Ate quando? O Brasil refém das Pautas Irrelevantes!


Creio ser comum a percepção de que o mundo passa por tempos difíceis. Nasci na década de 1970 e, por isso, me considero alguém de raciocínio analógico que foi, aos poucos, digitalizado pela evolução tecnológica e social do planeta.

Adaptei-me rápida e naturalmente ao avanço tecnológico que o mundo experimentou há cerca de 30 anos, período pelo qual ainda nutro certa nostalgia. Não a toa uso veículo antigo, escuto disco, gravo fita e ainda possuo um 486 funcionando em casa.

Embora a noção de globalização difundida à época tenha se revelado falha e insustentável com o passar do tempo, acredito que o objetivo comum das nações era reduzir as barreiras de comunicação e fomentar o comércio como motor da evolução. Para isso faziam propaganda de seus produtos e tecnologias.

Naquele tempo, o carro francês era bem diferente do inglês, que, por sua vez, nada tinha a ver com o americano — muito menos com o brasileiro. A ideia de um bem verdadeiramente globalizado era inexistente. Produtos “Made in China”, Japão ou Vietnã vinham de países ainda em desenvolvimento.

Quem diria que, anos depois, as portas estariam fechadas e a prioridade mundial seria outra.

O que antes eram disputas comerciais agora se transformou em guerras territoriais. Por trás do discurso bélico, está o real interesse por recursos naturais e terras raras — e a exploração desenfreada é comum a todos. Como vamos comunicar isso ao mundo? Diz que la havia armamento atômico ou violação a ideologia de gênero.

A globalização de hoje parece ter se tornado um retrocesso para a humanidade.

Francamente, não quero ter que responder pela crise econômica de outro país sem antes olhar para o meu próprio umbigo e me perguntar: o que eu tenho a ver com isso? Porque no Brasil sente-se todos os efeitos e onus das crises mundiais ao passo que o mundo nunca surfou, aproveitou e pagou dignamente por nos.

Vivi intensamente a geração Jota Quest. Na escola, na universidade, no trabalho — desejei dias melhores em tudo: no amor, na dor, na paz, e por aí vai. Esses desejos não desapareceram, mas hoje me vejo sem referência.

Quando a política se orienta pela ideia de fomentar o coletivo apenas para interferir na concepção tradicional da família brasileira — por exemplo, ao promover a multiparentalidade —, é sinal claro de que estamos no caminho errado.

Perde-se tempo e dinheiro ao ocupar o debate público com temas que não são urgentes nem relevantes à realidade, ao desenvolvimento e soberania nacional.

São pautas que apenas escondem o verdadeiro pano de fundo político de um grupo que por seus representantes manda aqui, e desviam a atenção das prioridades.

Se esse tema é relevante para a Califórnia ou o Canadá, aqui não é — e nem deveria ser. A sociedade brasileira ainda é majoritariamente consolidada na ideia de que cabe a duas pessoas a obrigação e o vínculo parental direto. Isso não significa que sejam os únicos laços possíveis, mas há limites.

A própria religião, ao admitir a figura do padrinho, reconhece um vínculo espiritual de alguém que age como pai substituto, sem banalizar ou confundir a função paterna. Em nenhum momento essa relação é deturpada ou aproveitada para distorções jurídicas.

A Câmara age contra a religião e contra a Lei ao perder tempo e recursos públicos tentando introduzir conceitos que não têm amparo social, e que podem abrir espaço para abusos e oportunismos.

E o capeta está em festa.

Imagine você: vamos reformar o Código Civil para permitir a guarda de pets, e no embalo também aprovar múltiplos pais, regulamentar o efeito sucessório entre trios e normalizar a guarda compartilhada de arranjos alternativos. Não esqueça do bebe reborn e a polêmica referente aos supostos direitos trabalhistas.

Melhor isso do que enfrentar o aumento da violência, a desvalorização da moeda, a falta de emprego, saúde, saneamento e educação.

Quanto mais fútil e desinformada for a sociedade, melhor para quem quer mantê-la assim — limitada à agricultura e à exploração, como na construção da fábrica da BYD, com trabalho quase escravo. Tem também alguns portos, bora licitar e entregar logo a outros países do que desenvolver, ou usar a agenda ambiental para por um freio neles.

Não são queridos nem benevolentes. Estão de olho em nossas terras raras e biodiversidade, criando obstáculos para a exploração de petróleo e para a produção nacional de bens com valor agregado.

Assim funciona a economia global: sob a lógica do empobrecimento dos muitos para o enriquecimento dos poucos através da comunicação global a todos.

Por aqui, não é diferente.

Quando vejo membros da suposta elite defendendo o fim do livro físico em nome do digital, percebb que, na verdade, querem apagar uma das muitas dimensões de nossa existência.

Ler, rezar, pensar, escrever — tudo isso se faz com o livro nas mãos e não com um Tablet.

Essa não é uma pauta séria. É dinheiro e tempo jogados fora. Da mesma forma, aposentar juiz por abuso é, na prática, gratificá-lo com salário vitalício.

Nossos troféus estão sendo dados às pessoas erradas. Sem referências reais, em nome da modernidade e da evolução, caminhamos para um futuro pior: mais trabalho, menos salário.

Não à toa querem revisar a escala de 6 por 1. É mais fácil legalizar a falência da proteção ao trabalhador do que fazer um mea culpa, 30 anos após a redemocratização, reconhecendo que a maioria dos brasileiros não vive com dignidade com base apenas no que ganha.

É igualmente impossível empreender num país com tantas obrigações difusas e com a constante interferência do poder público, que analisa, interpreta, julga — e, por oportunismo, se torna sócio do trabalhador.

Essa relação promíscua se manifesta claramente quando vemos a Prefeitura do Rio de Janeiro assinar convênio para patrocinar atividades esportivas da associação de magistrados.

São esses — cujos salários não se reduzem, cujos custos não se cortam e que são politicamente suscetíveis a serem cooptados pela imprensa — que hoje têm sua reputação manchada, mas ainda assim não são questionados pelo povo.

Por quê? Porque, com sua autorização, fecham áreas públicas para shows e eventos, promovem música vulgar e sexualidade precoce, e mantêm a população distraída — sem exigir, sem reagir, sem ir às ruas cobrar o que é seu por direito.

Até quando?

Relendo a Mistica do Parentesco que retrata a historia da minha familia percebo que ser politico, buscar evoluir e melhorar para o bem nao é novidade, é uma obrigacao e com apoio uma nova realidade.

Está obra genealógica retrata a sociedade daquela época até os dias de hoje, descrevendo como viviam, onde nasciam, morriam, qual era a profissão e com quem casavam.

Serve-se para estudo de sociólogos, historiadores que queiram fazer uma analise da sociedade do Brasil Colonia até hoje, sendo uma obra mais completa da genealogia de nossa sociedade.

Nas escolas falamos superficialmente sobre a Revolução Pernambucana de 1817, mas não de seus integrantes que a formaram e deram suas vidas pela causa, nossa história só retrata o que acontece no Triangulo de Minas Gerias, São Paulo e Rio de Janeiro.

Eles queriam libertar os escravos do Brasil Colônia e do julgo Portugues, todos eles morreram com exceção de um homem que vai se destacar nesta em história e faz parte desta genealogia.

Primeiramente lutou contra o futuro Imperador do Brasil D.Pedro I e seu braço direito José Bonifácio, eles se chamava Gervasio Pires Ferreira, um dos filhos do patriarca da genealogia desta obra, DOMINGOS PIRES FERREIRA que chega ao Brasil aos sete anos de idade em 1725, o futuro imperador pede ajuda a D.João VI para liquidar e sufocar a rebelião, onde contrariava os ideais de Portugal e das oligarquias do Brasil Colonial.

O general enviado por D.João VI, chamava-se LUIZ MADEIRA, que acabou com a revolta enforcando e esquartejando os revoltosos, sendo integrantes da revolta o Padre Miguelinho e tambem um Frei que não foram poupados, mas com exceção de um, onde não se atreveram a mata-lo era Gervasio Pires ferreira, pois de Familia opulenta e tradicional da Corte, somente o predem na Bahia.

Ele é solto em 1820, em seguida é eleito em Pernambuco como Primeiro Presidente Constitucional da provincia de 1821 a 1822, antes de ser proclamada a Independencia do Brasil.

Chega a ser preso novamente por tentar separar Pernambuco do resto do Brasil Colonia, e remetem a Cadeia do Limoeiro em Portugal, novamente é solto na contra Revolução Portuguesa de 1823, voltando ao Rio de Janeiro e mais tarde a Pernambuco onde se elege Deputado duas vezes.

Este homem fora estudar em Coimbra e retorna em 1808 com sua familia e dando apoio ao REI D.João VI. Tinha uma Nau com 40 vasos, chamada o Espada de Ferro, navio que combaterá os corsarios no Nordeste e irIa as Indias Orientais para trazer especiarias ao Imperio. Pois Napoleão invade Portugal.