Porque eu nao vou tomar a vacina da gripe!

Confesso nao resisti falar de um tema que muito escuto pelas ruas…. Amigos, desconhecidos, pessoas em geral indo a um posto de vacinacao, fazendo a um politico (ou deputado) amigo varios pedidos de dia, hora, enfim, pistolao, todos respondidos da seguinte forma: O governo detem um amplo e bom sistema de vacinacao, alias, esse é um dos poucos que funciona sem problema a excecao da questao do cartao de vacinaco que nao sei onde esta talvez nunca devo ter tido e certamente muitos como eu devem ter perdido por ai.

A questao para mim é a seguinte: vacina generica para massa é sempre uma surpresa, como saber e ter a certeza que os efeitos colaterais serao menores do que os beneficios? Afinal todos os procedimentos na medicina estao sujeitos ao binomio beneficio – risco e francancamente nao tive a prova que o numero de mortes por gripe, no RJ, é maior do que o risco de tomar a vacina e dos muitos efeitos colaterais que ja ouvi por aqueles que ano passado tambem tomaram

Laboratorios trazem saude as pessoas atraves de medicamentos eficazes contudo tambem sao os maiores encubadores de doencas e pragas do mundo, uma pandemia de gripe pode bem ser o efeito esperado por aqueles que a pretexto de um atchin ou tosse vendem logo uma vacina para estancar e embuchar a conta no governo, pois é existe muita tecnologia e interesse por tras desses mililitros vendidos para o governo, prefiro assumir o risco, deixa a vida me levar e dar esse custo a menos para o governo ja que a minha vai sobrar.

MUSICA !

Muito mais do que a organização de sons (e silencio) ao longo do tempo – que pre-organizados em partitura compõe a harmonia, melodia e ritmo – a musica sempre teve um papel fundamental na minha vida. 

Aí vai uma dica: não importa o estilo e a música que se escuta, importante é estar aberto e, se em um dado momento voce se sentir ser tocado pelo que escuta, não foi por acaso e sim por sintonia… 

 

 

O que passou, passou
Não volta nunca mais
O que passou, passou
E só experiência traz
Por isso que eu não vivo de passado
Sigo olhando pra frente
Com Deus do meu lado
Falar que vai correr atrás do tempo perdido
Falar que vai fazer o que não tinha conseguido
São meros desejos
Sonhos que já passaram
Pessoas que passam a vida se culpando porque erraram
Mas a parada é sempre olhar pra frente
Manter a cabeça fria
Mesmo embaixo do Sol quente
Junto com o DJ em cima da batida
Vou mandando a letra
Eu vou mandando a minha rima

Donna Summer, conhecida como a rainha da era das discotecas, morreu hoje aos 63 anos! mais uma que perdemos na dura batalha contra o câncer.

(Folha) Donna, filha de um açougueiro e uma professora, nasceu como LaDonna Andrea Gaines. Cresceu ouvindo músicas de Dinah Washington, Supremes, Dionne Warwick e Janis Joplin.

No ensino médio, se juntou a um grupo chamado Crow. Mais tarde, trabalhou fazendo backing vocal para o grupo Three Dog Night.

Em 1971, como Donna Gaines, lançou seu primeiro single, uma cover de “Sally Go ‘Round the Roses”. Ela se casou em 1972 com o ator austríaco Helmuth Sommer, de quem adotou o sobrenome, modificado para “Summer”, e teve sua primeira filha em 1973. Pouco depois, se divorciou.

Summer também foi casada com o músico Bruce Sudano, com quem teve outras duas filhas.

Ainda no início dos anos 70, cantando como backing vocal, Summer conheceu os produtores Giorgio Moroder e Pete Bellotte, nomes que ajudaram a dar forma à era disco. Em 1974, lançou seu primeiro disco, “Lady of the Night”.

Em 1975, ela levou a Moroder algumas ideias para a canção que viria a se tornar seu primeiro grande hit, “Love to Love You”, lançado na Europa. A música alcançou as pistas dos EUA e do resto do mundo logo depois, como “Love to Love You Baby”, chegando à segunda posição na parada “Billboard” em 1976.

A partir daí, reinou absoluta e passou a movimentar as pistas de dança de todo o mundo até o início dos anos 80, quando tentou se lançar em outros estilos musicais. Em 1983, lançou o sucesso “She Works Hard for the Money”.

Summer investiu também na carreira de atriz e apareceu no filme “Até que Enfim é Sexta-Feira” em 1978.

O 17º e último álbum de Donna Summer, “Crayons”, foi lançado em 2008.

Numa de suas últimas vindas ao Brasil, Donna Summer fez shows em São Paulo e no Rio, em novembro de 2009.

Pode ou nao pode?!

Hoje na TV uma materia nova aborda um assunto antigo: qual o limite que os pais devem dar aos namorados dos filhos para dormir em casa? Onde o amor nao é bonito? Acho que a questao se relaciona com a maturidade dos filhos e da relação que eles tem com a familia e meu instinto diz que tudo ocorre no seu tempo, que tempo é esse não sei, não sou pai e quando filho nao foi rapido, mais o tempo suficiente para ser feliz para o resto da vida assim espero.

Quando mais é menos?!

Recentemente li um artigo em que alguns cientistas chegaram a afirmar que estamos nos tornando mais distraídos – e burros – em função do uso excessivo de tecnologia, fato que nos impõe a pensar qual o uso – e benefício – que realmente obtemos da tecnologia e qual posição ela deve estar em nossas vidas.

Não estou dizendo para não usar, mais tenho profunda preocupação com analfabetos digitais que são aqueles que manuseiam o computador por instinto, e não como um meio, para obter informação.

Tudo no computador é diferente porque virtualmente não existe verdade absoluta, existem versões diferentes para cada fato, e para nós que detemos um tipo de informação, cuja fonte analógica advém de livros e estudo, esse exercício de fixação – e vida – tem um valor inestimável, e a qualidade de se aperfeiçoar no tempo.

Daí porque entendo que a galera digital, aquela que nasceu depois dos anos 90 ate os dias de hoje, precisa, necessariamente de um projeto educacional que contemple disciplinas tradicionalmente conhecidas.

O motivo é muito lógico, da mesma forma que os cientistas dizem que tocar piano auxilia no aprendizado da matemática……… a leitura, a escrita, o desenho, a caligrafia, dentre outros, desenvolvem uma dimensão importante na formação do nosso SER, que não podemos abrir mão seja qual for o preço, e isso implica em repensar qual a função da escola e se aquele colégio que tem como atrativo o uso de computador, aula virtual e exercícios on-line realmente contribui para melhor desenvolver o indivíduo.