Motociclista – quando a exceção se torna regra, gera caos.

Assista: youtube.com/watch

A postura da grande maioria dos motociclistas no transito irrita.

Parece que são os donos da rua. Andam na faixa que querem, raramente em linha reta, muitas vezes seguram o guidom com uma só mão.

Furam sinal, apagam o farol, andam na contra mão, na faixa de pedestre, na calçada, em qualquer lugar como se fossem os donos da rua.

E quando um erra a mão e cai, se juntam em defesa e acusação contra quem colidiu.

Sabe lá se eles tem CNH ou mesmo se são habilitados para a categoria.

Muitas perguntas tendo em vista as atrocidades que filmo e vejo diariamente no trânsito. E não é uma exceção, a falta de atenção das motocicletas para o trânsito virou a regra.

Eh algo que precisa mudar.

Algumas são as perguntas não saem da cabeça:

1. Onde esta a polícia para multar

2. Onde esta a secretaria de ordem publica municipal

3. Porque na Blitz não são parados?

LUTO

Terminar uma relação duradoura não é fácil.

Porque vive-se varias etapas, algumas em conjunto, outras em separado. Todas são necessárias e indispensáveis ao fim do relacionamento.

O comum a todas elas é o LUTO

Perguntado se estou vivendo ele hoje pela manhã respondi:

“Se considerar que LUTO é uma emoção forte que recai naquele que perde alguém, estou nele sim. Estou tão distante quanto morto. Vivo HOJE uma tristeza que nasceu da carência dessa estrutura de vida morta. Fui muito apegado a ele portanto o sentimento é intenso. Vivo isso a cada dia, ao contrário dos fracos não busco outro norte para acalmar esse aqui não. Não me deixo iludir ou reprimir esse sentimento, que como tudo na vida passa”

Se existisse fórmula mágica e imediata teria sido o primeiro seguidor de carteirinha. Como não existe adotei algumas posturas que tem ajudado, me dão paz de espírito e acho vale a pena compartilhar. São elas:

1. Desejar e fazer o bem ao ex marido. Não é porque hoje não deu certo que será excluído do acervo afetivo. Amizade deve prevalecer. Ainda que incompreendido e excluido a forma amorosa.

2. Respeito a história é fundamental. Por muito tempo deu muito certo, depois não mais. Ainda que no fim eu reflita sobre os erros, não deixei questões pontuais se tornem pontos principais do término.

3. Escolha não viver com negatividade nem ignorar a digestão desses passos. Banalizar emoções é uma violência contra si indigesta.

4. Com os dogmas da relação quebrados, todo dia é uma grande incerteza e insegurança. Não preencha esse vazio com o que dizem outros, e sim com o que voce sente, quer, e faz.

As vezes me sinto um ET, as vezes me sinto bem, por horas mal, contudo em nenhum momento deixei de sentir e ser eu mesmo e isso não tem preço.

Viver isso requer amadurecimento. Lidar com a relação terminada com maturidade e seguir na vida ainda que com dificuldade faz parte.

Ninguém disse que viver seria fácil? ou que não seria perigoso.

Carnaval: o melhor

Assista: youtube.com/watch

Estou nesse período a repensar os blocos de rua.

Sou a favor da construção de um Blocodromo na forma octogonal. Cada lado entra um carro e os foliões vao se voltando para o carro da vez.

Não sinto falta da vulgaridade que rola nesse período de carnaval, que aliás, ja denunciei em video censurado pela midia social.

Imagina, se não é próprio para a mida social, porque estou submetido a ver isso sem filtro?

Quem mora na Zona Sul fica impedido de sair de casa por conta da multidão. Muitas vezes não dão passagem e se dizem com razão.

Sair a pe torna-se um risco, você não sabe se vai ser mijado, molestado, criticado, assaltado, tudo em nome do carnaval.

Foras de si perambulam pela rua sem censura, sem limite, sem censo de propriedade.

Esse carnaval os frustrados continuarão como lobo em pele de cordeiro. A falta de um dia para como esse para extravasar na rua vai ser muito ruim para aqueles que dependem desse evento como oxigênio.

Final das contas esse carnaval vi um Rio de Janeiro ha muito não vivido. Trabalhei pela manhã, fui nos meus pais, circulei sem maiores complicações, sem o direito de ir e vir desrespeitado.

E talvez seja o momento de profissionalizar essa questão dos blocos, porque não?

Voce que vive!

youtube.com/watch

Estamos prestes a completar o marco de 1 ano de vida sob o risco de morte pelo Covid.

Nesse meio tempo o mundo parou, todos no modo sobrevivência deram um CTRL + ALT + DEL nas relações profissionais e pessoais.

Quem não pode, trabalhou.

E quem em casa ficou viveu dias mistos de resident evil com walking dead.

Não temos motivos para comemorar, ainda que a vacina esteja batendo a porta do país da propaganda, sabemos que para chegar até nós vai demorar.

Estamos na última fileira da classe turística da cadeira de avião adaptada a Arca de Noe.

Nela ao invés de cultivar a relação com o próximo e nos voltar ao próximo, em reconhecimento, homenagem ou até mesmo respeito a quem ficou, muitos se mantém em vida e relação artificial.

Esse tempo ja foi.

Proxima onda não será de Covid.

Se engana quem acha que esse virus ou sua variante são os violões da humanidade.

A próxima onda é o derretimento do que se tem por valor da moeda. Esta acontecendo agora mesmo.

Só que isso será objeto de uma nova reflexão, próximo capitulo.

Bom domingo!