Fake news não, é Fake Brasil mesmo!

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Ao que parece o problema do Brasil esta longe de ser a questão da Fake News. De fake as notícias não tem nada, são fatos trazidos por pessoas intencionadas a desmoralizar outras, ainda que preservando as instituições.

Ou seja o problema da Fake News é o Fake Brasil, um estado ficto criado tão somente para nutrir esse desejo pervertido, quando não odioso, de denegrir pessoas.

Tenho dúvida se a motivação são os cargos em comissão ou a marcação de território tipo xixi de cachorro.

Fato é que estamos cansados de ver um governo de plateia com uma torcida organizara nos maltratando, propagando todo tipo de absurdo num ativismo politico injustificado.

Não é a fake news o problema, é o Fake Brasil.

E sem identidade, vamos ver esse toma-la-da-ca interminável e consequente período de instabilidade que não vai cessar até essas pessoas entenderem que precisam parar.

Afinal eles são combatidos pela lei de newton, falsos e errados batem em pessoas que os repugnam e de igual ou maior força saem em combate para provar que estão errados.

E a gente, que não tem nada a ver com isso, só perde. E o Brasil também.

Não é para todos.

Lembre-se… auxilio para endividado não existe, só 70 mil militares, 1/3 da elite do Rio, e outros grupos.

Isso sim é o Brasil falso, nosso cansaço, combustível para colocar em ebulição essa panela de pressão cheia de vaidade até o dia do BOOM!

Ricos x povo: o voto que mata.

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Não podemos deixar uma Elite financeira, certamente não intelectual, retirar dinheiro do povo e sair impune.

Fernando Collor de Melo se elegeu na bandeira do combate aos marajas, movimento conhecido desde a candidatura do Ademar de Barros com o seu famoso jingle varre varre varre vassourinha.

O marajá aí está. Sacou auxilio do povo.

Poderia ter entrado no circuito e lutado por um auxilio apropriado a sua classe/empresa. Optou pela saída fácil, melhor se inscrever e tomar do governo.

Porque paga imposto?!

Detalhe: os impostos indiretos que recaem sobre produtos e serviços é pago rigorosamente em dia pelo povo como um todo, logo ao que parece essa justificativa revela que existe um grupo necessitando de assistência especial e não é financeira, a começar pela psiquiátrica.

Não posso deixar de registrar esse protesto, vou registrar. Tenho pessoas próximas que precisam desse auxilio. Entrei nessa crise vendendo bens para pagar dívidas, de cabeça em pé entrei e sairei.

Entendo que a palavra e atitude salvam vidas.

Para essa Elite que o país tem que voltar a trabalhar? Que a economia tem que girar? Que o povo tem que trabalhar?

Que exemplo vergonhoso.

Palavras que matam.

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Minneapolis é hoje um movimento que me recordo vivi anos atrás quando por um singelo aumento de 20 centavos na passagem de ônibus, o povo se revoltou.

Se revoltou não só pelo aumento, e sim inequivocamente pela postura da política de autorizar o aumento num período de sofrimento, portanto incompatível com o momento.

Fato é que existe na psiquê das pessoas gatilhos que, dado o exemplo ou a falta de controle as leva a situações extremadas.

Nesse particular uma declaração ofensiva do trump em relação a um grupo incendiou uma relação que até então contava com marcha pacífica de policiais e famílias, ainda que em torno do sofrimento alheio.

Esse protesto de racismo que surgiu, como todo movimento civil é legitimo.

No Brasil a omissão do nosso presidente ao enfrentar o virus, e suas afirmações em torno da contaminação sem qualquer consolo ou atenção aos cidadãos parece um desejo.

São muitas as interpretações possíveis dessa falta de responsabilidade que o permite a se expressar tão enfaticamente como se fosse desejo. de morte; de contaminação ou até mesmo de enfrentamento.

O que dirão aqueles que perderam suas famílias para o virus? E daí? Azar? O que pensam eles dessa negligência, falta de consideração e assistência.

Quem são eles para jurar cumprir a constituição para todos e na hora H criar burocracia de crédito.

Minneapolis não está longe não.

Ela está plantada na cabeça de todo Brasileiro que tem testemunhado essa barbaridade que tem ocorrido aqui, e por obvio gera dor.

Qual o gatilho da próxima vez não sei.

Porque hoje é sábado!

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Depois de uma semana que pareceu não ter fim, com trabalho batendo a porta sem parar, consegui hoje descansar.

Pabliito fez um belíssimo bolo de aipim. Marco carne moída com couve, bolo de laranja, e eu comi tudo bebendo Coca Cola, aquele tão desafio de outrora foi esquecido em prol de alguma satisfação e conforto senão físico, alimentar.

Noite difícil, dor não passa, to sonhando com diprospan.

Quando busquei o Marco observei o movimento na rua e pensei, esta tudo errado.

Muito confuso. Muitos empresários esclarecidos pensando somente no seu umbigo. Alguns religiosos e políticos também.

Felizmente cheguei no quarto mês de isolamento, esperando chegar a vacina, olhando o mundo se reorganizar.

O capitalista (EUA) é o primeiro a comprar a vacina. O chinês que esta aqui explorando minério é esquecido para isso e lembrado para investir em infraestrutura.

Então, quando falta açúcar ou laranja na Flórida, olá Brasil. Em compensação, depois de comprar respirador e vacina, sem criticar o amigo, doa mil respiradores como premio de consolação.

Famoso morde e assopra. Nem os líderes conseguem explicar.

Concordo que não temos relações boas com ambos.

Refletir não custa nada, não prejulga. Não faz mal. Reconheço que o nosso governo tem esse viés capitalista, e isso explica a afinidade com os Estados Unidos.

Alguns políticos se orgulham de trazer dinheiro do mundo. De receber dos árabes dinheiro sem nem ter onde colocar.

É uma falta de estratégia. Um comportamento estranho meio que oportunista sem fim. Pior de tudo é que não existe lanche de graça. Tampouco é bonito fazer a cortesia com chapéu alheio.

Não foi a imprensa que disse. Não. É o que estamos sujeitos.

Eu sai de máscara. Depois retornei para casa, seguro que estou.

COVID – A arma não é a solução… o amor ao proximo, sim.

Ainda que protagonista e representante da maior Democracia do Mundo, os Estados Unidos acabaram tendo por manchete uma revolução popular em Mineapolis. Na base do tiro e fogo, uma parcela do povo incendiou a cidade em protesto a morte de uma pessoa. O video fala por si mesmo. É impressionante. E o fogo, outrora responsável pela nossa sobrevivência e propulsor do desenvolvimento da humanidade, e que também permitiu a criação de armas, foi amplamente utilizado.

Enquanto aquela história esta longe de acabar, e pelas inúmeras criticas acerca da simples demissão do policial sem o consequente encarceiramento, imagino o que seria do Brasil, se em razão das vidas mortas no COVID uma parcela do povo ateasse fogo no governo, e instituições ligadas ao Estado. Ou contra essas marchasse na base do fogo e bala.

Não vejo com bons olhos o caminho pelo qual esta sendo conduzida a politica Brasileira. Transformaram algo sério numa partida de futebol, com torcida violenta, sem ganhador, e morte no final.

Nem a guerra contra o COVID, que poderia ser motivo de união e transformação da sociedade, naquele momento de re-pensar, re-fazer, re-viver, esta sendo lutada por aqueles que a frente da condução desse campo estão. Esquece isso.

Uma percepção difícil e dura que aprendi ao longo do processo eleitoral que vivi, foi que o erro na maioria das decisões tomadas vem do fato que o cidadão é por demais desvalorizado. A partir daí muitos se organizam comunitariamente para ter uma voz na sociedade. E nesse processo, se perdem. Seja para o falso profeta, o falso capitalista, ou mesmo para o crime (citando as tres vertentes polarizadas atualmente).

Não vai ser com o fogo, nem com a arma que vamos sair dessa.

Armados não vamos a lugar algum numa guerra contra o inimigo invisível. Vamos ganhar a guerra ficando em casa. Identificando quem aí esta fazendo discruso contra a nossa vida. Quem aí esta pregando uma situação diferente daquela sofrida que muitos estão vivendo.

Vamos ganhar a guerra do desprezo de pessoas contra a humanide. E vai cair a mascara de muitos empresários, politicos e representantes da sociedade as custas, lamentavelmente das vidas que vão passar.

Nessa luta que estou, ainda que sem qualquer garantia de vida, o coração calmo e a cabeça no lugar são um alento ao show de horror que certamente tomará conta das notícias de hoje.