Fantástica Fabrica de Chocolate, a vida como ela é

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Por trás dessa história de criança, existe uma característica que acompanha a humanidade.

É a ideia de oferecer recompensa.

O filme também aborda de forma muito rudimentar o efeito da corrupção e suborno, quando uma pessoa se dizendo infiltrada oferece em tese dinheiro para conseguir botar a mão na goma de mascar eterna.

Não é de hoje que a corrupção e recompensa andam juntas. Ninguém deveria ser recompensado por fazer a coisa certa.

Afinal esse é o padrão.

Como entender isso, quando temos pais que educam seus filhos na base da recompensa para os que estudam, arrumam o quarto e por aí vai.

Vale a pena ver o filme na verão original.

Hipocrisia elevada ao extremo!

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Hoje recebi um e-mail de empresa de estacionamento dizendo para os usuários ficarem tranquilos que estão adotando as medidas de segurança com EPI, alcool em gel, para todos os seus funcionários.

Realmente criativo esse departamento de marketing.

Essas empresas foram as primeiras a automatizar suas funções.

São dois os motivos que levam a sua existência: (1) ganância e (2) violência.

Vendem um sistema de gestão que nada mais é do que uma ferramenta que os auxilia a inflacionar o preço da vaga para obter uma máxima rentabilidade.

O tem gente que defende esse mercado….

Não existe eficiência na administração de vaga, e sim obtenção de dinheiro.

Não deveria haver retorno financeiro na administração de uma vaga em prejuízo ao usuário.

O custo dessas empresas que usam totens, sistemas, é ridículo de baixo, nem mão de obra especializada em cada empreendimento tem.

Empresa de estacionamento não é de segurança. Se dobram a função, desconfie!!!

Não existe capacitação na operação de caixa, que é o funcionário que ali esta.

Não existe experiência em acumular renda por esse serviço. Zero.

Nem existe qualificação de clientela… algo que poderia mudar.

Ja sem querer botamos um freio no petróleo, devemos aproveitar e botar outro nessas empresas antes que seja tarde demais.

Como fica o alegrinho?!

Sem querer levar a lebre para a seara mãe bebe, a cultura de aceitar o alegrinho filho do outro, pode ser um dos elementos culturais de posterior rejeição a nossa natureza afetiva hein?! O que acham?

Ja ouvi de tudo, desde o famoso “alegrinho e simpatico é o filho dos outros, mas aqui em casa não” até mesmo “viado é o filho dos outros, o meu é homossexual”.

Em respeito a esses “pensadores” fofoqueiros ou não, lhes digo que houve um tempo, não muito distante, que casar com mulher que não era virgem, não era uma atitude bem vista! De virgem maria a maria virgem, essa condição era louvada.

Depois vieram as moderninhas, libertinas, chame as como quiser, fato é que esse grupo conquistou o emprego, o divórcio, o sexo, enfim, muita liberdade e nem todas foram tão discriminadas, violentadas, alvo de discussão e perseguição como nós fomos?!

Me coloco no contexto, na medida em que optei por viver as claras, sem medo ou preconceito até mesmo em relação aos senhores que, sem entender exatamente o que passa em nossa cabeça, optam por nos tratar individualmente na extrema formalidade a reconhecer um laço que nos envolve. 

Para esses senhores, tambem lhes dedico bom feriado e bom final de semana. 

Início de conversa. Coronavirus… doar é bonito agora o que se faz em casa??

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Chama atenção o fato que tem muita empresa divulgando doação milionária para o governo. Parabéns!

De igual forma percebo que nenhuma delas esta divulgando quais investimentos estão fazendo na sua sede, nos escritórios e filiais em prol de seus funcionários.

Isso é alarmante!

Ainda que a publicidade da doação em dinheiro seja bem vista, que o dinheiro ajude a salvar vidas, e que o governo precise de muito…

Existe um silêncio do que é feito em casa.

Para um banco, por exemplo, que tem de lucro 26 bilhões de reais, a contribuição é irrelevante, se não investir na agencia, no funcionário e seu cliente.

Investir na força de trabalho faz toda a diferença, alem do que, pode servir de experiência para compartilhar com outras empresas, ja que a depender do governo federal, estamos a deriva, muito mal tratados mesmo.

Fica a sugestão!

Quem sabe não surge aí um livro? Documentário? Um movimento educativo com legado tanto para o executivo quanto para o funcionário?

Todo mundo bem e sintonizado, o cliente certamente vai estar salvo!

Isso não tem preço, nem se reflete na doação para o governo, isso é outra história.

Perhaps o começo.

Sintetizei no vídeo.

Corona politics!

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O coronavirus veio para ficar.

Em torno dele, espero que surjam políticas públicas em prol da preservação da vida.

No final do dia, não é isso que esta acontecendo.

Vai aqui a reflexão em vídeo, pela falta de outras palavras.