Pós Natal

Em retrospectiva ao ano que passou, aprendi….

1) Não tenho controle sobre a minha saúde, posso apenas seguir – preferencialmente – as recomendações médicas para evitar ficar doente.

2) Não tenho controle (nenhum!) sobre as reações fisiológicas que ocorrem no meu corpo, e a percepção de tais fatos me torna… humano.

3) Também percebi que não existe amor na vida maior do que aquele que temos por nós mesmos.

4) Não devemos viver sendo dependente de outros, ainda que nosso íntimo deseje tal circunstância, porque tudo acaba, os outros também cansam. Amor, amigos, família, tudo pode passar, fica só o que somos, sentimos e fazemos por nós mesmos.

5) Vivo um grande amor, que passou por um mega, impensável é inimaginável ajuste… para melhor!

6) Existe perda de peso sem a necessidade de evitar a coca cola! sacrifício foi menor do que o esperado, terminei o ano com -3 KG em peso, -7KG de passa gorda e +2 KG de massa magra. Basta mudar a alimentação, dedicar 30mins/dia de exercício e ter paciência, muita paciência.

7) Nada como tirar férias, em grande estilo!

8) E por falar em férias, a inveja se manifesta sob inúmeras é diferentes formas, seja qual for, o intuito é o mesmo: desconstruir voce. Aos invejosos, canalhas, falsos e sem vergonha, lhes desejo toda sorte e todo amor do mundo. Não serão alimentados por sentimento diferente desses nem eu tenho tempo para gastar pensando algo diferente.

9) Não sou mais importante que meus amigos.

10) Ja fui julgado pelo que não falei, pelo que não fiz e não faço, simplesmente porque existo.

11) Sou inquieto, tenho medo de me acostumar com o presente, esquecer o passado e não fazer hoje o futuro. Futuro esse que não é o que tememos, e sim o que ousamos.

12) Consegui fazer novas amizades, desfrutar da companhia de pessoas maravilhosas, cuja energia somou, e muito, no meu dia-dia.

13) Nao desisti das pessoas, nem dos presentes, nem dos ausentes, é apenas um estágio temporario. A reflexão desse status quo me levou a fazer novas amizades, seguir em frente.

Aprendi a viver.

Sou grato pelos amigos que tenho.

Ontem com a ajuda do Goiaba e Javier consegui reunir um grupo que ha anos não se via para um churrasco e cerveja.

Foi muito bom e agradável.

Quando terminou, apaguei a luz com a certeza que esse dia se repetirá ano que vem.

Viver é tentar até morrer, eventualmente acertar e certamente aprender, não importa o resultado.

Achei que seria bom se conseguisse mudar a pagina de alguns problemas… se ao menos conseguisse repetir rotinas que sabidamente me fariam bem, que não trariam dor, que ao final traria amor próprio, seria ótimo.

Não consegui.

Não fui bom o suficiente para corresponder as minhas expectativas, embora tenha sido excepcional e muito bem sucedido em ter lidado com a aposta, traçado um plano de ação, inicado a execução e por falta de disposição interna, ânimo, motivação e pela incapacidade de ligar os pontos, terminei diante do fato que poderia nessa batalha sair pior do que entrei.

Era óbvio?

o que restou?

Apos a decisão, em breve novo recomeço!

Ora, essa luta perdi, ja a batalha e o desafio, que consiste em superar certas limitações continua… imediatamente após lidar com a ferida.

to be continued!

O que não tem sentido, o que não tem juízo.

é difícil falar sobre o que não tem conserto…

pior ainda sobre o que entendo não ser errado…

não consigo entender o que motivou um juiz estadual a deferir parcialmente os efeitos de um pedido no sentido se permitir aprofundar os estudos inerentes a sexualidade.

como se doença fosse? pior como se proibido fosse.

permitir o estudo sobre o que não é uma doença no país em que, lamentável o que se vê são políticos desvirtuados da causa pública e instituições sem destino, é um desastre.

isso, para não pegar pesado.

não resisto pensar o que passa na cabeça desse juiz cuja urgência para esse assunto provavelmente se sobrepôs a muitas outras nos inúmeros processos que tramitam em seu cartorio.

talvez tenha sido bode espiatorio e/ou formação de plateia para ocultar alguma notícia + importante ou até mesmo um “fora Temer”.

não me parece razoável tampouco sensata!

será que ele, incompetente, reflete o entendimento do Poder Judiciario?

será que essa decisão absurda e indecente vai prosperar? ate quando?

em movimento

Poxa que dia dificil.

Que semana pesada.

Nem o feriado aliviou.

Tantas vezes parei, olhei para o lado, quieto fiquei, nada falei, sozinho fiquei, perdido nos sonhos e na esperança que em algum momento no meio dessa zona tudo vai se resolver.

Espero que logo.

Por favor, esta difícil ficar de pe em meio a tantas quedas.