Imigração em Londres, um terror.… o Brasil deve repensar essa relação. Urgente.

Chato quando a gente passa por situações que não somos acreditados. Chato quando aos 46 anos dos quais 20 a trabalho em favor da advocacia somos respondidos em voz alta e sarcasmo.

Pior ainda quando isto ocorre em outro país. Acabei de passar por uma situação muito desagradável, desnecessária e rude. Ao final recebi algumas horas de permanência aqui. E isso não tem problema, e sim a forma mal educada, dúbia, estupida pela qual isso aconteceu.

Bem, se uma coisa a vida na advocacia me deu foi o poder de absorver como uma esponja e responder como uma catarata a agressão. E sim, fui agredido. Daí porque chamei o consulado brasileiro no e-mail.

Quando a gente abaixa a cabeça para o que é certo e verdadeiro, a banalização e a escuridão tomam conta. Melhor seria se abaixasse a cabeça para isso? Engolisse a seco esse abuso?

Não da. O mundo evoluiu ao ponto que esses fatos não podem passar despercebidos. Se antes um povo brigava pela honra, se vivi a evolução da máquina de escrever ao iPhone, se tudo esta a palma da mão, a constatação do que vivi hoje não pode deixar de existir.

A posteridade vai cuidar dessa funcionária e desse país que de fato não recebe bem aquele turista de uma noite por conta da conexão de seu voo. Acabou que me dei de presente uma passagem executiva pela pior companhia que existe, a British Airlines.

Não só fiquei enjoado na ida, pois o assento central é virado para o fim da aeronave, viajei de costa, como agora na conexão de 13 hs imaginei que teria alguma tranquilidade para ir no sofitel e tomar banho, descansar e jantar.

Nada disso, melhor ir de TAP, Air France, KLM, melhor ficar longe daqui mesmo.

E o que disse no e-mail?! Abaixo: (a minha parte eu fiz)

I would like to make a Former Complaint to the border control officer who attended me today, friday 11th at around 21 hs.

If politeness is expected from everyone that is attended to at the border, i expect the same way from your officer.

And it simply did not happen.

Let me just say this has been the worse experience I have ever had, needless to say I will have this negative attitude registered for my life.

I bought a round trip to Portugal using British Airline Executive Class that had a fantastic fare. When I purchased my ticket using the Brazilian App decolar.com from JAN 26 to FEB 12 i assumed the return flight would happen in the same way as the incoming flight.

Stop over London for a short wait untill the next flight. I was in a rush for my birthday. Luckily the connecting inbound flight on January was not long enough for me to stop by a hotel and I got by the executive lounge and arrived in Portugal at time of my birthday.

Unfortunately when asked by the border officer why was I here and I responded that unfortunately I had a 14 hour wait she did not believe me.

And the sarcasm begun.

She asked out loud her fellowemployees if the flight was late. And I had to correct her, of course not. This is not about a late flight, this is about a 13 hour passenger wait.

And being a 46 year old, lawyer for 20+ years, I am entitled to enter the country and to be treated with respect, not sarcasm, to have my word accounted for and not taken in disbelief. Who is she not to believe what is honest and the truth?!?!

I was loudly said that I was going to be given a day to leave the country.

If I was not tired enough this would not be necessary.

People from this country should not treat foreign with such disrespect. Nor do we Brazilians need to be disacounted for. I really had no control of BA business schedule trips or a trip bought by APP, but needless to say I will look foward to KLM and AirFrance. Those companies and its country are much better then yours. Have been there always on vacation never had any distress.

I will also take this matter to the brazilian consulate that is being copied on thie email because I feel that such people should really not work. Unfortunately this officer is not suitable for a work as this, shameful.

I will enclose my travel summary, schedule and my 5 star hotel at portugal and car rental. Thankfully I earn enough all my life to travel everywhere else in the world.

This has been a great problem. Hope it improove the way this person attended. At the end of the night it is 23 o clock, if you only knew how badly this impacted me I do not even wish to have dinner. Neither because it took too long, no room service and I do not wish to wonder around a city after this reception.

Best of luck, will never look at England, its history, people and products with pride again.

Da politica a confeitaria… novas motivações.

A politização de situações do nosso cotidiano por vezes nos tira o foco do que realmente é importante.

Vejo muita gente debatendo a questão do covid e praticamente ninguém se questionando o porque do open banking.

Se de um lado é fácil falar e controvertido argumentar sobre as situações em que o Estado se sobrepõe a ciência, de outro ninguém comenta ou questiona porque o Estado invadiu a esfera bancária como invadiu.

Me lembro que ha 10 anos atrás embarquei em uma corrida eleitoral contra o PT, Cabral e Paes e o então partido democrata pregava menos Estado e mais direitos.

Hoje o Estado se tornou um vírus, esta maior que a pandemia, emprega milhões de pessoas em serviços pouco úteis e nada competitivos.

Servidor público sem reajuste anual é greve. Ja no particular, além de manter o preço corro o risco constante da concorrência. E como tudo que é difícil pode ficar ainda pior, imagina o caos que fica quando o cliente fecha a porta.

Nessa última hipótese, além de perder receita, preciso cuidar da equipe, pagar salários, suprir o escritório com novos clientes, e ainda mantenho aconselhamento e trabalho ainda que reduzido aos que estão em dificuldades financeiras.

Afinal a vida é uma constante evolução, não podemos deixar na mão as pessoas que outrora contribuiram para o nosso alicerce por dificuldades financeiras.

Entendi isso na dor. Somente realizei o quanto cresci quando a conta da PJ migrou para a plataforma ouvidor, mesma que atende o escritório Zveiter, escola de boa prática e de advocacia, onde aprendi a argumentar Lei, Doutrina e Jurisprudência.

Infelizmente a prática do Direito também mudou. Politizar o efeito da decisão que julgou a incompetência de um magistrado e portanto anulou todo o processo porque não se gosta do reu pode. Questionar o magistrado pelo trabalho mal feito não. Ouvir de ministro que a justiça deve ouvir o clamor da rua pode, questiona-lo por sua fala populista e parcial não pode.

Vinte e cinco anos atrás estudávamos a fundo as fontes do direito, para debater tese com base no espirito da Lei, sua análise e interpretação pelas fontes e aplicação pelos tribunais nos casos em que já haviam alguns julgados.

A cada dia que passa vejo surgir novos especialistas, cada um com seu livro, sua ideia, sua doutrina, sua palestra, alguns até com canal em mídia social.

Todos em comum seguem a linha do discurso do direito moderno. E o direito moderno é para estes a a formulação de tese com base na doutrina atual, ainda que esta seja incompatível com a segurança jurídica que se espera do direito clássico.

Até entendo que precisamos passar ao próximo nossa experiência de vida na esperança de iluminar gerações que virão. Isto contudo não nos torna fonte de nada, quando muito o retrato de determinada situação. E também não retira de quem veio seu valor.

Para esses modernos a leitura em nada lhes ajuda, pois estão submergidos em suas palavras e não enxergam um palmo além do objetivo que tem que é satisfazer sua vontade, ou seja, tem no seu ego a inesgotável propulsão.

Resultado prático dessa política de modernização é a proliferação de especialistas. Que gente chata, vazia, repetitiva e intolerante. Meu Deus! pensando bem melhor é deixar ele de fora porque sua história é uma só, muito dura, nada fácil, e quando atualizar, muita gente aí vai rodar.

Voltando ao início, acho que a expansão desenfreada do estado em nossas vidas trouxe caos, aprisionamento e recessão. Não podemos deixar que ele seja o novo padrão ou a modernização do caos.

Que esse padrão de vida e estudo seja melhorado pelos que tem condições de ajudar e empreender no que não é nada fácil, e ainda precisam conviver com esse governo falho em todas as suas esferas de serviços e parlamentares.

Enquanto o mundo espera por uma resposta a vacina eu estou fazendo a minha parte. E por não ser alheio as questões mundanas e as de urgencia daqueles que estão em posição de vulnerabilidade, resolvi esse ano contribuir para fazer so sonho a realidade de emprego e vida.

Isso mesmo, foi dado o pontapé a criação da confeitaria social.

Baner e conta criada, estamos começando!

46 anos, so far so good.

Todo ano se repete a mesma história embora a minha percepção dos fatos é tanto um quanto diferente.

E no mes de janeiro, como não poderia deixar de ser, no dia 30, comemoro e sou lembrado do meu aniversário.

Aprendi que a palavra aniversário esta longe de ser sinônimo de alegria. Para alguns pais por exemplo é sinônimo de acidente vaginal, alguns com vítima, nasceu o filho.

Para o Governo americano este mes simbolizou a invasão do capitólio, morreu um monte de gente em meio à disputa Trump e Biden.

Por falar em disputa presidencial, este mes um reitor da PUC em MG pediu e reiterou a saída do bolsonaro.

Ainda que segundo o Mundo Fantástico das conservas Portuguesas, neste mes do meu aniversário tenhamos a fundação da Apple e o nascimento de Collin Farrel e Ronaldo, tais fatos não representam nem garantem qualquer tipo de motivo e alegria.

Esse ano tive uma grata surpresa.

Recebi por coincidência, na vespera do meu aniversário, a mensagem de agradecimento pela formação da primeira turma de panificação da associação de amparo ao próximo.

Que felicidade, quanta emoção!

Aprendi durante a pandemia a olhar mais atento para o próximo. Que próximo? Aquele em situação de vulnerabilidade que agravou ao ponto de ir a rua. Aprendi a olhar a quem tem fome, a quem cujo desgoverno e a sociedade lhe tirou qualquer tipo de futuro.

E o que fiz? A minha parte. Pão para quem tem fome e emprego para quem precisa. Depois de alguns anos conversando com o Carlos sobre isso montei esse projeto de que me orgulho.

Se de um lado me enraiveço ao ver que vivemos no Rio o reflexo do desleixo do governo em todas as suas esferas, cuja incompetência resultou na perda de serviços públicos, saúde, educação e civilidade a ponto da prefeitura renunciar IPTU e instituir tarifa social do que não fez nunca fará e cobra só para inglês ver, de outro fiz a minha parte.

Meses depois da aquisição e montagem do equipamento um técnico entrou no circuito e junto com uma pedagoga formulou um curso para capacitar pessoas, e fazer base técnica de uma profissão que faz falta.

E o que isso tem relação com o meu aniversário?!

Vou te dizer, celebrar o aniversário na minha criação não é usar a data para justificar festa ou usar a data para comprar presente… não.

Aniversário para mim é agradecer o ano que tive, ser grato pela rotina que tenho, pelo que Deus me dá e não falta. É falar com as pessoas que me relaciono o ano inteiro, a passeio ou a trabalho.

Aniversário para isso é receber uma mensagem inesperada da turma que terminou. Deveria ter terminado no natal, não parou em razão das festas e prolongou-se ate a vespera do meu aniversário.

Que felicidade. Espero que o curso seja inserido na plataforma digital e que sirva de auxílio para todos que precisem. Que se converta em renda.

Realmente com um presente desse não faz sentido querer nada mais …. Vivi por uns instantes a plenitude, uma leveza, extrema felicidade ate o ponto de ter uma ideia.

Investir na doceria social, capacitar pessoas a fazer doces, tortas, sobremesas em bares, restaurantes e padarias. Isso esta em falta.

E também nem por isso deixei de comemorar o meu aniversário, ainda que viajando recebi de um grande amigo um presente que jamais teria condições em adquirir. Fino. Delicioso. Vinho gostoso. Depois de algumas garrafas deu no vídeo abaixo.

Ainda que sem planejamento e sem qualquer tipo de festa, no meu aniversário Deus me permitiu ser feliz

E quanto a festa da amparo, que fez transbordar meu coração de alegria e felicidade, segura a emoção

O lanche não é de graça

Não é de hoje que fico surpreso ao perceber certos exageros de alguns prestadores de serviços em nosso dia-dia.

Fato é que nos acostumamos muito rápido a receber qualquer benefício.

E como vivemos um período de muito egoísmo nas relações pessoais e pobreza de espírito de outros, nesse tiroteio cego muitas vezes contra a humanidade, quem tem olho reina.

Se não quiser olhar também não tem problema, toma aí um lanche, aceite esse mimo e não reclame.

Assim foi que pedi um teste de Covid para um laboratório que agendou o exame aqui em casa e tomei alguns sustos.

O primeiro foi com o valor, próximo de meio salário mínimo. Me pergunto quem da classe trabalhadora e que tem seus proventos sem correção consegue arcar com esse valor?

Segundo quando recebi a profissional, super prestativa, educada e organizada a ponto de registrar atendimento, prestar informações e trabalhar por planilha – e não celular – confirmei que de fato não há tecnologia que substitua nossos processos neurais de assimilação, processamento da informação e execução.

O maior deles foi quando ao final do exame recebi em uma caixa de papelão dura e personalizada um lanche contendo 1 suco, 1 sanduíche pão de miga misto, 1 pacote de torrada marilian, 1 polenguinho e 1 goiabinha.

Este pacote me foi entregue pela profissional com grande entusiasmo e satisfação. Como se fosse merecimento e compensação pelo exame que acabara de realizar ou mesmo compensação pelo que havia acabado de pagar.

Recebi a caixa surpreso, tão surpreso quanto fiquei ao receber a profissional de prope, uniforme coberto por um avental do pescoço ao braço, face shield, máscara e touca. Já adianto que a diferença dela para as mulheres que vivem nos Emirados Árabes é nenhuma.

Quando desperdício.

Quem faz esse lanche? É algum terceirizado? Quem determinou a compra das embalagens duras de material acartonado? quem contabiliza o custo de ter que comprar e fornecer isso para toda a rede de diagnóstico? Esse lanche é de graça?

Se não for porque existe esse tipo de demanda e gasto até para exames que não tem sentido?

Me recordo quando pequeno cansei de fazer exame de sangue em laboratório particular e naquela época, ou seja, 35 anos atrás, ainda que em jejum, não recebia qualquer tipo de brinde.

Provavelmente naquela época não haviam muitos prestadores de serviços terceirizados, os funcionários assim por dizer eram contratados e ainda que naquele tempo não havia o reconhecimento de direiro e proliferação de classe de trabalhadores e sindicatos, tudo funcionava melhor ainda que com menos pessoas, estas tinham poder, gestão e responsabilidade.

Há cerca de 25/30 anos atrás os gerentes de agências bancárias tinham mais autonomia do que os sistemas de hoje. A fila do banco era maior porém os problemas eram resolvidos naquela hora. Hoje canso de ser atendido rapidamente e submeter os pedidos para alguém e esperar ate o sistema processar, ou seja, alguém em um cargo maior apertar o enter.

De um tempo para ca parece que a sociedade se estruturou em torno de agregar valor ao serviço ainda que seja pela falta de gestão ao assumir custo pelos terceirizados do que fazer contas.

E por ai vai, o laboratório distribui lanche a torta direita e esta normal.

Não fico feliz pelo lanche, o que me impressiona é a eficiência e baixo preço e decisões racionais. Quem faz exame em casa, ainda que estivesse de jejum, não precisa de lanche, afinal esta em casa.

Também me perguntei se a exigência de lanche seria por força de alguma resolução da ANS e decisões do Conselho Regional de Medicina. Ainda que não saiba a resposta, espero que não seja esse o caso.

Ainda que estejamos vivendo um tempo estranho, em que o Governo achaca os empresários para consecutar seu projeto de cidadão, no programa que finge dar o mínimo de estrutura, e por ela gasta bilhões de reais sem que esse dinheiro realmente chegue em forma de serviços eficientes a população, esse tipo de normatização não é atribuição do Estado e de Agência Reguladora, quanto mais do Conselho de Medicina.

Ontem li um tweet do secretário municipal de educação desejando melhor estudo as crianças com acesso a cultura e esporte.

A ideia é politicamente correta porém a execução é pessima. O dia que um político e secretário entender que dinheiro com obra não é educação; que a proliferação de cursos e congressos de atualização não é educação; que merenda não é educação; que transporte escolar não é educação; que educação não é tempo integral e atividade escolar e sim professor valorizado e escola sem ideologia, nos vamos em frente.

Vamos viver um tempo em que as pessoas serão valorizadas e não as instituições, e vamos perceber que essa fidelização pela forma primaria de oferecimento de serviços inúteis e gestão estrutural disso não é merito e sim burrice, daí porque muitos não aprendem a pensar, somente seguir o criador.

Perceberemos que o lanche não é de graça. Ate quando?!

Midia social… não, é sentimental mesmo!

Nunca antes imaginei que seriam as emoções o principal arsenal e vilão do mundo moderno.

É por elas que vejo muitos se desconectarem do cotidiano para imergir no que outros estão fazendo e sentindo.

A cobiça a vida alheia vem aos poucos avançando para englobar também a felicidade alheia.

Em comum reparo que muitos quando perguntados o que é isso, que felicidade é essa, respondem sem titubear “ah é instagram” e por aí vai.

Se antes o Facebook me chamou atenção e me impreesionei com a quantidade enorme de sentimentos disponíveis para descrever quem, como e onde estava sendo/fazendo/sentido no dia dia.

Hoje vejo o quanto retrocedemos. De lá para ca tivemos a invasão dos emoticons, dos stickers e até mesmo de tik tok onde tudo é liberado. É ser ridículo sem barreira. Isto é felicidade ou padrão de comportamento?

Aqui nenhuma crítica a quem usa, vale sempre lembrar que isto é uma observação a forma pela qual estamos mudando a forma de expressar senão pelas palavras vamos pelos sentimentos.

Me diga o que voce sente ao ver um vídeo daqueles… não diga, faça um e se engaje, sinta que pertença a este mundo fazendo nada menos do que o que todo mundo faz.

Porque no fundo todo mundo é infeliz e não achou outro meio de evoluir e expressar essa infelicidade? Ou porque faz parte da evolução tocar menos e sentir mais.

Evoluir não é ligar para ouvir sua voz, cuja escuta processa outra emoção ao vivo, instantânea e que requer portanto conteúdo para estabecer, manter e terminar o diálogo.

Não, interações pessoais são coisa do passado. Coisa de quem não usa autocorretor em texto, de quem ainda tem dicionário impresso em casa, ou se quem reluta ter carro elétrico simplesmente porque não valoriza interface e software sobre o que a maravilha da engenharia produziu.

A cada dia que passa sinto que sou menos desse mundo, ou ao menos da geração que ai esta e tenho dúvida se a minha percepção e opinião são mesmo enriquecedoras ou retrato do período que vivi.

A que chamamos a cooptação da emoção sobre qualquer experiência ou ate mesmo sua valorização exacerbada como meio de vida?

Parece burrice, ou mesmo o padrão atual de vida, engajamento, like e por ai vai.

Uma pergunta: da para ser feliz com tantos pensamentos complexos e sem resposta? Claro. Tanto por dentro quanto por fora. E ainda consigo amar, cuidar dos filhos, escutar musica ao passo que escrevo esta reflexão de domingo.

Boa semana!