Como fica o alegrinho?!

Sem querer levar a lebre para a seara mãe bebe, a cultura de aceitar o alegrinho filho do outro, pode ser um dos elementos culturais de posterior rejeição a nossa natureza afetiva hein?! O que acham?

Ja ouvi de tudo, desde o famoso “alegrinho e simpatico é o filho dos outros, mas aqui em casa não” até mesmo “viado é o filho dos outros, o meu é homossexual”.

Em respeito a esses “pensadores” fofoqueiros ou não, lhes digo que houve um tempo, não muito distante, que casar com mulher que não era virgem, não era uma atitude bem vista! De virgem maria a maria virgem, essa condição era louvada.

Depois vieram as moderninhas, libertinas, chame as como quiser, fato é que esse grupo conquistou o emprego, o divórcio, o sexo, enfim, muita liberdade e nem todas foram tão discriminadas, violentadas, alvo de discussão e perseguição como nós fomos?!

Me coloco no contexto, na medida em que optei por viver as claras, sem medo ou preconceito até mesmo em relação aos senhores que, sem entender exatamente o que passa em nossa cabeça, optam por nos tratar individualmente na extrema formalidade a reconhecer um laço que nos envolve. 

Para esses senhores, tambem lhes dedico bom feriado e bom final de semana. 

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