Passei o final de semana bem acompanhado, divido algumas fotos com voces.
Dia da Independência do Brasil
Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado “Grito do Ipiranga”. De acordo com a historiografia clássica do país, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente do Brasil, então D. Pedro de Alcântara de Bragança (futuro imperador Dom Pedro I do Brasil), terá bradado perante a sua comitiva: “Independência ou Morte!“. Muitas foram as conseqüências desse processo, dentre elas o endividamento externo que diz-se iniciou nessa data.
Já podeis da Pátria filhos
Ver contente a Mãe gentil;
Já raiou a Liberdade
No Horizonte do Brasil
Já raiou a Liberdade
Já raiou a Liberdade
No Horizonte do Brasil
Brava Gente Brasileira
Longe vá temor servil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil,
Houve Mão mais poderosa,
Zombou deles o Brasil.
Houve Mão mais poderosa
Houve Mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.
Brava Gente Brasileira
Longe vá temor servil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil:
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Brava Gente Brasileira
Longe vá temor servil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Parabéns oh Brasileiros,
Já com garbo juvenil
Do Universo entre as Nações
Resplandece a do Brasil.
Do Universo entre as Nações
Do Universo entre as Nações
Resplandece a do Brasil.
Brava Gente Brasileira
Longe vá temor servil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
questão de sangue… e do cacete de agulha!
Segunda pela manhã fui ao laboratório tirar sangue, algo que, sendo eu filho de médico e com o histórico de intercorrencias que tenho, posso até incorporar no meu nome a palavra e me chamar Pedro Hemograma Vaz ou em uma versão mais simples Pedro Bastonetes Segmentados Vaz.
O exame estava marcado para as 7 da manhã, ou seja, acordei cedo para dar tempo de chegar e preencher aquela dúzia de guias do seguro, não consigo entender, com tanta tecnologia, em plena era da internet temos que preencher tantas guias, até parece que é uma folha para cada nome…
Nesta segunda-feira eu estava com as mãos cheias, algumas sacolas da Paula que ficou retida no guichê, fiquei sentado na recepção esperando que a chamada seria conjunta, mais não foi, e logo após tirar a foto do instagram ouvi aquela voz, inesquecível voz que exclamou em alto e bom tom, do centro da sala, o nome de quem??? quem poderia ser??? Pedro Vaz.
Fui ao encontro da funcionária que me levou ao que parecia um guiche, sentei na cadeira, olhei para a pessoa, peguei as sacolas, coloquei a direita, mais não tinha espaço entre a cadeira e a divisória, movi rapidamente para a esquerda, mais havia um recorte na divisória do guiche e as sacolas e ficavam longe de mim, então movi novamente mais para perto da cadeira quando então a pessoa não resistiu e perguntou “tudo bem?”
– “ótimo, estou estocando sangue para filhote de vampiros” pensei, mais preferi responder sem pensar simples, singelo e rapidíssimo “sim”… fim? não! a missão estava longe de terminar, a pergunta difícil que veio em seguida foi “de qual braço você quer tirar”.
Olhei para o braço direito, parecia bom e disposto, olhei no esquerdo, idem, idem… as sacolas estavam a frente, a cadeira meio que torta então dane-se a escolha, disse que poderia ser no esquerdo mesmo porque de fato era só arregaçar a manga, seria mais rápido, acabaria logo com esse sofrimento e ponto final.
Então foi assim: garrote no lugar, cadeira na diagonal, sacolas, telefones etc em algum lugar, “tudo bem” falei na voz formiguinha e agora vai… não foi, o que veio foi a palavra telegráfica “descartáveis!” e a imagem sinistra de plásticos e tubos, dentre eles um parecia uma banana, ah meu deus será que esse troço vai ser acoplado no cacete de agulha?
Dito e feito, cacete de agulha, cacete de recipiente que era maior que uma banana e de pensar senti um frio na espinha, cacete da enezima vez ao cubo que faço exame de sangue, enfim sentado no trono com a tia dos descartáveis, do lado esquerdo, olhei para aquele tubo encher, tudo bem, tudo certo só que parou quando chegou no meio e pensei “fu….” a pessoa soltou o garrote suponho andar mais rápido mais o tubo demorava para encher.
A essa altura eu ja estava querendo o meu sangue de volta mais não pude, aguardei o cacete de agulha cumprir sua parte enquanto paulinha ainda regularizava a questão do cadastro na recepção, ao final suspirei e pensei, felizmente e agora acho, só vou repetir no ano que vem.
Não desisti… tomei um café, comi um biscoito, relaxei, senti um sono tremendo e passei o resto da manhã com a paula rindo da reação que desenvolvi sempre que tiro sangue, depois de tantas as vezes que tirei o sangue, isso ja estava a caminho do Rio Sul para outro exame.
Pois é, quem diria… tirar sangue, que emoção hein ??!!
O filho da mae é uma peça em cartaz no RJ com texto inovador, surpreendente e divertido ! Assisti e recomendo
Hoje vi a crítica da peça na Veja que faz justiça ao espetaculo. Aproveito para parabenizar o Eduardo Martini pelo trabalho e dedicação, ele apostou certo, fez um novo, denovo, como sempre faz, como sempre fez, surpreendeu os outros e foi reconhecido por isso.
Well done, fico feliz em ve-lo no RJ e mal consigo esperar qual surpresa trara no proximo espetaculo, ainda que continue esse, quero mais!!
Algumas das motivações e coisas boas da política.
Ser político me permite:
1) acreditar na democracia.
2) acreditar na liberdade de expressão.
3) procurar novas ideias.
4) acreditar na força da palavra e da união.
5) ajudar as pessoas.
6) expor fatos e abrir o dialogo com a sociedade.
7) escutar pessoas.
8) entender que é preciso de nova abordagem as questões públicas.
9) entender que os problemas públicos precisam ser resolvidos e não omitidos e esquecidos.
10) perceber que uma pequena ação, por menor que seja hoje, pode mais a frente ajudar muitas pessoas.
Um político deve ser tudo de bom para a sociedade, e mais ainda para aqueles que confiaram e acreditam na evolução, mais acho que a banalização do político, a falta de identidade de muitos que se apoiam em instrumentos de marketing, acabam desviando o foco do SER e FAZER para o que nesse caos sentimos e se hoje esta difícil precisamos agir para não ficar pior ainda.
Votar é bom, é uma das poucas ferramentas que iguala todos sem distinção, e reflete na sociedade de um modo geral, daí porque o exercício e o debate das idéias é fundamental para todos, sem exceção.




