Ontem escrevi sobre o porque não acredito que o preço da gasolina venha baixar no Brasil. Resumo da ópera está no fato que existem varias bocas na formação do preço que se beneficiam da atual estrutura tributária para lucrar.
Então a recente materia no jornal abaixo so vem a comprovar o conluio dos usineiros com as distribuidoras. No final das contas não estamos discutindo a geração de emprego, desoneração ou reforma do Estado.
É um golpe contra o povo. Que terá em princípio na saída do carro elétrico uma solução para aniquilar esse setor arcaico de produção de combustível.
Infelizmente. Estamos perdendo. Pelo menos aqueles que como eu entendem de mecânica, apreciam autos desvalorizados.
Também perdem todos os consumidores. E não é de se estranhar que os usineiros vetem a entrega direta do combustível sem a distribuidora. Como tudo no Brasil a atividade deve ser exercida com uma cadeia de gastos de forma a tornar atrativo esse método.
Hoje com 45 anos olho para traz e não consigo achar um momento em que o preço do combustível estivesse fora do debate nacional.
Sempre caro, como tudo no Brasil parece que a moda é justificar o aumento no mercado externo, como fonte e balizador de preço.
Cada vez mais claro, com o passar dos anos, estamos recebendo sempre o pior.
Ja reparou no mercado que as frutas e verduras parece estão em pior qualidade?? E não é de hoje, o que me leva a crer, estamos exportando as melhores.
Algo semelhante ocorre com a gasolina que leva um percentual elevado de álcool. Contudo se ate pouco tempo os usineiros consumiam cerca de 10 por cento do preço final do produto, hoje eles avançaram.
Fato que esse país não é para amador. Bastou o presidente colocar em pauta a discussão sobre a liberação dos impostos que li uma reportagem com um quadro justificando a eventual falta de importância e peso do icms na gasolina.
O quadro da formação de preço não é diferente do caos que vive o Brasil, senão vejamos.
Esta claro que produtores e distribuidores levam boa parte do preço. No Brasil questões tributárias fizeram a segregação desse negócio que depende do mesmo fabricante, ou seja, criou-se dois potes para tributar e ganhar da mesma fonte.
Além disso, sim os impostos pesam no preço dia-dia.
Na pandemia, no auge do lockdown em abril de 20 esse grupo que parece um cartel decidiu faturar na distribuição o que não ganhou na produção.
E o estado ta la cobrando uma agiotagem de quase 30 por cento enquanto o governo federal vem reduzindo seu percentual.
Curioso como tanta gente defende o fim da corrupção e acha aceitável esse jogo de interesse entre estado, produtor e distribuidor que levam aí 20-30 por cento na cara dura. E os usineiros também estão a caminho do mesmo percentual afinal o etanol antes na base de 11-12 por cento esta chegando a 15. Ja o produtor e distribuidor compõem 50 por cento.
Quanta hipocrisia dizer que o icms não influi no preço, basta rodar 200 km e cruzar a fronteira do Rio com São Paulo que tomamos um susto com a diminuição do preço da gasolina.
A equação deveria ser inversa, os estados deveriam reduzir suas participações antes do tesouro abrir mão de sua parte contudo existe claramente um jogo e interesse político em gastar o assunto colocando o governo federal em evidência.
Portanto entendo que a leitura da reportagem claramente direcionada a preservação das receitas do estado nos sabota. Nesse pote ai muita gente mama e claramente o governo federal e o que menos manda.
Entendendo esse quadro num olhar amplo o único que perde aí somos nós. E vamos continuar perdendo por algum tempo…
Há dois anos atrás quando conheci o Carlos e falei sobre esse projeto, não sabíamos como iria acontecer nem como fazer.
No início, procurei nas padarias existentes por maquinário. Não funcionou. Tentamos o mercado de usados e também não vingou.
Ai veio a pandemia. E Deus tocou no coração de muitos que vieram nos procurar querendo ajudar. Primeiro veio a ajuda com a entrega de alimentos que iriam estragar e a produção de quentinha acelerou. Depois veio a confiança para ajudar e acreditar o quanto se pode fazer bem ao próximo com tão pouco.
Ajudar o próximo é um ato de amor. Matar a fome é uma benção. Ajudar essa corrente de bem não é fácil quando temos aí tanta propaganda e tanta gente descompromissada.
Então resolvi agir, e conseguimos fazer a comida chegar a quem mais precisa. Com muito pouco. Essa é a multiplicação dos pães, como rende, como é barato, como é mais fácil do que parece e quanto tabu existe para dificultar ajudar o próximo.
Superamos essa dificuldade juntos. Obrigado a quem me ajudou. Nesse projeto descobri que existe carência de profissionais na área da panificação. Espero poder ajudar. Também descobri que existe igual dificuldade para conseguir confeiteiros.
Derrepente tive a ideia de expandir e fazer a confeitaria social. Enquanto isso vamos produzindo pães para todo mundo. A venda de uns financiará a produção daqueles que tem fome.
Derrepente o Talibã é para o mundo a volta dos que não foram.
Dias atrás enquanto pensava alto e escrevia sobre o que não sabia e os motivos pelos quais a ordem não poderia ser cumprida em hipótese alguma, adotei como uma das justificativas a explicação que a decisão não se baseava no meu desejo, e sim que haveria uma barreira geografica e política para tomar a decisão.
Entendi que aquele lugar também simboliza disputa de poder de presumido interesse de outras nações. Afinal como conseguiram se financiar por tantos anos para comprar aquelas armas?! Tecnologia de guerra e armamento não vende na esquina na economia organizada. É item de guerra. Isto os impede de serem livres, pois sempre sujeitos ao controle político e econômico de alguém.
Eis que surge um artigo na folha de São Paulo que discorre sobre um comunicado de um líder para que este regime que renasceu para o mundo faminto, e com sede, seja moderado.
Rótulos a parte é difícil conceituar sob qual outro regime a solução desta equação vira. Ainda que sem informação, entendo que o traço comunista histórico daquele país que cedeu ao capitalismo que impulsiona o mundo pelas relações de consumo esta se mostrando como uma saída ou interesse.
De forma muito crua e rudimentar, tchau estados unidos, pare de impor a conversão ideológica de sua democracia de forma compulsória. Esse povo vive assim e assim viverá. São meus vizinhos, viverão assim.
A nós restam fragmentos de notícias e relatos que vão desde violência e intransigência, morte, fuga e medo. Basicamente pela notícia acerca do quanto é ameaçador o fundamentalismo islâmico.
O Brasil historicamente se alinha aos Estados Unidos na política e na economia. Ate cede para a economia americana. Porém depende igualmente e agora muito mais da chinesa e asiática.
Existe certo e errado nisso? Qual a nossa posição?
Em meio a essa questão do Talibã e as negociações que sucederão com a Russia, o que estamos fazendo com o Brasil violento? Que mata de fome? Não oferece serviço público decente, enxuto e eficiente contudo critica e opina rapidamente.
Uma nação cujos trabalhadores não vivem bem do salário apesar dos amplos direitos estabelecidos na constituição.
Precisamos entender um pouco mais as motivações, as vezes pelas matérias que leio parece que vivemos geograficamente uma guerra de poder na formação de um bloco e reafirmação de regime similar ao que seria uma guerra mundia, fomentada não apenas com munição e sim com artigo e mídia de jornal/pessoal.
Se isso fosse ruim porque o congresso e senado aprovaram a possibilidade de estrangeiros adquirirem no CPF terras nacionais? Em qual ponto e posição estamos cedendo aos efeitos reflexos dessa guerra. O que somos?