim da escravidão da minnha mente em relação aos conceitos e preconceitos que tinha comigo mesmo. Naquele ano entendi depois de algum sofrimento que era gay.

E poder falar e escrever isso em voz alta para ninguém ou alguém, se e quando quiser é uma liberdade que não tem preço.

De volta a transformação, nos anos seguintes em poucas ocasiões e no período de Páscoa agradeci a Deus pela ajuda na reconstrução do trabalho, pelo amor que vivi e a nova família que me recebeu de portas abertas.

Neste ano o período de Páscoa continua protagonista de mudanças profundas em minha vida. Não sei ainda qual será o reflexo disso, porém tenho certeza de uma coisa, estou no meu lugar.

Este sentimento fecha um ciclo e a constatação que embora sempre sentado no mesmo lugar do sofá, se antes ouvia e depois respondia, agora as conversas mudaram.

Fui durante muitos anos uma figura silenciosa no mundo e meio social que vivo, agindo como um filho, amigo-robô do que seriam as expectativas criadas ou exigidas pela cidade ou sociedade.

Havia um abismo entre o lado extrovertido que existia para interagir com as pessoas com o introvertido e complexo das fórmulas e pensamentos.

Os anos que seguiram foram de grande valia, descobertas, me tiraram do mundo da incerteza, insegurança e fantasia no lado afetivo para o que é real.

E apropriar-se de minha história e pensamento foi libertador. Passei a viver a tendência de ser eu mesmo nos erros e acertos. Reconheci na figura do então marido uma fortaleza. Ele esteve presente em questões muito difíceis.

Agora sentado no sofá da sala, enquanto espero meus pais descerem para o almoço que faremos de Páscoa, me dei conta.

Esse lugar é meu, essa história aqui de que me aproprio, não é mais de conflito. Minha relação com eles mudou. E nesse ano de Páscoa conseguimos olhar para traz, virar algumas páginas e avançar com amor. Ainda que não tenha sido esse objetivo, foi a situação e mudança que se apresentou.

Tanto com eles, quanto a de um amigo que ressurgiu para me dizer o quão importante e significante é a minha presença e conselhos para todos aqueles que interajo.

Isso não tem preço… agora se tiverem curiosidade de qual é o lugar físico na casa aí esta.

Boa Páscoa!

Excelência, poe a mão na consciência!!!

Confira o link https://youtu.be/5qHQ0uALqK4

SEM PARAR: RUI BARBOSA
02/04 20h25
Placa:C**9109
Valor:R$ 350,89
R$7,595/L
Gasolina Aditivada
Ate breve! #abasteceupartiu =)

Hoje abasteci e me senti protagonista da satira de Jo Soares na década de 90 sobre os sucessivos planos econômicos. Só que hoje não senti graça alguma. A graça saiu da sátira e veio para mim. Uma mistura de indignação com uma pitada de incompreensão tomaram conta. E fiquei amargo.

Em um dos episódios o personagem Carnaúba e seu auxiliar, quando perguntado se havia lido o pacote e se os trabalhadores iriam gritar de alegria, lhe foi respindido que sim. Gritariam muito e a CUT também.

Alem destes os cortadores de cana iriam explodir, pecuaristas babar, alugueis revistos com inquilinos na rua… para comemorar, enfim, todo tipo de atrocidade em desfavor do povo seria feito na assinatura do pacote.

Em outros episódios foi perguntado se os trabalhadores iriam arrancar os cabelos….. de tanta alegria? Respondido que ficariam carecas.

Fato que no Brasil não há pressa. Estamos nos rasgando de descontentamento e estou particularmente chateado com a falta de priorização do estudo.

Se eu que estudo até hoje, tenho acesso ilimitado a água potável, luz, telefonia celular própria, seguro de saúde, casa passo por situações difíceis, não estou imune a falta de saúde e necessidade, o que dirá o povo?

Muito recente a instituição que ajudo a fornecer quentinha as pessoas de rua começou a ter dificuldade.

Pedi para ver as contas e fiquei impressionado o quanto conseguimos fazer com muito pouco.

Se o particular consegue sobreviver e chegar a lugar que não chega o governo com tão pouco o que falta?!

Faltam a estes que estão no governo botar a mão na consciência…….. para ser educado e dizer pouco.

E para aqueles que quiserem entender como estamos no orçamento, qualquer valor vale. Na prática estamos sem 2-3 doadores fixos que viraram eventuais, e contamos com ajuda voluntária de quem quer ajudar.

To na missão de multiplicar essa corrente do bem em amparo ao próximo. E se voce tiver interesse e puder ajudar, o nome esta abaixo e tem um link no perfil do insta que liga a uma cesta básica.

Solidariedade, gentileza e empatia. Assim realizamos mais uma ação social com pessoas em situação de rua. Distribuímos 150 quentinhas, bebidas e máscaras contra covid-19.

Juntos somos mais fortes! Muito obrigado pelo apoio!

Associacao Amparo ao Próximo. Banco Itaú AG. 0204 C.c. 366603. CNPJ. 31.059.075/0001-71

Pix: 31.059.075/0001-71

Vacina: povo não é a prioridade

Em outras palavras: youtube.com/watch

Muitos são os motivos que não compreendo na escolha e classificação do que é prioridade para aplicação de vacina no Brasil.

Dos motivos que percebo vejo que o povo nunca esteve de fato em primeiro lugar.

Ao que me parece a definição de grupo prioritário observou a classificação dos demais países. É possível que haja base científica para isso. Talvez tenha ocorrido com base na informação acerca da letalidade nos mais idosos.

Seja como for, aqui a banda toca diferente. O forró daqui é melhor que o teu. Ainda que não for certamente é diferente. E nas diferenças é que se construiu essa nação.

E o que vejo hoje e faz parte de noventa e nove por cento das noticias é o questionamento acerca da falta de vacina seguido do hashtag genocida.

Ninguém se perguntou porque não fizemos uma escala de prioridade considerando a desigualdade social extrema vivida no Brasil.

Que o serviço público não tem capacidade para suportar a população é óbvio. Alias nunca foi digno de suas obrigações constitucionais.

Vivemos hoje a politização da saúde que esta doente ha muitos anos.

Hoje esta fazendo falta aquele dinheiro alegadamente desviado pelos escandalos de sangue, remedios, hospitais e ambulâncias. A conta sempre esteve aí e agora chegou.

Tivesse o povo sido proprietário em relação a vacina o cronograma teria observado a desigualdade social. Teríamos vacinado os miseráveis, os pobres, os trabalhadores, os portadores de doenças e por fim os diretores.

Como não foi esse o combinado, uma galera se vacinou. Ninguém reclamou. Então agora antes de reclamar vamos pensar em quem realmente é prioridade nesse pais.

A arte da guerra

O título é o nome do livro escrito por Sun Tzu que basicamente ensina, num resumo rapido e superficial, que devemos sempre ter uma saída para os embates. Seja ganhando ou viabilizando uma saída ao perdedor.

Nesse livro quem ganha, quem perde, não ganha nem perde. No final todos perdem, ainda que uns se digam vencedores.

Recapitulando, em um mercado alguém comeu um morcego ficou doente e esse virus espalhou para o mundo inteiro.

Não temos com outras nações transparência para avaliar, julgar, criticar e até mesmo entender daqui de longe quem esta ganhando com isso. Embora muitos brasileiros são destemidos para apontar o dedo na rua e afirmar certas coisas, quando a responsabilidade vem, pensam duas vezes. E muitos se omitem.

Grande parte das soluções também são feitas na China. Disso o vírus não tem culpa. Culpem os trabalhadores, os sindicatos, os direitos sociais, plurais, reais, surreis, as leis, os políticos, economistas, culpem a si mesmos por não valorizar, não fornecer educação em larga escala, não pensar no Brasil enquanto potencia e nação, porém os chineses, não.

A desordem, o caos, a polarização, a falta de disciplina e liturgia não vem de lá. Também acho, devemos pensar antes de replicar situações e frases de cunho ideológico só porque alguém faz.

Ao final do dia, parece que poucos andam para a frente e muitos empurram o Brasil para trás . Essa característica se instalou na cultura do poder e não sai. Permite retransmitir, difamar, instalar o caos ao invés de falar, pensar, escrever, avaliar, reavaliar e buscar contribuir.

Parece que não existe o meio termo. A opinião é extrema, ponderar é difícil, e a representação disso na base do diálogo, não forma posição. Os que dialogam não são direita, esqueda, nem centro. Estes não são nocivos.

Não foi a china que inventou a midia social, o desenvolvimento a base do retweet, e da criminalização de opinião. Isso é um mal da civilização.

Não estou fazendo apologia a China. De igual forma não posso admitir o debate polarizado na questão do termo genocida tendo em vista os bilhões gastos para conter o virus.

Onde estão os respiradores? Quantos hospitais de campanha fizemos? A qual custo? Em quais regiões? Porque? Quantos hospitais construímos? De onde compramos os equipamentos? Estão funcionando e mantidos ate hoje?

Silêncio.

Nenhuma intenção de politizar, reclamar, ou afirmar, apenas expor, por escrito e sem apagar, como penso.

Carioca rage

Assista: youtube.com/watch

O rio esta acovardado. Estou ha dois meses esperando o retorno da ordem municipal as ruas e nada. Tudo aberto na maior cara de pau. Restaurantes cheios e bares aglomerados, faz parte.

A nova velha administração manteve o hanso de governar na base da aliança com o estado e governo federal. E pretende repetir essa estratégia fielmente.

Por ironia do destino o que deveria ser um marco para a cidade acabou sendo a demonstração do caos político instaurado e de que se beneficiam com a cidade.

No cristo perto de dom orani uma oração a deus para abençoar os cariocas num evento fechado tipo pajelança foi de extremo mal gosto.

Com todo respeito Dom Orani deveria ter ido ao edifício sede da prefeitura falar no interfone a todos os funcionários que ali estão trabalhando com salários em aberto e sem previsão de recebimento.

A imprensa se acovardou, os cariocas não esqueceram não . A estes são devidos honras de estado.

Do outro lado no Assador bebericavam os 0102 com champanhe, numa reunião promovida em outro caro restaurante, todos sem máscara, provávelmente comemorando mais uma atrocidade que irá acontecer no Rio.

Lamento a presença do Ricardo Amaral, ele não precisa disso.

Final da ópera, governar a cidade em tempos de bonança foi fácil, que o diga Lula e Cabral.

Os sucessivos eventos que deram ao Rio de Janeiro a fama de cidade da propaganda foram embora.

Legado pessimamente aproveitado.

Desemprego é o campeão de todas as categorias de trabalho exceto para os nomeados, (apadrinhados) so falta serem indicados pelo Gandola, certeza teremos de que nada farão. A história se repete, porque não?

A casa civil deve pagar bem, porem encolheu a toca civil, zero de exposição. Zero de intenção em fechar bares, festas e ruas. Ta bonito isso.

Evidente que há um vínculo ideologico nisso.

Ao final do dia a vacina vai ser inutil. Tanta gente vacinada, mal vacinada sem as doses completas saindo ai como se imune fosse, estão dando combustível a formação da nova cepa.

E essa vistoria do covid não sai antes de 2025 apesar dos esforços do governo, esta na cara, só não ve quem quer !!!

Ja os carros, principalmente uber, ignoram faixa dupla, tripla, jogam a ancora, ligam o alerta, fazem retorno onde querem, como querem, e todos dane-se. Tá difícil isso.

Porque eles e as motocas se sentem os donos da rua?!?! E ficam impunes!!!!!!!!

Motociclista – quando a exceção se torna regra, gera caos.

Assista: youtube.com/watch

A postura da grande maioria dos motociclistas no transito irrita.

Parece que são os donos da rua. Andam na faixa que querem, raramente em linha reta, muitas vezes seguram o guidom com uma só mão.

Furam sinal, apagam o farol, andam na contra mão, na faixa de pedestre, na calçada, em qualquer lugar como se fossem os donos da rua.

E quando um erra a mão e cai, se juntam em defesa e acusação contra quem colidiu.

Sabe lá se eles tem CNH ou mesmo se são habilitados para a categoria.

Muitas perguntas tendo em vista as atrocidades que filmo e vejo diariamente no trânsito. E não é uma exceção, a falta de atenção das motocicletas para o trânsito virou a regra.

Eh algo que precisa mudar.

Algumas são as perguntas não saem da cabeça:

1. Onde esta a polícia para multar

2. Onde esta a secretaria de ordem publica municipal

3. Porque na Blitz não são parados?

LUTO

Terminar uma relação duradoura não é fácil.

Porque vive-se varias etapas, algumas em conjunto, outras em separado. Todas são necessárias e indispensáveis ao fim do relacionamento.

O comum a todas elas é o LUTO

Perguntado se estou vivendo ele hoje pela manhã respondi:

“Se considerar que LUTO é uma emoção forte que recai naquele que perde alguém, estou nele sim. Estou tão distante quanto morto. Vivo HOJE uma tristeza que nasceu da carência dessa estrutura de vida morta. Fui muito apegado a ele portanto o sentimento é intenso. Vivo isso a cada dia, ao contrário dos fracos não busco outro norte para acalmar esse aqui não. Não me deixo iludir ou reprimir esse sentimento, que como tudo na vida passa”

Se existisse fórmula mágica e imediata teria sido o primeiro seguidor de carteirinha. Como não existe adotei algumas posturas que tem ajudado, me dão paz de espírito e acho vale a pena compartilhar. São elas:

1. Desejar e fazer o bem ao ex marido. Não é porque hoje não deu certo que será excluído do acervo afetivo. Amizade deve prevalecer. Ainda que incompreendido e excluido a forma amorosa.

2. Respeito a história é fundamental. Por muito tempo deu muito certo, depois não mais. Ainda que no fim eu reflita sobre os erros, não deixei questões pontuais se tornem pontos principais do término.

3. Escolha não viver com negatividade nem ignorar a digestão desses passos. Banalizar emoções é uma violência contra si indigesta.

4. Com os dogmas da relação quebrados, todo dia é uma grande incerteza e insegurança. Não preencha esse vazio com o que dizem outros, e sim com o que voce sente, quer, e faz.

As vezes me sinto um ET, as vezes me sinto bem, por horas mal, contudo em nenhum momento deixei de sentir e ser eu mesmo e isso não tem preço.

Viver isso requer amadurecimento. Lidar com a relação terminada com maturidade e seguir na vida ainda que com dificuldade faz parte.

Ninguém disse que viver seria fácil? ou que não seria perigoso.

Carnaval: o melhor

Assista: youtube.com/watch

Estou nesse período a repensar os blocos de rua.

Sou a favor da construção de um Blocodromo na forma octogonal. Cada lado entra um carro e os foliões vao se voltando para o carro da vez.

Não sinto falta da vulgaridade que rola nesse período de carnaval, que aliás, ja denunciei em video censurado pela midia social.

Imagina, se não é próprio para a mida social, porque estou submetido a ver isso sem filtro?

Quem mora na Zona Sul fica impedido de sair de casa por conta da multidão. Muitas vezes não dão passagem e se dizem com razão.

Sair a pe torna-se um risco, você não sabe se vai ser mijado, molestado, criticado, assaltado, tudo em nome do carnaval.

Foras de si perambulam pela rua sem censura, sem limite, sem censo de propriedade.

Esse carnaval os frustrados continuarão como lobo em pele de cordeiro. A falta de um dia para como esse para extravasar na rua vai ser muito ruim para aqueles que dependem desse evento como oxigênio.

Final das contas esse carnaval vi um Rio de Janeiro ha muito não vivido. Trabalhei pela manhã, fui nos meus pais, circulei sem maiores complicações, sem o direito de ir e vir desrespeitado.

E talvez seja o momento de profissionalizar essa questão dos blocos, porque não?

Voce que vive!

youtube.com/watch

Estamos prestes a completar o marco de 1 ano de vida sob o risco de morte pelo Covid.

Nesse meio tempo o mundo parou, todos no modo sobrevivência deram um CTRL + ALT + DEL nas relações profissionais e pessoais.

Quem não pode, trabalhou.

E quem em casa ficou viveu dias mistos de resident evil com walking dead.

Não temos motivos para comemorar, ainda que a vacina esteja batendo a porta do país da propaganda, sabemos que para chegar até nós vai demorar.

Estamos na última fileira da classe turística da cadeira de avião adaptada a Arca de Noe.

Nela ao invés de cultivar a relação com o próximo e nos voltar ao próximo, em reconhecimento, homenagem ou até mesmo respeito a quem ficou, muitos se mantém em vida e relação artificial.

Esse tempo ja foi.

Proxima onda não será de Covid.

Se engana quem acha que esse virus ou sua variante são os violões da humanidade.

A próxima onda é o derretimento do que se tem por valor da moeda. Esta acontecendo agora mesmo.

Só que isso será objeto de uma nova reflexão, próximo capitulo.

Bom domingo!

Porque hoje é domingo

youtube.com/watch

Não é porque estou sozinho que vou me contentar com menos. De igual forma aqueles que no passado contribuiram de forma ativa para me reinventar, fiquem na paz de deus.

Surreal a falta de semancol de muita gente.

De volta ao meu aniversário, esse ano comemorei sozinho com meus pais. Foi ótimo. Porém não foi fácil.

Entendi que devo ter amor e respeito próprio antes de qualquer coisa. Jamais me permiti viver a vida em função do que desejo antes do próximo.

Isso é sofrido ao ponto que também é um aprendizado. E como toda lição no olho do furacão a gente não entende os sinais.

Porém aqui estou a viver nada menos do que eu mereço: o recomeço. Família esta bem, alice requer atenção. Trabalho esta intenso, não falta processo e reuniao com advogado para lidar com questões em todas as esferas do direito.

Sim uso uma máscara descartável por dia, tento me precaver, estou reencontrando amigas e pessoas que fazem sentido na minha vida e evitando esse papo de encontros pre marcados.

Porque isso ja sei não funciona. E não estou ai tentando inovar ou procurando confusão.

Pensando bem, a par do fato de não ter o outrora grande amor da minha vida, esta tudo bem, sou forte, estou conseguindo, e por ai vai.

Bom domingo