A imprevidencia

A divulgação da lista das top 500 empresas que devem a previdencia revela o lado particular de muitos que tacam a pedra nos politicos e levam a praça o costume da casa.

Não existe consciencia moral na importancia de contribuir nessas empresas, seus gestores e muitos dos funcionarios que junto teceram essa rede de conivencia em desfavor de si mesmos.

Em um pais como o Brasil estigmatizado pelo desvio de verba, corrupção, ineficiencia e falta de senso de propriedade com tudo o que é publico, muitos querem o beneficio e reclamam do valor, contudo, uma parcela desses beneficiarios direta ou indiretamente contribui para a divida do sistema.

Isso aliado ao fato que noticia ruim no Brasil não tem dono, ninguem se responsabiliza, foi o que faltava para a cria se voltar contra o criador e um aloprado presidente de uma comissao propor cobrar a conta do trabalhador.

Não.

Isso não pode acontecer!

Nisso alguns politicos estão certos, em jogar a pedra nos executivos, diretores, advogados, gerentes e quaisquer interlocutores que lesam mes a mes seus trabalhadores.

Uma empresa que calota os direitos de seus trabalhadores em prol de um resultado é equiparavel a um politico corrupto e ineficiente. Ambos tem em comum o fato que pensam somente no legitimo interesse.

Enquanto o micro, pequeno e medio empresario que dependem de setores para funcionar se esfolam para pagar seus impostos não tendo outra alternativa senão o de aderir aos parcelamentos padrão quando desfalcados em suas rendas, os grandes devedores adormecidos estão, ha decadas, sem pai, sem mãe, sem responsabilidade.
Algumas perguntas considerando a lista apresentada:

Onde esta o judiciario nessa historia? 

onde estão os administradores da massa falida e das empresas em RJ? 

Onde esta a criatividade dos grandes economistas e fundos de investimentos que quando não quebram, deterioram empresas na busca implacavel do ebitda para ficar bonito aos investidores?

Onde foi para o dinheiro da fundacao rubem berta?

Porque o governo sucateia suas proprias contas, joga a fundo perdido seus creditos e deixa falir empresas que ja foram icone deste pais? 

Conclusão:

Esse politico que ai esta em desserviço ao pais é tambem reflexo dos seus eleitores?

Como mudar a ciranda cirandinha?

PA de BAH

Uma das vantagens que se tem de viver ao lado de alguém sem medo, é poder sem querer querendo se superar.

Foi assim que anos atras consegui retornar ao parque aquatico e voltar a nadar.

Não foi facil.

Porque nossa mente as vezes se prende em gatilhos que atrasam a vida, alguns dos quais remetem a situações complicadas – eventualmente nao resolvidas – do passado.

Consegui passar a borracha, superar o trauma de ter abandonado a piscina muito cedo.

Era muito jovem, tinha a obrigação de acordar muito cedo, ir ao clube, socializar, fazer polichinelo, nadar em piscina gelada e absurdamente funda, enfim cumprir um papel.

Vislumbrei na possibilidade de competir e entregar uma medalha de ouro aos 8 anos, como a unica oportunidade de cumprir o papel e virar a pagina.

Dificil foi mergulhar na piscina depois de velho, ter o flashback, lamber a ferida e  depois e seguir em frente.

Não morri, me toquei nisso e chorei esse episodio, essa magoa, energia passada, coisa de homem moderno sabe?! 

Com novo foco encontrei estimulo sabe la de onde, me fortaleci, me superei e consegui (melhor de tudo) sendo eu mesmo, aprender a viver o parque aquatico.

A agua da piscina climatizada, salinizada, não mais remete a carencia do calor do utero de mãe…. porque esse pedro cresceu, evoluiu e aprendeu a viver.

Nossa! E nadar passou a dar prazer.

Estragando a carne onde se ganha o pão.

O Brasil é lider em escandalos, corrupção, caixa 2, politica do toma-la-da-ca, e agora carne podre.

Não há padrão para uma associação de empresas que, reunidas como se quadrilha fossem, corruptos e corruptores, deixam passar em branco essas irregularidades.

Isso mesmo, deixaram passar, ate o dia de hoje se negaram a admitir essas praticas ilegais algumas das quais apuradas em conversa telefonica.

Deixaram de pedir desculpas ao Povo Brasileiro.

Optaram pela retorica de que somos bons, otimos, excepcionais, se ha problema é muito pequeno….

Como? Oi? São muitas as empresas.

O problema é muito grande, esta enraizado na cultura dos aloprados e seus subordinados que ganharam dinheiro as custas da carne podre.
Pior e que o governador dos estados afetados não falou, o ministro não falou, muitos se calaram.

E se ninguem aqui se importa, ok, que venha o mundo cobrar explicações, apurar os fatos e aplicar sansões.

Isso mesmo, terra de bang-bang, não podemos consumir esse absurdo e exportar o pior para o mundo.

Que a arrogancia, prepotencia, ignorancia e ganancia dos brasileiros seja combatida por quem julga sem medo, rapido e com imparcialidade, o que esperamos da justica.

Como esta, não da para ficar.

E nem adianta justificar a defesa da fraude na preservação de empregos, que estão aí, fazendo um desserviço a nação, por pessoas provavelmente sem educação de qualidade pois abandonados pela patria educadora e sem saúde, no que dependente forem do serviço público.

Stillnox at sleep

Não curto tomar remedio para dormir.

Por anos dormi 2-3 dias por semana sem que isso refletisse qualque prejuizo pessoal e/ou profissional.

Agora, aos 40 e 1 anos de idade, estou me cobrando a me afastar da insonia e estabelecer uma meta to tipo: eu e eu mesmo, comigo mesmo, so mesmo eu para assim conseguir dormir e sonhar.

Tudo bem, tudo numa nice, ja estou posto a dormir, acho que estou indo bem, temperatura do ar boa, sem roncos no quarto, fios do lencol compativeis e apropriados, cobertor de fleece organizado, remedio para dentro, fecho os olhos e vem uma mustura da salvador dali com frida calo, num monte de situações utopicas, lugares que todo mundo gosta de ir para la viajar,como se destino e um paraíso de diamante chuvoso fosse.

Exceto eu, fico aqui na utopia que a vida e o paraiso é voce com eu, com voce mesmo, comigo mesmo.

O remedio provoca a sensacao de perda de  sintonia com o corpo e nada mais ha para a paz interior senão essa utopia.

Se o fisiologico não ajuda, vou sem titubear no farmacologico.

Flashback… nadando fantasias em direção ao mundo perfeito para não voltar.

É algo para se viver ou imaginar.

A unica certeza que tenho, quando vivo o Love nesse sonhos, e que a vida sou eu e ele.

O ceu brilha a imagem dele como diamente.

Mijarnaval… homenagem a mediocridade.

Ontem a contra gosto saí.

E digo contra gosto sem medo de errar.

Ainda que seja politicamente incorreto, confesso, não gosto de carnaval.

Faço parte do restrito grupo de cariocas que costuma viajar enquanto a cidade é invadida por mijões que não se dão respeito.

Esse ano não consegui por inumeros motivos, dentre eles – e o mais especial – a primeira aula de spinning e running do Prof. Pablo Muniz na Cia Atletica.

Ainda assim, ontem a noite fui comunicado que iria encontrar um casal de amigos no Praticitá na olegario maciel.

Vamos as conclusões:

De fato não é a minha praia… não preciso esperar o carnaval para me vestir de mulher, sou abertamente gay e casado, tenho meu homem em casa.

Tambem não preciso mijar na rua, o que fazem algumas mulheres sem a menor cerimonia… daí porque algumas acabam sendo vitimas do não que é sim e do sim que é não.

Afinal, a patria mal educadora, familia mal instruída, a banalização de certos valores aliados a cerveja e apologia a cultura da submissão, violencia e sexo casual é fogo nessa malandragem, para não dizer outra coisa.

E da onde é que brotou tanta gente?!

Porque em nome do carnaval alguns muitos podem se drogar, lotar as ruas, impedir outros de sair, e tudo virar zona.

Lamentavelmente a sociedade só escuta a opinião daqueles que se organizam em comunidade, não importa se pleiteiam futilidade ou mediocridade.

E aí vou ser bem claro:

Precisamos acabar com a farra dos blocos de rua. Nunca vi tanta gente bebada, feia, ridicula, alguns aparentemente intoxiados, outros promiscuos juntos em prol do carnaval.

Isso não é carnaval.

Deveriam se restringir ao centro de convenções, parque olimpico, locais que podem ser organizados com infraestrutura.

Não somos desenvolvidos para suportar esse tipo de “evento” sem briga, sem assedio, respeitando uns aos outros.

Que o custume da praça não va para casa… parece que ja foi, e não vai ter solução a curto prazo.

Espero estar enganado.