2020 em poucas palavras

Aprendi que ano com número repetido não é bom de viver.

Felizmente esse mal eu não viverei novamente.

2020 foi duro em toda a humanidade, ao tempo que escrevo esse texto, pessoas morrem. O ano parece que foi um imenso BBB.

Fico com Elis por hora

Eu já estou com o pé nessa estrada
Qualquer dia a gente se vê
Sei que nada será como antes amanhã

Que notícias me dão dos amigos?
Que notícias me dão de você?
Sei que nada será como está, amanhã ou depois de amanhã
Resistindo na boca da noite um gosto de sol

Num domingo qualquer, qualquer hora
Ventania em qualquer direção
Sei que nada será como antes, amanhã

Que notícias me dão dos amigos?
Que notícias me dão de você?
Sei que nada será como está, amanhã ou depois de amanhã
Resistindo na boca da noite um gosto de sol

Para 2021 quero esquecer esse ano, exceto pelos aprendizados, não houve nada proveitoso para repetir.

Eh isso.

Então é Natal.

youtube.com/watch

2020 foi um ano difícil. COVID está aí, uma ameaça invisível que permeia nossa existência como uma assombração.

É um mal é assutador, é rapido, impiedoso.

É talvez o que faltava, para conceituar e definir o novo normal.

A medicina segue na base da tentativa e erro amenizar a dor, ou prolongar a vida dos que são indefesos.

Infelizmente ela não é a salvação para o que se tornou a humanidade. Derrepente alguns no mundo até então apagados e esquecidos resolveram dizer que é normal viver sem convívio, sem exposição, distantes, sem contato.

O mundo avanca na eletrificação das pessoas. O telefone celular apreende as mesmas numa realidade cruel, num vicio impessoal, embora socialmente admitido.

Não vi em peças jurídicas e ate mesmo julgamentos que presidi e contribui, peças com narrativas lógicas, precisa, tanto na escrita quanto no raciocínio.

O mal da humanidade é tercerizar as pessoas em todas as suas funções, independente da capacidade.

Uma década perdida, de politização da justiça, do trabalho, do viver.

E no mundo um tremendo vazio.

Isso não tira, e nem assim, perco a esperança por dias melhores. Foi um ano difícil, tanto no lado pessoal quando no profissional.

Haverão muitas outras páginas neste ligro, se deus permitir ainda vou falar e escrever muito.

Enquanto isso, Feliz Natal.

Saúde, amor e paz, nunca é demais.

Deu virus no emprego!

2020 parece foi um ano que não deveria ter existido. Muito duro na humanidade.

O coronavírus na minha percepção é um buraco negro na terra. Leva todo mundo que entra na sua frente. Seja novo ou idoso, contra ele muitos não escapam.

Levou pessoas e empregos.

Se antes a relação de emprego no Brasil ja era ruim, aperte o cinto, agora vai ficar muito pior.

A tradicional contratação ja havia perdido espaço para a terceirização, que sustenta-se no mundo como uma nota de trinta reais.

Esse modelo no mundo pandêmico mutou, assim como o vírus, para um novo em que as pessoas são contratadas por tarefas.

Não há espaço para os terceirizados. Esses ja foram, ou estão aprisionados em modelos que sobrevivm em defesa de sua existência.

Só mesmo o tempo, para entender os efeitos disso tudo.