Vidas e número importam!

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Enquanto os EUA vive um momento de reafirmação cívica em prol a vida negra, que ve-se foi brutalmente perdida em um pseudo combate à violência, no Brasil estamos vivendo a luta da informação para preservar a vida como um todo, brancos, negros, ricos e pobres.

Não vejo muita saída para aqueles que são alvo do coronavirus que já levou todo o tipo de gente mundo afora, e cujo dinheiro não comprou o que de mais abundante existe e nem a tecnologia nos salvou, que é o AR.

Ainda assim, e não é por isso que devemos ser autoritários, a ponto de escolher, mandar ao contágio, ou mesmo não divulgar a informação em tempo real das condições de vida, que em decorrência do virus, esta sob risco em todo o mundo.

Pessoas importantes não se deram conta que, ao posar com a mascara no queixo, deixam ali um exemplo que é normal colocar naquele lugar quando na realidade não é.

Nem colocar e tirar ao longo do dia, considerando que não temos como identificar onde estão as gotículas do vírus.

Foi um final de semana particularmente difícil e pesado para os cariocas. As notícias sobre a abertura do que mal fechou (e os índices de quarentena demonstram a falta de adesão) a persistência do investimento nas campanhas, digo, hospitais de campanha que já não abriram em detrimento da realização de obras na conservação dos que aí estão, são um insulto ao carioca.

Pontapé inicial é saber o que, e com quem estamos lidando. Felizmente uma imprensa livre e não arrogante esta nesse momento de estresse se reorganizando para trazer a informação.

Lamentavelmente cultiva junto a polarização e desinformação. Difícil ter opinião e centro quando o debate é extremado.

Nesse contexto a informação importa! Tanto quanto a vida de todos. Aliás sem informação pode ser que não tenhamos vida, ou vidas úteis sejam inutilmente perdidas.

Com isso, precisamos nos unir, levantar a cabeça, circular a informação e manter a esperança que dias melhores virão.

Ainda que diferentes, certamente virão!

Antes cedo do que tarde…

Volta e meia percebo situações ao redor que não evoluíram, porque muito cedo decidi.

Percebo atualmente que a mídia social acaba gerando muita interferência na vida das pessoas.

Tem dificultado, e muito, a tomada de decisões em todos os sentidos. Gera interferência, muitas vezes nociva ao que determinamos.

Tenho amigos com medo de se relacionar. Quando se relacionam com uma pessoa, falam de outra no lugar.

Eu mesmo no passado prometi que iria fazer dieta, parar com o refrigerante, e por não ter resistido no início, ficou difícil depois de frustrado o plano

Fato é que sobre isso já disse Leonardo Da Vinci, que é melhor resistir no início do que no final.

Tivesse eu tido maior empenho logo no início de alguns planos, certamente hoje teria uma visão bem melhor e mais confortável.

Empenho, consistência, coragem, são todos os fatores que na complexidade das decisões diárias não consegui conjugar.

Fato: a medida que o tempo passa, qualquer raciocínio simples fica complexo.

Entender o que me segurou, admitir onde hoje estou são passos necessários e indispensáveis para mudar.

Vamos aproveitar o domingo.

Quando nem tudo é recíproco…

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Observe como a regra da reciprocidade existe e funciona na sua vida.

Não raras vezes me vejo em situações que existem por conta de algo muito maior prometido que na realidade é bem menor.

O que importa para muitos que chegam as vezes não é nem vender ou me engajar na questão e sim chegar a alguma indicação ou contato.

A regra da reciprocidade faz parte da dimensão da mente humana, assim como o credo.

Aprendi que não é o dono da bola que importa e sim o time. De igual forma, não existe time com jogador fominha.

Não existe reciprocidade em canal unilateral.

Esse tipo de relação não se cria, não se compra nem se constrói da noite para o dia. Ainda que seja o sonho de muitos e me incluo no time dos sonhadores, a vida vai passando e agora com 44 anos olho para trás e reflito sobre tudo o que fiz, apostei, gastei, ganhei e perdi em relação a pessoas.

Porque bens materiais não são recíprocos, não tem valor, correspondem apenas a um momento financeiro… nesse caso e para quem tem cobiça a vida alheia, a recíproca não é verdadeira.

Bom sábado!

Covid: Minha máscara sua vida

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Depois de uma noite muito mal dormida, acordei organizando a rede aqui de casa, em busca de novos caminhos.

A leitura em tempos de COVID tem, como sempre, se mostrado o melhor caminho para libertar a cabeça.

Nessa organização lógica que vai da rede aqui de casa a economia de mercado cheguei ha algumas conclusões inclusive sobre o Covid e um nicho de mercado atualmente desprezado pelo governo.

Assista.

Fake news não, é Fake Brasil mesmo!

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Ao que parece o problema do Brasil esta longe de ser a questão da Fake News. De fake as notícias não tem nada, são fatos trazidos por pessoas intencionadas a desmoralizar outras, ainda que preservando as instituições.

Ou seja o problema da Fake News é o Fake Brasil, um estado ficto criado tão somente para nutrir esse desejo pervertido, quando não odioso, de denegrir pessoas.

Tenho dúvida se a motivação são os cargos em comissão ou a marcação de território tipo xixi de cachorro.

Fato é que estamos cansados de ver um governo de plateia com uma torcida organizara nos maltratando, propagando todo tipo de absurdo num ativismo politico injustificado.

Não é a fake news o problema, é o Fake Brasil.

E sem identidade, vamos ver esse toma-la-da-ca interminável e consequente período de instabilidade que não vai cessar até essas pessoas entenderem que precisam parar.

Afinal eles são combatidos pela lei de newton, falsos e errados batem em pessoas que os repugnam e de igual ou maior força saem em combate para provar que estão errados.

E a gente, que não tem nada a ver com isso, só perde. E o Brasil também.

Não é para todos.

Lembre-se… auxilio para endividado não existe, só 70 mil militares, 1/3 da elite do Rio, e outros grupos.

Isso sim é o Brasil falso, nosso cansaço, combustível para colocar em ebulição essa panela de pressão cheia de vaidade até o dia do BOOM!