Covid x Netflix… quem ganha?!

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Deixar o Netflix ligado enquanto se trabalha em casa não é um bom habito. Deixar essa plataforma promover uma enchente de séries de conteúdo adulto indiscriminadamente não é legal.

Brasileiro é resiliente, talvez por sua natureza, ou consequência do país que vive, ou dos governantes ou de tudo isso e um pouco mais.

Fato é que Netflix não é entretenimento.

Tanto é que dispõe de recurso para eliminar vinhetas e seguir logo para o capítulo seguinte. Isso tudo tem o porque.

Simplificando, é para te prender mesmo, emocionar, mais fácil lidar com isso, que seja através do celular do que lidar com a realidade.

Vivemos uma nova etapa da revolução tecnológica que voce nem se deu conta começou anos atrás.

Superada a etapa inicial que foi, através da nossa lógica, criar dispositivos e sistemas com a finalidade de facilitar nossa vida por nosso comando e ordem, agora a tecnologia está nos dizendo o que vamos fazer, como vamos fazer.

Essa facilitação não rende like, dinheiro, nada. Isso são pessoas tolas que cada vez mais se empurram para esse submundo que por diferentes níveis de programação e linguagem interagem conosco.

Fato que o Netflix traz certo vício, falta de informação, também uma ilusão de relento para quem não tem coragem e tempo de avaliar sua situação.

Para isso investiu pesado em séries, as quais me pergunto se trazem retorno financeiro justificável.

Minha percepção é que não compensa.

Quem vai ganhar? Quem vai sobreviver? Quem será lembrado? Vamos ver!

Por menos pessoas robôs no mundo.

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Esse final de semana recarreguei as baterias. Descansei. Também chorei.

Interessante notar o quanto a sociedade ainda é predominantemente machista. Não vejo na mídia social/profissional, nem nos recrutadores, qualquer artigo/opinião sobre as vantagens de quem chora.

No meu caso, ainda que não tenha o motivo claro, a certeza é que sou de pele e osso, os sentimentos são puros e genuínos.

Junto com eles vem o trabalho e solução para os problemas.

Desconfie de empregado/sócio robô. Sem emoção, não há compromisso, ainda que seja do tipo racional como eu que enxergo o tênis cinza e verde, onde tem compromisso tem sangue, e também emoção.

Não é fraqueza, não é frustração, não é derrota. Pode até não ser alegria. Isto não significa que não seja verdadeiro. E junto com isso vem também uma solução e conforto pessoal.

Boa semana para todos!

Low Batt

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Hoje estou exaurido. Sabe quando você trabalha muito e ainda assim não muda a realidade dos problemas, termina a semana difícil, sem horizonte, menos cliente, e sem saída.?!

Pois é.

Esgotada a bateria, estou reorganizando a vida e as energias ficando ao lado da família.

CTRL+ALT+DEL efetivado com sucesso.

E voce?

O que o COVID lhe ensinou?!

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Não ha mal que seja eterno, e bem que não possa ser feito aqueles que buscam nessa vida aprender e viver.

Até que alguém prove o contrário, sou carne e osso igual a todos que nesse mundo vivem e morrem.

E como tal busco sempre ao longo da vida e do trabalho, conhecer os problemas, as pessoas e estudar solução para os inúmeros problemas e questões da vida que nós advogados mediamos ao longo de nosso trabalho.

Final das contas não eh isso que me garante sucesso, reconhecimento, nada. Isso me traz um conforto de que enquanto pessoa estou no caminho certo para uma existência com paz e tranquilidade.

Não tenho apego ao dinheiro e aos bens materiais, nunca tive. Quem nele se apega não vive para repartir, para ajudar, para multiplicar, para prosperar no sentido amplo da palavra.

E não precisei do COVID para realizar que tenho esse valor de berço, de vida, de estudo, de experiência e aprendizado.

Optei por não ser politicamente correto nessa questão porque também não julgo os outros, sejam os que exploram a pandemia quanto os que a ignoram como se não existissem.

Contudo faz parte da minha existência refletir, afirmar, pensar e perguntar, o que esse episódio, essa pandemia, fez voce refletir?

Segue o vídeo, to querendo saber sua opinião. Aqui, zap, YouTube, qualquer lugar.

+ vida – celular

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Percebo que muitos estão deixando de viver, sentir a vida e contemplar os momentos em prol da foto.

A excessiva preocupação, ou vício, de vincular momentos com uma selfie é uma característica, ou doença, agravada pelo celular.

Não me recordo à época do filme Kodak, em que as fotos eram reveladas e por demais caras, o excessivo consumo de poses em selfies.

Naquela época, em que o processo de revelação era praticamente artesanal, não dava bancar esse tipo de atitude.

Aliás nem com a câmera digital.

Foi o celular e a mídia social os condutores desse padrão que não é normal.

Que tal deixar a selfie de lado e aproveitar os momentos ?! Convido voce a conversar com o próximo, estabelecer um diálogo, entender o ponto de vista e refletir sem foto.