Quest√£o de perspectiva ou de balan√ßa

Se hoje tivesse ideia do quanto importante é viver uma vida saudável, englobando aí exercício, teria no passado certamente optado por esse caminho.

Fui traído pela própria inteligência.

Explico, enquanto crian√ßa meus pais, sabiamente me inscreveram na nata√ß√£o do clube. M√ļltiplos seriam os motivos, creio que al√©m da socializa√ß√£o com outras pessoas eu teria uma atividade, gasto cal√≥rico, vitamina D, e por a√≠ vai.

Nadei até conseguir uma medalha de ouro em uma competição do clube. Ato contínuo entreguei a eles a medalha sob o argumento de que ali estava o prêmio que tanto queriam, e que como filho estava liberado para então fazer o que bem entendia.

Manobra inteligente para quem gosta do menor esforço e burra para quem do esforço a longo prazo precisa para se movimentar.

Aproveitei a nada fácil adolescência para entender os motivos que iriam muito além da simples medalha. Da relação mãe bebe do passado ao que de mim esperava no futuro, percebi que aquela tarefa era a mais fácil. E a persistência seria o mais difícil.

Me enveredei na busca de informação, naquela época conciliei o hábito de escutar musica com a então nova era da computação.

E precocemente cheguei a quase viver a vida que não tive, quando executivos da 3M no início de 90 nos fizeram uma visita no Brasil para debater os pontos levantados por mim encaminhado por carta.

Tivesse minha mãe anotado o nome dos executivos nem teria feito advocacia. O destino reservou a mim essa profissão que tanto amo. Por outro lado abandonei a tecnologia de vez, e hoje mais velho percebo que não consigo acompanhar a evolução das coisas.

Um simples aparelho de telefone celular é um caos, tudo se opera na base de gesto. Dane-se os gestos, sou adepto ao bom e confiável botão.

Voltando a balança, hoje vejo o quanto é importante ter uma memória muscular e praticar exercícios constantes. O quanto poderia ter tido uma vida conectada ao esporte e o quanto isso faz bem e relaxa.

Perdi muitos anos. Se antes olhava os idosos na piscina fazendo hidro e pensava para que isso, ou que esse dia n√£o chegar√° em minha vida t√£o cedo, hoje estou ca a perceber que a ladeira abaixo chegou antes dos 50.

√Č uma rela√ß√£o de debito que tenho desde uma vida e que n√£o me iludo, com a carga de trabalho que tenho n√£o √© f√°cil conciliar. As vezes dif√≠cil. Imposs√≠vel. Ai quando tenho tempo e me pergunto o que √© mais importante? A satisfa√ß√£o na comida ou a sa√ļde corporal, evidente que o corpo n√£o vem em primeiro lugar.

Não vinha ate o início desse ano. Ainda assim, como cachorro de rua, cedi a tentação e perdi 8 meses de resultado. Nossa como pude fazer isso?! Seja como for, página virada.

Próximo passo é emagrecer com consciência e procurar no processo alguma felicidade.

4 semanas tem balança, semana que vem carnaval, amanhã viajo a trabalho. As cartas estão na mesa.

Superei o vício da coca cola, quase de chocolate, descontei no pão e afins o que não podia. Virando a página das dificuldades e procurando solucionar isso.

E aguardar o próximo capítulo …..

Cara de triste comendo besteira

Imigra√ß√£o em Londres, um terror.‚Ķ o Brasil deve repensar essa rela√ß√£o. Urgente.

Chato quando a gente passa por situa√ß√Ķes que n√£o somos acreditados. Chato quando aos 46 anos dos quais 20 a trabalho em favor da advocacia somos respondidos em voz alta e sarcasmo.

Pior ainda quando isto ocorre em outro pa√≠s. Acabei de passar por uma situa√ß√£o muito desagrad√°vel, desnecess√°ria e rude. Ao final recebi algumas horas de perman√™ncia aqui. E isso n√£o tem problema, e sim a forma mal educada, d√ļbia, estupida pela qual isso aconteceu.

Bem, se uma coisa a vida na advocacia me deu foi o poder de absorver como uma esponja e responder como uma catarata a agressão. E sim, fui agredido. Daí porque chamei o consulado brasileiro no e-mail.

Quando a gente abaixa a cabeça para o que é certo e verdadeiro, a banalização e a escuridão tomam conta. Melhor seria se abaixasse a cabeça para isso? Engolisse a seco esse abuso?

Não da. O mundo evoluiu ao ponto que esses fatos não podem passar despercebidos. Se antes um povo brigava pela honra, se vivi a evolução da máquina de escrever ao iPhone, se tudo esta a palma da mão, a constatação do que vivi hoje não pode deixar de existir.

A posteridade vai cuidar dessa funcionária e desse país que de fato não recebe bem aquele turista de uma noite por conta da conexão de seu voo. Acabou que me dei de presente uma passagem executiva pela pior companhia que existe, a British Airlines.

Não só fiquei enjoado na ida, pois o assento central é virado para o fim da aeronave, viajei de costa, como agora na conexão de 13 hs imaginei que teria alguma tranquilidade para ir no sofitel e tomar banho, descansar e jantar.

Nada disso, melhor ir de TAP, Air France, KLM, melhor ficar longe daqui mesmo.

E o que disse no e-mail?! Abaixo: (a minha parte eu fiz)

I would like to make a Former Complaint to the border control officer who attended me today, friday 11th at around 21 hs.

If politeness is expected from everyone that is attended to at the border, i expect the same way from your officer.

And it simply did not happen.

Let me just say this has been the worse experience I have ever had, needless to say I will have this negative attitude registered for my life.

I bought a round trip to Portugal using British Airline Executive Class that had a fantastic fare. When I purchased my ticket using the Brazilian App decolar.com from JAN 26 to FEB 12 i assumed the return flight would happen in the same way as the incoming flight.

Stop over London for a short wait untill the next flight. I was in a rush for my birthday. Luckily the connecting inbound flight on January was not long enough for me to stop by a hotel and I got by the executive lounge and arrived in Portugal at time of my birthday.

Unfortunately when asked by the border officer why was I here and I responded that unfortunately I had a 14 hour wait she did not believe me.

And the sarcasm begun.

She asked out loud her fellowemployees if the flight was late. And I had to correct her, of course not. This is not about a late flight, this is about a 13 hour passenger wait.

And being a 46 year old, lawyer for 20+ years, I am entitled to enter the country and to be treated with respect, not sarcasm, to have my word accounted for and not taken in disbelief. Who is she not to believe what is honest and the truth?!?!

I was loudly said that I was going to be given a day to leave the country.

If I was not tired enough this would not be necessary.

People from this country should not treat foreign with such disrespect. Nor do we Brazilians need to be disacounted for. I really had no control of BA business schedule trips or a trip bought by APP, but needless to say I will look foward to KLM and AirFrance. Those companies and its country are much better then yours. Have been there always on vacation never had any distress.

I will also take this matter to the brazilian consulate that is being copied on thie email because I feel that such people should really not work. Unfortunately this officer is not suitable for a work as this, shameful.

I will enclose my travel summary, schedule and my 5 star hotel at portugal and car rental. Thankfully I earn enough all my life to travel everywhere else in the world.

This has been a great problem. Hope it improove the way this person attended. At the end of the night it is 23 o clock, if you only knew how badly this impacted me I do not even wish to have dinner. Neither because it took too long, no room service and I do not wish to wonder around a city after this reception.

Best of luck, will never look at England, its history, people and products with pride again.

Da politica a confeitaria‚Ķ novas motiva√ß√Ķes.

A politiza√ß√£o de situa√ß√Ķes do nosso cotidiano por vezes nos tira o foco do que realmente √© importante.

Vejo muita gente debatendo a questão do covid e praticamente ninguém se questionando o porque do open banking.

Se de um lado √© f√°cil falar e controvertido argumentar sobre as situa√ß√Ķes em que o Estado se sobrep√Ķe a ci√™ncia, de outro ningu√©m comenta ou questiona porque o Estado invadiu a esfera banc√°ria como invadiu.

Me lembro que ha 10 anos atr√°s embarquei em uma corrida eleitoral contra o PT, Cabral e Paes e o ent√£o partido democrata pregava menos Estado e mais direitos.

Hoje o Estado se tornou um v√≠rus, esta maior que a pandemia, emprega milh√Ķes de pessoas em servi√ßos pouco √ļteis e nada competitivos.

Servidor p√ļblico sem reajuste anual √© greve. Ja no particular, al√©m de manter o pre√ßo corro o risco constante da concorr√™ncia. E como tudo que √© dif√≠cil pode ficar ainda pior, imagina o caos que fica quando o cliente fecha a porta.

Nessa √ļltima hip√≥tese, al√©m de perder receita, preciso cuidar da equipe, pagar sal√°rios, suprir o escrit√≥rio com novos clientes, e ainda mantenho aconselhamento e trabalho ainda que reduzido aos que est√£o em dificuldades financeiras.

Afinal a vida é uma constante evolução, não podemos deixar na mão as pessoas que outrora contribuiram para o nosso alicerce por dificuldades financeiras.

Entendi isso na dor. Somente realizei o quanto cresci quando a conta da PJ migrou para a plataforma ouvidor, mesma que atende o escritório Zveiter, escola de boa prática e de advocacia, onde aprendi a argumentar Lei, Doutrina e Jurisprudência.

Infelizmente a prática do Direito também mudou. Politizar o efeito da decisão que julgou a incompetência de um magistrado e portanto anulou todo o processo porque não se gosta do reu pode. Questionar o magistrado pelo trabalho mal feito não. Ouvir de ministro que a justiça deve ouvir o clamor da rua pode, questiona-lo por sua fala populista e parcial não pode.

Vinte e cinco anos atrás estudávamos a fundo as fontes do direito, para debater tese com base no espirito da Lei, sua análise e interpretação pelas fontes e aplicação pelos tribunais nos casos em que já haviam alguns julgados.

A cada dia que passa vejo surgir novos especialistas, cada um com seu livro, sua ideia, sua doutrina, sua palestra, alguns até com canal em mídia social.

Todos em comum seguem a linha do discurso do direito moderno. E o direito moderno é para estes a a formulação de tese com base na doutrina atual, ainda que esta seja incompatível com a segurança jurídica que se espera do direito clássico.

At√© entendo que precisamos passar ao pr√≥ximo nossa experi√™ncia de vida na esperan√ßa de iluminar gera√ß√Ķes que vir√£o. Isto contudo n√£o nos torna fonte de nada, quando muito o retrato de determinada situa√ß√£o. E tamb√©m n√£o retira de quem veio seu valor.

Para esses modernos a leitura em nada lhes ajuda, pois estão submergidos em suas palavras e não enxergam um palmo além do objetivo que tem que é satisfazer sua vontade, ou seja, tem no seu ego a inesgotável propulsão.

Resultado prático dessa política de modernização é a proliferação de especialistas. Que gente chata, vazia, repetitiva e intolerante. Meu Deus! pensando bem melhor é deixar ele de fora porque sua história é uma só, muito dura, nada fácil, e quando atualizar, muita gente aí vai rodar.

Voltando ao início, acho que a expansão desenfreada do estado em nossas vidas trouxe caos, aprisionamento e recessão. Não podemos deixar que ele seja o novo padrão ou a modernização do caos.

Que esse padr√£o de vida e estudo seja melhorado pelos que tem condi√ß√Ķes de ajudar e empreender no que n√£o √© nada f√°cil, e ainda precisam conviver com esse governo falho em todas as suas esferas de servi√ßos e parlamentares.

Enquanto o mundo espera por uma resposta a vacina eu estou fazendo a minha parte. E por n√£o ser alheio as quest√Ķes mundanas e as de urgencia daqueles que est√£o em posi√ß√£o de vulnerabilidade, resolvi esse ano contribuir para fazer so sonho a realidade de emprego e vida.

Isso mesmo, foi dado o pontapé a criação da confeitaria social.

Baner e conta criada, estamos começando!

46 anos, so far so good.

Todo ano se repete a mesma história embora a minha percepção dos fatos é tanto um quanto diferente.

E no mes de janeiro, como n√£o poderia deixar de ser, no dia 30, comemoro e sou lembrado do meu anivers√°rio.

Aprendi que a palavra anivers√°rio esta longe de ser sin√īnimo de alegria. Para alguns pais por exemplo √© sin√īnimo de acidente vaginal, alguns com v√≠tima, nasceu o filho.

Para o Governo americano este mes simbolizou a invasão do capitólio, morreu um monte de gente em meio à disputa Trump e Biden.

Por falar em disputa presidencial, este mes um reitor da PUC em MG pediu e reiterou a saída do bolsonaro.

Ainda que segundo o Mundo Fantástico das conservas Portuguesas, neste mes do meu aniversário tenhamos a fundação da Apple e o nascimento de Collin Farrel e Ronaldo, tais fatos não representam nem garantem qualquer tipo de motivo e alegria.

Esse ano tive uma grata surpresa.

Recebi por coincidência, na vespera do meu aniversário, a mensagem de agradecimento pela formação da primeira turma de panificação da associação de amparo ao próximo.

Que felicidade, quanta emoção!

Aprendi durante a pandemia a olhar mais atento para o próximo. Que próximo? Aquele em situação de vulnerabilidade que agravou ao ponto de ir a rua. Aprendi a olhar a quem tem fome, a quem cujo desgoverno e a sociedade lhe tirou qualquer tipo de futuro.

E o que fiz? A minha parte. P√£o para quem tem fome e emprego para quem precisa. Depois de alguns anos conversando com o Carlos sobre isso montei esse projeto de que me orgulho.

Se de um lado me enraive√ßo ao ver que vivemos no Rio o reflexo do desleixo do governo em todas as suas esferas, cuja incompet√™ncia resultou na perda de servi√ßos p√ļblicos, sa√ļde, educa√ß√£o e civilidade a ponto da prefeitura renunciar IPTU e instituir tarifa social do que n√£o fez nunca far√° e cobra s√≥ para ingl√™s ver, de outro fiz a minha parte.

Meses depois da aquisição e montagem do equipamento um técnico entrou no circuito e junto com uma pedagoga formulou um curso para capacitar pessoas, e fazer base técnica de uma profissão que faz falta.

E o que isso tem relação com o meu aniversário?!

Vou te dizer, celebrar o aniversário na minha criação não é usar a data para justificar festa ou usar a data para comprar presente… não.

Anivers√°rio para mim √© agradecer o ano que tive, ser grato pela rotina que tenho, pelo que Deus me d√° e n√£o falta. √Č falar com as pessoas que me relaciono o ano inteiro, a passeio ou a trabalho.

Aniversário para isso é receber uma mensagem inesperada da turma que terminou. Deveria ter terminado no natal, não parou em razão das festas e prolongou-se ate a vespera do meu aniversário.

Que felicidade. Espero que o curso seja inserido na plataforma digital e que sirva de auxílio para todos que precisem. Que se converta em renda.

Realmente com um presente desse não faz sentido querer nada mais …. Vivi por uns instantes a plenitude, uma leveza, extrema felicidade ate o ponto de ter uma ideia.

Investir na doceria social, capacitar pessoas a fazer doces, tortas, sobremesas em bares, restaurantes e padarias. Isso esta em falta.

E tamb√©m nem por isso deixei de comemorar o meu anivers√°rio, ainda que viajando recebi de um grande amigo um presente que jamais teria condi√ß√Ķes em adquirir. Fino. Delicioso. Vinho gostoso. Depois de algumas garrafas deu no v√≠deo abaixo.

Ainda que sem planejamento e sem qualquer tipo de festa, no meu anivers√°rio Deus me permitiu ser feliz

E quanto a festa da amparo, que fez transbordar meu coração de alegria e felicidade, segura a emoção

O lanche n√£o √© de gra√ßa

Não é de hoje que fico surpreso ao perceber certos exageros de alguns prestadores de serviços em nosso dia-dia.

Fato é que nos acostumamos muito rápido a receber qualquer benefício.

E como vivemos um per√≠odo de muito ego√≠smo nas rela√ß√Ķes pessoais e pobreza de esp√≠rito de outros, nesse tiroteio cego muitas vezes contra a humanidade, quem tem olho reina.

Se não quiser olhar também não tem problema, toma aí um lanche, aceite esse mimo e não reclame.

Assim foi que pedi um teste de Covid para um laboratório que agendou o exame aqui em casa e tomei alguns sustos.

O primeiro foi com o valor, próximo de meio salário mínimo. Me pergunto quem da classe trabalhadora e que tem seus proventos sem correção consegue arcar com esse valor?

Segundo quando recebi a profissional, super prestativa, educada e organizada a ponto de registrar atendimento, prestar informa√ß√Ķes e trabalhar por planilha – e n√£o celular – confirmei que de fato n√£o h√° tecnologia que substitua nossos processos neurais de assimila√ß√£o, processamento da informa√ß√£o e execu√ß√£o.

O maior deles foi quando ao final do exame recebi em uma caixa de papelão dura e personalizada um lanche contendo 1 suco, 1 sanduíche pão de miga misto, 1 pacote de torrada marilian, 1 polenguinho e 1 goiabinha.

Este pacote me foi entregue pela profissional com grande entusiasmo e satisfação. Como se fosse merecimento e compensação pelo exame que acabara de realizar ou mesmo compensação pelo que havia acabado de pagar.

Recebi a caixa surpreso, t√£o surpreso quanto fiquei ao receber a profissional de prope, uniforme coberto por um avental do pesco√ßo ao bra√ßo, face shield, m√°scara e touca. J√° adianto que a diferen√ßa dela para as mulheres que vivem nos Emirados √Ārabes √© nenhuma.

Quando desperdício.

Quem faz esse lanche? √Č algum terceirizado? Quem determinou a compra das embalagens duras de material acartonado? quem contabiliza o custo de ter que comprar e fornecer isso para toda a rede de diagn√≥stico? Esse lanche √© de gra√ßa?

Se não for porque existe esse tipo de demanda e gasto até para exames que não tem sentido?

Me recordo quando pequeno cansei de fazer exame de sangue em laboratório particular e naquela época, ou seja, 35 anos atrás, ainda que em jejum, não recebia qualquer tipo de brinde.

Provavelmente naquela época não haviam muitos prestadores de serviços terceirizados, os funcionários assim por dizer eram contratados e ainda que naquele tempo não havia o reconhecimento de direiro e proliferação de classe de trabalhadores e sindicatos, tudo funcionava melhor ainda que com menos pessoas, estas tinham poder, gestão e responsabilidade.

Há cerca de 25/30 anos atrás os gerentes de agências bancárias tinham mais autonomia do que os sistemas de hoje. A fila do banco era maior porém os problemas eram resolvidos naquela hora. Hoje canso de ser atendido rapidamente e submeter os pedidos para alguém e esperar ate o sistema processar, ou seja, alguém em um cargo maior apertar o enter.

De um tempo para ca parece que a sociedade se estruturou em torno de agregar valor ao serviço ainda que seja pela falta de gestão ao assumir custo pelos terceirizados do que fazer contas.

E por ai vai, o laboratório distribui lanche a torta direita e esta normal.

N√£o fico feliz pelo lanche, o que me impressiona √© a efici√™ncia e baixo pre√ßo e decis√Ķes racionais. Quem faz exame em casa, ainda que estivesse de jejum, n√£o precisa de lanche, afinal esta em casa.

Tamb√©m me perguntei se a exig√™ncia de lanche seria por for√ßa de alguma resolu√ß√£o da ANS e decis√Ķes do Conselho Regional de Medicina. Ainda que n√£o saiba a resposta, espero que n√£o seja esse o caso.

Ainda que estejamos vivendo um tempo estranho, em que o Governo achaca os empres√°rios para consecutar seu projeto de cidad√£o, no programa que finge dar o m√≠nimo de estrutura, e por ela gasta bilh√Ķes de reais sem que esse dinheiro realmente chegue em forma de servi√ßos eficientes a popula√ß√£o, esse tipo de normatiza√ß√£o n√£o √© atribui√ß√£o do Estado e de Ag√™ncia Reguladora, quanto mais do Conselho de Medicina.

Ontem li um tweet do secretário municipal de educação desejando melhor estudo as crianças com acesso a cultura e esporte.

A ideia é politicamente correta porém a execução é pessima. O dia que um político e secretário entender que dinheiro com obra não é educação; que a proliferação de cursos e congressos de atualização não é educação; que merenda não é educação; que transporte escolar não é educação; que educação não é tempo integral e atividade escolar e sim professor valorizado e escola sem ideologia, nos vamos em frente.

Vamos viver um tempo em que as pessoas ser√£o valorizadas e n√£o as institui√ß√Ķes, e vamos perceber que essa fideliza√ß√£o pela forma primaria de oferecimento de servi√ßos in√ļteis e gest√£o estrutural disso n√£o √© merito e sim burrice, da√≠ porque muitos n√£o aprendem a pensar, somente seguir o criador.

Perceberemos que o lanche não é de graça. Ate quando?!

Midia social‚Ķ n√£o, √© sentimental mesmo!

Nunca antes imaginei que seriam as emo√ß√Ķes o principal arsenal e vil√£o do mundo moderno.

√Č por elas que vejo muitos se desconectarem do cotidiano para imergir no que outros est√£o fazendo e sentindo.

A cobiça a vida alheia vem aos poucos avançando para englobar também a felicidade alheia.

Em comum reparo que muitos quando perguntados o que √© isso, que felicidade √© essa, respondem sem titubear ‚Äúah √© instagram‚ÄĚ e por a√≠ vai.

Se antes o Facebook me chamou atenção e me impreesionei com a quantidade enorme de sentimentos disponíveis para descrever quem, como e onde estava sendo/fazendo/sentido no dia dia.

Hoje vejo o quanto retrocedemos. De l√° para ca tivemos a invas√£o dos emoticons, dos stickers e at√© mesmo de tik tok onde tudo √© liberado. √Č ser rid√≠culo sem barreira. Isto √© felicidade ou padr√£o de comportamento?

Aqui nenhuma crítica a quem usa, vale sempre lembrar que isto é uma observação a forma pela qual estamos mudando a forma de expressar senão pelas palavras vamos pelos sentimentos.

Me diga o que voce sente ao ver um vídeo daqueles… não diga, faça um e se engaje, sinta que pertença a este mundo fazendo nada menos do que o que todo mundo faz.

Porque no fundo todo mundo é infeliz e não achou outro meio de evoluir e expressar essa infelicidade? Ou porque faz parte da evolução tocar menos e sentir mais.

Evoluir n√£o √© ligar para ouvir sua voz, cuja escuta processa outra emo√ß√£o ao vivo, instant√Ęnea e que requer portanto conte√ļdo para estabecer, manter e terminar o di√°logo.

N√£o, intera√ß√Ķes pessoais s√£o coisa do passado. Coisa de quem n√£o usa autocorretor em texto, de quem ainda tem dicion√°rio impresso em casa, ou se quem reluta ter carro el√©trico simplesmente porque n√£o valoriza interface e software sobre o que a maravilha da engenharia produziu.

A cada dia que passa sinto que sou menos desse mundo, ou ao menos da gera√ß√£o que ai esta e tenho d√ļvida se a minha percep√ß√£o e opini√£o s√£o mesmo enriquecedoras ou retrato do per√≠odo que vivi.

A que chamamos a cooptação da emoção sobre qualquer experiência ou ate mesmo sua valorização exacerbada como meio de vida?

Parece burrice, ou mesmo o padr√£o atual de vida, engajamento, like e por ai vai.

Uma pergunta: da para ser feliz com tantos pensamentos complexos e sem resposta? Claro. Tanto por dentro quanto por fora. E ainda consigo amar, cuidar dos filhos, escutar musica ao passo que escrevo esta reflex√£o de domingo.

Boa semana!

Tem algo (estranho) no ar

Hoje pela manh√£ respondi de forma dura o tweet do secret√°rio de sa√ļde que informou n√£o haver problema com Covid no Rio exceto por 2% das pessoas que n√£o vacinaram.

Ele n√£o se importa.

O alerta esta no fato que pessoas 100 por cento vacinadas em 2-3 doses estão com Covid e isso não esta legal. Nesse contexto em que é normal ter Covid sem sintoma mais grave não descarto o surgimento de nova variante cujo nome ja sugiro: variante paes.

A propagação do virus não tem sido bem aceita. Diz o mundo que isso não esta legal. Vários países se fecharam por conta do alto grau de contágio. Nenhum tem por base a mortalidade ou internação.

Enquanto isso, estamos bombando, o Rio esta aberto as festas e recebendo turistas.

Não há distinção entre o alegado negacionismo do presidente com o liberalismo do governador e prefeito do Rio de Janeiro.

Comum entre eles, ambos são coniventes com a transmissão comunitária para tentar criar a imunização de rebanho.

No Rio fiquei estarrecido com a forma pela qual o setor hoteleiro pressionou para manter a cidade aberta no Reveillon e Carnaval. Porque? Qual o interesse desse setor? O que representa em n√ļmero? Tem dinheiro na mesa? S√£o alertas e perguntas que ficam no ar a partir do momento em que a pol√≠tica p√ļblica se volta para esse setor. Outra coincid√™ncia, disseam que este ano seria pautado o projeto de Lei que autoriza Bingo.

Fato que ano passado, enquanto a guarda estava alta, e as pessoas mais isoladas, não havia papo de gripe, nem preocupação com a transmissão.

Hoje é comum ouvir relato de pessoas que estão gripadas, algumas sem querer saber se tiveram ou não Covid.

Porque?

Sera porque se deram conta, dois anos depois, que tomaram vacina e isso n√£o resolveu a quest√£o do Covid? Ou talvez porque nem mesmo depois de vacinados est√£o dispensados de usar m√°scara?

Bom lembrar que contra essa doença estamos em guerra. Somos soldados de guerra cujo inimigo é invisível.

A percepção que muitos estão cansados da batalha é visível. Não estou nem a considerar os que usam máscara com a napa para fora. Ainda que os ignore porque talvez tenham bafo, ou sejam mal educados, é alarmante o fato que nossos soldados cansaram.

No caos aumenta ainda mais o efeito Bird Box daqueles que, vacinados ou não, de direita ou esquerda, conclamam os outros a sair, viver e sentir a realidade. Vem ca. Saia de casa. Vem ver. Que lindo. Não tenha medo. Esta tudo bem…. Até você pegar, entender que não vai embora rápido, que demora, que parou de sentir cheiro e/ou gosto, se não tiver outro pehengue até melhorar.

O tweet da minha amiga e reporter adaptando a expressão segura peão para segura Covid em comemoração a cidade que esta cheia e bombando é infeliz. De extremo mal gosto. Mal colocado. Por outro lado reflete a forma perdulária pela qual aqueles que estamos habituados de ver e ouvir falar do dia-dia estão cansados, botando o povo as ruas.

Lamentavelmente a TV Globo estabeleceu, ao que parece, um pacto com os governos no sentido amplo. A par da comum reclama√ß√£o do Bolsonaro, que se tornou rotina, o unico foco √© falar da interna√ß√£o dos que n√£o foram vacinados. Nenhum ju√≠zo de valor no aumento das interna√ß√Ķes, da contamina√ß√£o, e dessa pol√≠tica de normaliza√ß√£o do cont√°gio.

Estamos na contram√£o do mundo nesse foco.

Senti bem o aumento de casos quando fui repetir meu exame de sangue no Richet de Botafogo que é sempre vazio.

Desta vez, lotado! Em sete dias a calmaria virou um caos, cenário de guerra. Gente chegando reclamando de febre, visivelmente abatida. Gente aparecendo com e sem marcação. Eu demorei 2h de espera para fazer o cadastro diante de tantos agendamentos e 30 minutos para fazer o exame.

E as seguradoras são perversas, testemunhei a espera de 40 minutos de uma senhora cuja seguradora estava demorando para autorizar. Fiquei pensando, a que ponto chegamos! O agendamento de exame via seguro requer o prévio envio de documentos e solicitação médica. Nem assim a seguradora foi rápida.

Em comum todas as seguradoradoras parece aprenderam bem a lição Prevent Senior relatada na CPI do Covid. Aprovem o básico, apenas o básico. Demorem para fazer uma triagem da manada eficiente e represando a demanda temos uma suposta eficiência ao dosar o gasto.

A senhora com o filho e uma m√£e com 91 anos disse que liberou geral depois da terceira vacina, que n√£o tinha sentido se preocupar.

Então porque estava fazendo o exame indaguei se não tem qualquer tipo de precaução em relação a doença.

Só para comprovar se tem ou não para avisar a mãe.

Ou seja, a consci√™ncia pesa! talvez a consci√™ncia das pessoas seja a √ļnica lembran√ßa do dia de hoje na salva√ß√£o da cidade quando instados a votar, porque os pol√≠ticos do Rio tanto do executivo quanto do legislativo est√£o impunes na autoriza√ß√£o dessas grandes festas. E algu√©m precisa ser responsabilizado por isso. Al√©m do cidad√£o que se prestou a ser idiota util na consecu√ß√£o dessa pol√≠tica p√ļblica.

Enquanto isso, do que adianta ter um protocolo de um n√ļmero que n√£o √© chamado? O que ganhamos na fila do sistema quando o sistema n√£o nos chama? Isso porque n√£o dependo do sus. Se dependesse seria muito pior.

De bom agradeço a Deus por estar superando essa doença vivo. Não sei dizer se a vacina ajudou. Tomei porque não vejo nada de ruim e errado em vacina qualquer que seja. Da mesma forma que muitos não morreram sem vacina, outros vacinados estão morrendo.

Minha crítica não é com isso, e sim com aqueles que eventualmente transmitem sem a qualquer exame moral da história. Afinal fosse uma doença venérea tipo siflis ou hiv todo mundo sai correndo para fazer o exame. Porém no Covid a reação é diferente. Ainda que seja crime passar doença a outro voluntariamente, se for covid parede que isso não se aplica.

Considero que isso é decorrente da falta de instrução e educação, vem desde o berço, quando os pais cansados optaram por dar um tablet ao filho com uso irrestrito. Hoje adolescentes/adultos estão acostumados a viver sua realidade, somente o que lhe interessa e nada mais.

Resumo da ópera: ninguém quer morrer por ninguém, que vergonha, de pensar que Deus morreu para nos salvar.

A (triste) realidade de servi√ßos delivery no Rio

Tem gente que faz de tudo na vida. Outros preferem de cara um conforto. Eu até esses dias nunca me vi numa situação de ter que depender dos outros.

E como tudo tem a primeira vez, uma coisa aprendi nessa luta contra o Covid (afora a irresponsabilidade pessoal, ética e moral de quem me passou e sequer teve a dignidade de uma vez comunicado ir testar) é pedir e aceitar ajuda.

E o supermercado passou a ser o meu primeiro desafio!

Entrei no site/app do Zona Sul, para minha surpresa só poderia comprar até 30 ítens! Como assim? Não escolhi ficar doente a vespera do ano novo. Nem eu, nem ninguém. Ainda que pudéssemos escolher o período para adoecer, o que historicamente numa relação de emprego acontece na segunda-feira feira, certamente após o time preferido ganhar ou ter feito aquele programa auspicioso de domingo, creio ser unanimidade que no ano novo, em especial não.

Ainda que exista quem não gosta, este geralmente posta dizendo que dorme. O fanfarrão ta lá abraçado com alguém no bar, ou na festa. Em comum tem aquele papo que todo mundo usa uma cor, da superstição de santo e por aí vai.

Ninguém escolhe ficar doente na véspera de ano novo, nem de covid, nem de gripe ou qualquer outra doença tipo cancer.

Na impossibilidade de fazer uma longa lista de compras para eliminar esse problema, o impulso do jeitinho criativo (brasileiro) deu um jeito e fiz duas listas de compras.

Isso depois do pehengue de conseguir que o app do mercado aceitasse meu cart√£o, afinal n√£o havia outra alternativa de pagamento e n√£o sei porque raz√£o estava recusado.

Essa tarefa exige tanta paciência quanto tenho de cuidar dos efeitos colaterais e esperar esse virus passar.

Qual n√£o foi a minha surpresa, das duas compras que fiz, a primeira demorou 4 horas para chegar e a segunda demorou 30 minutos.

Não entendi a lógica do zona sul de fracionar a lista de compras. Percebi que não existe ordem de chegada e de montagem da lista. Os itens mais complexos e que em tese exigem mais tempo chegaram antes dos mais óbvios. Nenhum entregador sabe dar informação de qualquer natureza que seja.

Fato: serviço no Rio de Janeiro é ruim mesmo.

Tudo come√ßou quando a cidade se deteriorou a ponto de banalizar sob o r√≥tulo de cultura a educa√ß√£o. Perdemos a chance de capacitar pessoas com uma ferramenta capaz de lhes dar algo que vai muito al√©m da autonomia de trabalhar para ganhar dinheiro e pagar contas. Tiramos deles talvez a √ļnica chance de fazer pensar fora da caixa, entender e lidar com as quest√Ķes complexas do dia-dia e solucionar de modo eficiente atrav√©s da tecnologia.

Isto n√£o acontece no Zona Sul. A m√°quina geradora de tarifa que cobra 15 reais para algu√©m trazer da esquina o pedido funcionou muito bem. S√≥ que o conte√ļdo do pedido √© t√£o ruim quanto a falta de instru√ß√£o.

Se antes da covid tarefas simples como a formação de uma fila para uns ja é quase impossível, agora então fila é coisa do passado.

Fila? Ninguém faz fila. O que precisa ta aqui na telinha do celular, voce da um click, joga para cima no instagram, adiciona no carrinho, taca-lhe pau e vai.

Pena que o mundo não gira na vontade, na foto e nos conceitos do virtual. Ler e opinar sobre um serviço, se não for no reclame aqui ou em ação judicial para buscar um trocado esta em falta.

Os efeitos nocivos dessa falta de instru√ß√£o s√£o por hora permanentes. Em comum se replicam no efeito pandemia nas m√ļltiplas plataformas. Ja pedi no Rappi e meu entregador se perdeu do Jardim Bot√Ęnico ao Flamengo acabou em Santo Cristo.

S√≥ depois entendi porque muitos me telefonaram para oferecer ajuda na quest√£o do mercado. √Č senso comum que nenhum desses meios digitais de compra s√£o eficientes. √Č tudo ruim, para pior. E para azedar, no Rio de Janeiro, comparado a S√£o Paulo por exemplo √© um abismo‚Ķ para pior.

E n√£o esta ok.

Uma tarefa simples quanto receber uma lista por ordem de chegada e separar produtos solicitados independente do contato para substitui√ß√£o em caso de aus√™ncia esta exigindo muito de determinadas pessoas e suas institui√ß√Ķes, quem dela faz precisa ler, interpretar, seguir o script, no futuro tarefa de iluminati.

Sinto que assim como na vida, na política e na turma do nhem nhem nhem existe um propósito de desconstruir a sociedade através desse comportamento erratico, da polarização tanto da esquerda quanto direita desse lutas em detrimento de assuntos importantes.

E o reflexo da falta de educação e instrução é uma responsabilidade política de todos os grupos. Até então os projetos pedagogicos fracassaram, as ideias foram ótimas no papel e agora o que se tem é gente escrevendo menine, fazendo interpretação literal e pregando pela constante luta e ampliação de direitos sob qualquer bandeira.

Que n√°usea, vou parar e me recuperar.

To gripe, or not to gripe, that is the question. A resposta aqui √© Covid.

Tanto se fala em gripe na cidade que acordei pela manh√£ e resolvi fazer um teste, ja que ontem ao longo do dia fiquei congestionado.

Para minha surpresa, 10 minutos depois, veio o resultado a seco enquanto aguardava o Paulo no laboratório.

A atendente passou e falou, voce que é o Pedro né? Acabamos de fazer o exame duplo… então vai para casa, esta positivo.

Como assim? Positivo? Será que o exame não falhou?. Não respondeu a atendente, esta positivissimo. Cerca de 5 minutos depois retornou dizendo que o Paulo também está covidado.

Modo covid ativar: o que parecia uma simples gripe agora é simplesmente Covid.

E isso não é nada legal.

Mal chegamos ao ano novo, tanta propaganda de vacina, tanta m√°scara 3M nova, tantas viagens mundo afora e deus quis que eu enfrentasse isso no Brasil, ao lado do meu amor.

E na falta de noção de onde veio tenho como marco o fato que domingo dei carona para alguém que depois revelou estava gripado.

Agora entendo o potencial risco que essa gripezinha pode trazer. Tamb√©m entendi, quando relatei o que passei a todos que ao longo da semana encontrei, a falta de import√Ęncia em torno do tema.

Eata muito na moda um filme em cartaz horrível que fala do final do mundo. Tem uma galera de esquerda na imprensa querendo se apropriar da história para fazer um paralelo com o governo.

Hoje tenho convicção que tal paralelo não existe.

Se existe culpa nisso é a falta de amor de pai para filho que começa quando o pai opta por entregar um tablet ao filho ao invés de dar amor, educação e instrução.

Isso criou uma massa de pessoas sem dimensão do alcance da mente e que vivem uma teoria da relatividade segundo a qual tudo pode desde que lhe é relativamente legal, animado e conveniente.

N√£o √© legal ter que confrontar esses fatos para escrever estas palavras enquanto felizmente nenhum sinal maior apareceu. Por√©m o dever se vigil√Ęncia imp√Ķe que sejam escritas, digeridas por todos.

Agora veja so, ontem comi um sanduíche na rua, ainda que assintomático tirei a máscara para comer e beber. Quantas pessoas podem ter sido postas em risco por isso?

Era minha intenção? Claro que não.

Aconteceu…. E tem gente que defende o reveillon e o carnaval… poderia dizer muito sobre isso porém agora vou pensar na nossa recuperação, pensando no meu companheiro.

√Č sobre isso.