Dia de vacina e vida !!!

Não foi fácil ver pessoas que conheço furando fila… quanta hipocrisia! Teve gente que ressucitou profissão, questão de saúde, qualquer subterfúgio para ser vacinado.

Outras, para meu espanto, se engajaram no politicamente correto para cobrar do estado postura e até mesmo chorar a morte de famosos.

Papai do céu esta vendo.

A estes lhes digo: engulam suas palavras, o mal que fizeram a outros e sua postura medíocre como julgarem conveniente. A realidade chocante desse texto é o mínimo que terão que enfrentar. Senão nessa vida, perante Deus.

Igualmente se aplica aqueles que mesmo sem direito sacaram Beneficios indevidamente no período da pandemia talvez como se o Estado lhe devesse algo simplesmente porque cumprem suas obrigações. Algo que felizmente o portal da transparência mostra com facilidade o nome e valor sacado do governo. Espero que essas distorções realmente sejam recuperadas e o cofre público indenizado.

De volta a vacinação…. hoje foi a minha vez!

Portanto, sem fingir, sem mentir, respeitando a ordem na fila, na espera de ter preservado vida por não antecipar e tomar o lugar dos outros, e não lesar o cofre público, me vacinei. Astra Zeneca.

Vamos ver o que vai dar. Não virei cuca. Estou perfeitamente saudável e até onde sei, sem efeito colateral.

Aproveito para deixar a foto do registro e do calendário da prefeitura do RJ

Mãe é mãe, hoje e sempre.

A vida me ensinou de uma forma muito dura a entender o que significa a relação de pais com filhos.

E através da psicanálise, entendi anos depois, quais tabus o filho pensado, amado e concebido teve que entender e superar para ser livre.

Se de um lado não fui perfeito na concepção deles do que seria um filho à época que fui concebido, de outro, tenho certeza que os percalços me deram força para seguir a vida sem medo e confiante.

E isso não tem preço. Obrigado minha mãe por ter feito um filho forte. Dane-se o resto. Vida que segue.

Do abstrato a realidade

De tempos em tempos temos a oportunidade de viver momentos que são maiores do que nossa existência. A gente solta os controles, deixa a roda viva da vida girar e muito se acomoda.

Esse final de semana semana foi assim. Meu coração transborda de amor enquanto assisto pessoas próximas se mobilizarem para contribuir e ajudar na divulgação do projeto da padaria social.

Nossa existência, pensando na evolução da humanidade é insignificante. Não obstante, entendo e aprendi que esse curto tempo é intenso, nada fácil, posto que viver é violento.

Falta ao mundo (porque não) um olhar mais atento aos povo, as viúvas, aos vulneráveis. Aqueles que são o traço característico e motor da sociedade estão aí ha uma vida sem leito, hospital, uti, emergência, upa, e por ai vai.

A constância do trabalho e a superação dos problemas rotineiros ordinários e extraordinários em algum ponto vira alicerce da vaidade.

Aqui não.

Seja pelas questões existenciais, de saúde e profissionais que enfrento nesses quarentena e cinco anos, aprendi a entender e me situar dentro do contexto.

E nesse contexto, desprovido de força, humildemente contei com a ajuda dos voluntários que montaram essa campanha.

A mim coube idealizar e espalhar essa onda do bem, justa, sem partido, sem ideologia, com o único proposito de ajudar ao outro.

E agora com o avanço que tive esse final de semana um sonho, uma estrela vai brilhar. Vai alimentar, gerar emprego, acolher, vai ser o simbolo mais próximo de nossa presença a Jesus.

Padaria Social – pontapé inicial de amor e emprego!

Aprendi nos inúmeros embates da vida a parar e olhar para o próximo, e para o entorno.

Se de um lado consigo com facilidade interagir e me doar as causas, por outro admito que por muitos anos sequer consegui receber sequer elogio pelo meu trabalho.

Depois de muita terapia, entendi que parte dessa dificuldade tinha correlação com o que sentia e via da minha imagem.

Felizmente evolui e isso mudou!

Aprendi a amar a mim mesmo e também ao próximo. Esse valor, o de interagir, entender, acolher, ajudar e receber não tem preço.

E arregacei as mangas para dar início ao mais ousado projeto social da minha vida, o de amparo ao próximo.

Segue abaixo o banner do projeto, voce pode doar qualquer valor, que será gerido com ato de amor.

http://vaka.me/2022527

Do Luto ao Util

Logo após o término do meu casamento entrei num luto, que de início parecia interminável. Doia a ponto de chorar espontaneamente seja la onde estivesse e o que estava fazendo.

Não conseguia me ver além daquele sofrimento, situação de angústia e dor no peito.

Optei por sumir, na esperança embora sem certeza, que esses sentimentos um dia sairiam de vez da mesma forma que vieram, para nunca mais voltar.

Ledo engano.

Não conseguia sorrir sem ter no fundo do pano a interferência do passado, ainda que a situação posteriormente havia mudado.

Entrei num conflito interno e comecei a me questionar porque estava vivendo isso depois de ter superado tantos problemas e desafios juntos.

A realidade do Brasil e a periculosidade da vida nem sempre nos permite colocar a cabeça no lugar. Vivemos uma grande interferência digital e social que, juntos são o catupiry da cobiça a vida alheia, pior doença da atualidade.

Meu coração petrificou.

A partir daí tudo ficou diferente. Passei a me escutar, o que antes não fazia. Se falo sozinho agora me respondo também.

O óbvio e trivial, como o barulho da chuva passou a soar diferente. Ate mesmo a batida do coração quebrado pela relação que havia acabado mudou.

Vários foram os motivos que contribuíram para esse fortalecimento, mudança de postura e atitude.

Conheci varias pessoas em dois grupos do clubhouse que me deram voz sem qualquer outra intenção.

Hoje me permito conhecer pessoas sem medo. Escutar que sou bonito, inteligente, engraçado, pessoa para tomar um vinho e até mesmo vovô da lancha sem questionamento.

Hoje sou livre. Ainda que não sinta grande felicidade, se é que existe, ao final dos dias a única certeza que tenho é que vivi intensamente.

Sem suposições e frustrações. Esse sou eu.

Viver assim não tem preço, ainda que não seja o melhor começo, ta valendo.

Aproveitei esse tempo livre e decidi, sozinho, investir em mim. Da pele a alimentação, com exercícios. Esse é o novo pedro.

Único downside de refazer a vida aos 45 anos é a idade, não sei o que fazer com isso, não favorece tanto para a saúde quanto na estética, ninguém merece.

É a idade que tenho, estou sorrindo, meus filhos me amam, segue o baile!