Ricos x povo: o voto que mata.

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Não podemos deixar uma Elite financeira, certamente não intelectual, retirar dinheiro do povo e sair impune.

Fernando Collor de Melo se elegeu na bandeira do combate aos marajas, movimento conhecido desde a candidatura do Ademar de Barros com o seu famoso jingle varre varre varre vassourinha.

O marajá aí está. Sacou auxilio do povo.

Poderia ter entrado no circuito e lutado por um auxilio apropriado a sua classe/empresa. Optou pela saída fácil, melhor se inscrever e tomar do governo.

Porque paga imposto?!

Detalhe: os impostos indiretos que recaem sobre produtos e serviços é pago rigorosamente em dia pelo povo como um todo, logo ao que parece essa justificativa revela que existe um grupo necessitando de assistência especial e não é financeira, a começar pela psiquiátrica.

Não posso deixar de registrar esse protesto, vou registrar. Tenho pessoas próximas que precisam desse auxilio. Entrei nessa crise vendendo bens para pagar dívidas, de cabeça em pé entrei e sairei.

Entendo que a palavra e atitude salvam vidas.

Para essa Elite que o país tem que voltar a trabalhar? Que a economia tem que girar? Que o povo tem que trabalhar?

Que exemplo vergonhoso.

Palavras que matam.

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Minneapolis é hoje um movimento que me recordo vivi anos atrás quando por um singelo aumento de 20 centavos na passagem de ônibus, o povo se revoltou.

Se revoltou não só pelo aumento, e sim inequivocamente pela postura da política de autorizar o aumento num período de sofrimento, portanto incompatível com o momento.

Fato é que existe na psiquê das pessoas gatilhos que, dado o exemplo ou a falta de controle as leva a situações extremadas.

Nesse particular uma declaração ofensiva do trump em relação a um grupo incendiou uma relação que até então contava com marcha pacífica de policiais e famílias, ainda que em torno do sofrimento alheio.

Esse protesto de racismo que surgiu, como todo movimento civil é legitimo.

No Brasil a omissão do nosso presidente ao enfrentar o virus, e suas afirmações em torno da contaminação sem qualquer consolo ou atenção aos cidadãos parece um desejo.

São muitas as interpretações possíveis dessa falta de responsabilidade que o permite a se expressar tão enfaticamente como se fosse desejo. de morte; de contaminação ou até mesmo de enfrentamento.

O que dirão aqueles que perderam suas famílias para o virus? E daí? Azar? O que pensam eles dessa negligência, falta de consideração e assistência.

Quem são eles para jurar cumprir a constituição para todos e na hora H criar burocracia de crédito.

Minneapolis não está longe não.

Ela está plantada na cabeça de todo Brasileiro que tem testemunhado essa barbaridade que tem ocorrido aqui, e por obvio gera dor.

Qual o gatilho da próxima vez não sei.