A arte da guerra

O título é o nome do livro escrito por Sun Tzu que basicamente ensina, num resumo rapido e superficial, que devemos sempre ter uma saída para os embates. Seja ganhando ou viabilizando uma saída ao perdedor.

Nesse livro quem ganha, quem perde, não ganha nem perde. No final todos perdem, ainda que uns se digam vencedores.

Recapitulando, em um mercado alguém comeu um morcego ficou doente e esse virus espalhou para o mundo inteiro.

Não temos com outras nações transparência para avaliar, julgar, criticar e até mesmo entender daqui de longe quem esta ganhando com isso. Embora muitos brasileiros são destemidos para apontar o dedo na rua e afirmar certas coisas, quando a responsabilidade vem, pensam duas vezes. E muitos se omitem.

Grande parte das soluções também são feitas na China. Disso o vírus não tem culpa. Culpem os trabalhadores, os sindicatos, os direitos sociais, plurais, reais, surreis, as leis, os políticos, economistas, culpem a si mesmos por não valorizar, não fornecer educação em larga escala, não pensar no Brasil enquanto potencia e nação, porém os chineses, não.

A desordem, o caos, a polarização, a falta de disciplina e liturgia não vem de lá. Também acho, devemos pensar antes de replicar situações e frases de cunho ideológico só porque alguém faz.

Ao final do dia, parece que poucos andam para a frente e muitos empurram o Brasil para trás . Essa característica se instalou na cultura do poder e não sai. Permite retransmitir, difamar, instalar o caos ao invés de falar, pensar, escrever, avaliar, reavaliar e buscar contribuir.

Parece que não existe o meio termo. A opinião é extrema, ponderar é difícil, e a representação disso na base do diálogo, não forma posição. Os que dialogam não são direita, esqueda, nem centro. Estes não são nocivos.

Não foi a china que inventou a midia social, o desenvolvimento a base do retweet, e da criminalização de opinião. Isso é um mal da civilização.

Não estou fazendo apologia a China. De igual forma não posso admitir o debate polarizado na questão do termo genocida tendo em vista os bilhões gastos para conter o virus.

Onde estão os respiradores? Quantos hospitais de campanha fizemos? A qual custo? Em quais regiões? Porque? Quantos hospitais construímos? De onde compramos os equipamentos? Estão funcionando e mantidos ate hoje?

Silêncio.

Nenhuma intenção de politizar, reclamar, ou afirmar, apenas expor, por escrito e sem apagar, como penso.

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