Rio eu amo, não tem quem cuide!

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Precisamos sair desse emaranhado de problemas que vive o Estado do Rio.

A solução para o caos da saúde, fiscal e administrativo implica na necessidade de costurar um acórdão. Fazer mais com menos.

É preciso viabilizar a solução e sem retaliação.

Ninguém do bem vai se dedicar ao estado persecutório. Fato!

E nesses últimos tempos a imprensa, foi constante e persistente na criação de um movimento ideológico e que também hoje se vê que foi político, de novo normal expor, julgar e jogar para a plateia sem bem informar.

Criou-se o estado persecutório.

Final das contas o povo não elegeu quem quis, e sim o que não queria ver dadas as notícias que com costume e persistência acompanhou no último ano.

Vidas rasgadas, trabalho ignorado, reputações manchadas, se misturaram com o que também estava errado.

Resumo: nivelaram por baixo

Sair agora dessa inércia não é fácil. Para tal será necessário colocar o ego, o partido, o cargo, e muitos outros vínculos de lado para fazer a coisa certa.

Não temos muitas chances, temos algumas, são possíveis. Se a pessoa certa se interessar e não for perseguida.

Ainda não vi no campo político alguém interessado em sair do fisiologismo. Também não vi muitas manifestações nesse sentido. Não significa que não exista. Significa de início que o carioca esta também desiludido com o seu voto.

Ainda assim vejo que pode mudar. Esperando aqui. Tomara que não seja eternamente. Alguém vai ajudar?

Tudo no seu tempo

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O Brasil é terreno fértil para a indústria. Tudo por fazer. Muito pouco bem feito. Um dos fatores para a estagnação na fabricação de produtos com alto valor agregado é que o país é burocrático e pouco informativo.

E também muito socializado na relação do direito do trabalho e nas relações entre pessoas e o Poder Judiciário.

A interferência excessiva gera um mar de despesas legais, empresariais que corriqueira para uns de fato afugentam grandes empresas e empreendedores.

Não temos maturidade para discutir essa relação. Aqui nem sempre vale o escrito.

Tomei um susto com uma série de reportagens falando sobre a orientação de recrutadores para manter funcionários e empresas em casa.

Movimento perigoso.

Assista o vídeo e entenda o motivo.

Vidas e número importam!

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Enquanto os EUA vive um momento de reafirmação cívica em prol a vida negra, que ve-se foi brutalmente perdida em um pseudo combate à violência, no Brasil estamos vivendo a luta da informação para preservar a vida como um todo, brancos, negros, ricos e pobres.

Não vejo muita saída para aqueles que são alvo do coronavirus que já levou todo o tipo de gente mundo afora, e cujo dinheiro não comprou o que de mais abundante existe e nem a tecnologia nos salvou, que é o AR.

Ainda assim, e não é por isso que devemos ser autoritários, a ponto de escolher, mandar ao contágio, ou mesmo não divulgar a informação em tempo real das condições de vida, que em decorrência do virus, esta sob risco em todo o mundo.

Pessoas importantes não se deram conta que, ao posar com a mascara no queixo, deixam ali um exemplo que é normal colocar naquele lugar quando na realidade não é.

Nem colocar e tirar ao longo do dia, considerando que não temos como identificar onde estão as gotículas do vírus.

Foi um final de semana particularmente difícil e pesado para os cariocas. As notícias sobre a abertura do que mal fechou (e os índices de quarentena demonstram a falta de adesão) a persistência do investimento nas campanhas, digo, hospitais de campanha que já não abriram em detrimento da realização de obras na conservação dos que aí estão, são um insulto ao carioca.

Pontapé inicial é saber o que, e com quem estamos lidando. Felizmente uma imprensa livre e não arrogante esta nesse momento de estresse se reorganizando para trazer a informação.

Lamentavelmente cultiva junto a polarização e desinformação. Difícil ter opinião e centro quando o debate é extremado.

Nesse contexto a informação importa! Tanto quanto a vida de todos. Aliás sem informação pode ser que não tenhamos vida, ou vidas úteis sejam inutilmente perdidas.

Com isso, precisamos nos unir, levantar a cabeça, circular a informação e manter a esperança que dias melhores virão.

Ainda que diferentes, certamente virão!

Antes cedo do que tarde…

Volta e meia percebo situações ao redor que não evoluíram, porque muito cedo decidi.

Percebo atualmente que a mídia social acaba gerando muita interferência na vida das pessoas.

Tem dificultado, e muito, a tomada de decisões em todos os sentidos. Gera interferência, muitas vezes nociva ao que determinamos.

Tenho amigos com medo de se relacionar. Quando se relacionam com uma pessoa, falam de outra no lugar.

Eu mesmo no passado prometi que iria fazer dieta, parar com o refrigerante, e por não ter resistido no início, ficou difícil depois de frustrado o plano

Fato é que sobre isso já disse Leonardo Da Vinci, que é melhor resistir no início do que no final.

Tivesse eu tido maior empenho logo no início de alguns planos, certamente hoje teria uma visão bem melhor e mais confortável.

Empenho, consistência, coragem, são todos os fatores que na complexidade das decisões diárias não consegui conjugar.

Fato: a medida que o tempo passa, qualquer raciocínio simples fica complexo.

Entender o que me segurou, admitir onde hoje estou são passos necessários e indispensáveis para mudar.

Vamos aproveitar o domingo.

Quando nem tudo é recíproco…

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Observe como a regra da reciprocidade existe e funciona na sua vida.

Não raras vezes me vejo em situações que existem por conta de algo muito maior prometido que na realidade é bem menor.

O que importa para muitos que chegam as vezes não é nem vender ou me engajar na questão e sim chegar a alguma indicação ou contato.

A regra da reciprocidade faz parte da dimensão da mente humana, assim como o credo.

Aprendi que não é o dono da bola que importa e sim o time. De igual forma, não existe time com jogador fominha.

Não existe reciprocidade em canal unilateral.

Esse tipo de relação não se cria, não se compra nem se constrói da noite para o dia. Ainda que seja o sonho de muitos e me incluo no time dos sonhadores, a vida vai passando e agora com 44 anos olho para trás e reflito sobre tudo o que fiz, apostei, gastei, ganhei e perdi em relação a pessoas.

Porque bens materiais não são recíprocos, não tem valor, correspondem apenas a um momento financeiro… nesse caso e para quem tem cobiça a vida alheia, a recíproca não é verdadeira.

Bom sábado!