Reality check

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Enquanto estou na sala pensando sobre a importância da conquista de ser cidadão, olho pela janela, escuto o barulho e vejo uma multidão celebrando a formatura.

Bem no ano de covid, bem no dia da eleição.

Esses jovens são a materialização da falta de atitude, civilidade, zelo, consciência cidadã e coletiva até mesmo da cidade onde moram.

Será que são mesmos todos daqui?

Pouco importa. Eles representam a infeliz nova atitude social e moral que se instalou nas vidas das pessoas, a jato, impulsionada pela universalização da internet através do telefone celular.

O foco saiu do que precisa ser feito, para o que voce esta fazendo e modernamente para o que voce esta sentindo, ou o que é pela rede moralmente aceito.

Faltam 12 eleições para que eu possa afirmar ter cumprido integralmente com a minha obrigação enquanto cidadão.

Se pensar que a cada 4 anos temos majoritarias, e que um presidente tem ficado 2 mandatos na presidência, esta ficando cada vez mais restrito a chance de mudar.

As gerações seguintes não entenderam a importância do voto. Exceto que o governo para eles falhou e tem falhado em todos os sentidos, poucos são aqueles que realmente enfrentam esse dever com convicção e maturidade.

Não ha nada a comemorar hoje, nem amanhã. Exceto pela obrigação de votar para quem precisa, e pensar no quanto esse governo em todas as esferas precisa melhorar para atender o povo, não há nada a fazer.

E pela polarização, pela formação de time, pela baixaria que historicamente se tornaram as eleições no Rio temo pelos cariocas.

São os únicos que de fato não ganharam e nada vão ganhar. Se isso for um projeto político e de governo fazer uma ma formação de cidadãos, parabéns, trabalho bem feito.

Caso contrário, pensamos logo existimos, vai mudar espero que para melhor, um dia… um dia…. alguém ajuda?! Tá difícil esperar e viver assim.

Quem casa quer casa ou vice versa!

A vida passa rápido, num piscar de olhos envelhecemos, atingimos ou mudamos objetivos, acertamos, erramos e por aí vai.

O dia de hoje representa bem isso. Quando me assumi e resolvi viver a minha vida, de peito aberto e sem medo, a primeira coisa que fiz foi me mudar.

Mantenho algumas redes para guardar as memórias do que foi inesquecível. Esse foi um deles.

Minha vida, meu olhar

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2020 foi o ano que consagrou o “ilegal, e daí” na sociedade. Ao final do ano estou impressionado com a abundância de situações absurdas, que hoje são rotineiras e corriqueiras na cidade.

Ninguém respeita o transito, motoqueiro de chinelo, sem sapato, sem jaqueta, sem calça faz um baile no trânsito e comemora o agora legalizado corredor da morte.

Motoristas param em fila dupla sem qualquer constrangimento. O transito pode esperar. Alias se o transito espera (lembrando que para obter CNH é preciso de uma aula e prova) a cidade, o estado, aliás, o Brasil também pode.

Afinal esses são os protagonistas do futuro que queremos, ou que assistimos, ainda que no espanto.

No campo político o caldo esta pior ainda, aqueles que não tem identidade com qualquer dos candidatos não votou, sequer foi votar, ou seja, 3 em cara 10 não vota. Dos 7 restantes 1 vai embora entre brancos e nulos. E aqueles que buscam voto se degladiam numa maioria de 3 para a ganhar.

Não, não foi um ano fácil. A midia social virou umbilical, e muita história chata no ar. Sim, o trabalho esta acelerado, a saúde saiu de férias, deu um susto, e estou aguardando a justiça para descansar no recesso forense.

Assim caminho, ao lado da humanidade