Moderação… para menores de 18 anos.

Recentemente recebi a informação que um vídeo postado no YouTube em 2020 foi moderado por um anônimo, e determinou-se que não seria apropriado para menores de 18 anos.

Surpreendente que o meu canal tenha sido selecionado para ter o conteúdo analisado. Ainda estou sem entender qual seria a motivação de tal revisão anônima e quem seria o responsável por denunciar o conteúdo.

A percepção que fui objeto de denúncia é clara, afinal não sou de fazer coro para quem aí esta. Depois estou perto dos 50 anos e tenho uma tendência de falar o que penso sem censura, sem edição. E isso incomoda.

A censura sobre o conteúdo em mídia social é uma realidade e a restrição de conteúdo sem justificativa ou motivo aparente é cada vez mais comum no mundo de quem posta.

Naquele vídeo falei nada demais exceto pelo fato que previ a briga política que sucederia o combate do covid pela classe política quando havíamos atingido a marca de 12 mil mortos.

E foi lamentável!!! PEC da guerra, dinheiro correu solto para os estados, denúncia de compra de respirador superfaturado, hospital de campanha superfaturado, o povo morrendo e a culpa recaindo no Bolsonaro.

Custou vida a irresponsabilidade dos políticos.

E se dizer isso é impróprio para menores de 18 anos, uma criança de 16 anos que ja pode votar, ja moderada pela mídia social, pode ser facilmente induzida a erro, ou mantida de propósito nesse ambiente de falta de questionamento e acesso somente a informação que lhe é apropriada. E isso é censura.

Um Felipe neto jamais existiria. Muito pior falou em seus vídeos sobre a vida, costumes e adultos. A realidade eh essa, 2 anos depois o conteúdo foi restrito.

Se for menor de 18 anos peça a um maior para mostrar o vídeo, a liberdade de expressão depende disso. A palavra de ordem é resistência institucional e não falo do governo e seus governantes, e sim aos meios sociais.

Assista –> https://youtu.be/EIGe-8vY8R4

Rio social

Carioca beija todo mundo, carioca anda nu, carioca sente calor, carioca faz amor… essa banalização do ser carioca foi plantada por pessoas e fomentada por governos e governantes para torna-los caricatos e refens de si mesmos, quando não do governo, de outros… explico:

Não é de hoje que me pergunto porque muito dos motoristas do Rio de Janeiro não observam a ultrapassagem pela pista da esquerda? Porque não se respeita o recuo para embarque de passageiros em ônibus? Porque sinal aqui é um indicador e sua parada não é obrigatória? Porque a motocicleta aqui pode mais que a bicicleta?

Assim a cidade se vende para o mundo. Venha passar férias aqui, o povo é legal, tem carnaval, o clima é informa, coloca um chinelo e seja livre. E não esqueça tem o carnaval, ano novo, rock in rio, tem eventos e tem turismo.

De outro lado observo uma minoria de brasileiros, contemplanda no grupo daqueles que tem o privilégio de viajar para o exterior, fazendo vídeo para mostrar o quanto é organizado determinado lugar. Brasileiro no exterior faz fila, cumpre regra, faz tudo como manda o costume local.

Aqui tem um passe livre para tratar o povo mal.

Evidente que falta escula, falta educação – e muita – para as crianças terem um pouco de civilidade. De nada adianta mudar a letra da música para não atirar o pau no gato se por outro lado a criança ganhou tanta liberdade a ponto de mandar e cobrar dos pais desde o uso de tablet e celular para a exigência no cumprimento de suas prioridades.

E o limite de ser criança existe quando suas atitudes esbarram na falta de educação ou necessidade de instrução pelo adulto.

Como no Rio tudo é infomal, sabe la porque motorista aqui avanca sinal. Aliás chato é aquele que reclama, faixa de pedreste é meramente decorativa não existe a necessidade de utilizar a calçada.

Essas regras básicas de postura facilitam o convívio social e comunitário mundo afora menos aqui.

Vivemos um processo de involução ascentuado. Porque a prefeitura não fez a sua parte em algumas regiões da cidade, resolveu deixar de cobrar IPTU, sentença de morte a falta de urbanização. Para quem não é cobrado o importo qualquer melhoria é favor e não obrigação, ou dívida com o governo, político local e miliciano.

Derrepente percebo que a prefeitura foi – e permanece – uma grande fomentadora da degradação da qualidade de vida dos moradores ao fomentar esse tipo de ação social (pela não cobrança dos impostos) em detrimento que seja da adequação dos mesmos ao valor que o povo possa pagar.

Se tem tarifa de luz social evidente que poderia haver a cobrança de imposto em patamar diferenciado.

A escolha por trocar a obrigação de dar saude, habitação e educação por obra na creche e na escola foi de alguns governantes, muitos hoje tem seus pupilos no governo, e tem uma geração que esta pagando caro por isso, ou pode ser que não perceba seu dom e não enxergue além do momento atual que vivemos e tem essa realidade sacramentada como verdade.

E ai de voce se virar para o lado e falar com algum desconhecido. O mundo das selfies não existe nas ruas nem no transporte, ali se olha feito em resposta a qualquer pergunta.

Sim na tv um monte de políticos cinicos prometendo felicidade, venha votar para ser feliz denovo.

Entenda, voto não traz felicidade e muitos dos que estão ai planejaram viver usando o eleitor como fonte de voto, alimentando esse sistema para se perpetuar no poder.

Que tal dar uma chance a político desconhecido e virar o jogo diluindo o curral eleitoral daqueles que ja sabem pela ausência de voto dos demais tem um numero de votos certo para entrar?

Bora tentar?

Se liga no passinho

Não é de hoje que somos permeados com a idéia que grandes problemas podem ser resolvidos por coisas simples. Não é que a solução seja complexa contudo percebo um grupo de pessoas que esta abrindo mão de refletir e empreender em prol de copiar. Porque também não faltam estímulos para dizer a geração nova que aí esta, que tudo pode e deve ser resolvido de forma rápida e prática.

O maior desafio nessa equação não é entender a sofisticação do argumento simples para resolver a equação, não. A construção da solução simples advém da absorção de uma série de complexidades, cuja base nos é passada através da educação. Aperfeiçoa-se com o tempo na sua forma continuada.

Como dizer a uma geração que não tem como norte a educação e reage na base do impulso no que a mídia social esta provendo que nada disso importa. Não é a associação de fatos e circunstancias da vida a marca que importa, ou a foto que contém alguma representação do que seria um ideal de vida, a solução para qualquer pessoa. Ainda que possa (e muitas são) ser objeto de reprodução do que na mídia esta, a cópia não contém a bagagem pessoal do aprendizado.

E tudo bem que em algumas áreas, a adoção do genérico veio para ajudar. Não fosse por estes, alguns remédios seriam muito caros até os dias de hoje. Outros específicos, como no campo dos antirretrovirais, se não fosse caro o governo sequer teria entrado. Discussões políticas a parte a cerca da motivação politica ou empresarial de quem esteve no processo de homologação, fato é que nessa área tudo pode.

Em outras não.

A guerra das marcas arregimentou um exército de pessoas que através delas vive, se veste, se identifica, e alguns tem nelas até mesmo um ideal.

O legado do uso excessivo da mídia artificial é uma vida vazia ou baseada na propaganda. Através dela muitos dos temas que são importantes ficam ofuscados. Na mídia social não existe problema de transporte, o BRT funciona e o hospital público presta bom atendimento a todos. Na mídia social pessoas são levadas a idolatrar outras simplesmente porque aparentam ter tudo e serem bem sucedidas.

Fui dizer em uma mídia social que não escuto e desprezo as músicas de uma artista que nivelou por baixo as mulheres, e a pretexto do suposto reconhecimento na verdade as vulgarizou por ideias rasas e atos obscenos, fui bombardeado.

No fim do dia o que espanta é que existe sempre uma música que acompanha esse movimento de rebaixamento da raça humana a condição de cumpridores de tarefa, para que estejam ocupados não se valorizando e que tenham sua autoestima baixa para não refletir, não cobrar, se calar ou mesmo não usar sua voz.

E isto não esta bem.

Uma visão extremista do que hoje tem vai acabar com a nossa formação. Leitura de texto vai ser atribuição de iluminati. Não haverá necessidade de aprendizagem de lingua se o celular já corrige e faz predição. Um Steve Jobs não mais existiria, afinal, não haverá necessidade de aprender caligrafia e pouco importa qual é o tipo de letra.

Da mesma forma que a religião (ou ausencia de) perfaz uma dimensão de nossa cabeça, o aprendizado e aperfeiçoamento dos estímulos através da leitura, interpretação e escrita é fundamental.

Escutar musica faz parte, dançar o passinho também, o bicho pega quando tudo se resume ou se baseia no passinho, ou quando muitos fazem os passinhos e cantam as músicas achando que as letras são mais simples do que as mensagens passadas nas músicas. E na verdade muitas músicas de hoje pregam exatamente o fim de muitas conquistas do passado.

Não adianta fechar o olho e esperar passar, é preciso pensar fora da caixa, quem tiver uma sugestão pode começar respondendo o texto deixando um comentário aqui no aplicativo do wordpress.

Nem toda mudança é para melhor

O que estou a escrever parece óbvio mais não é, ou pelo menos, não deveria ser para quem no futuro acredita e pensa através dele deveriamos deixar um legado melhor para os outros.

Hoje ja com 46 anos ou 4 para 50 ando bastante reflexivo sobre o que de bom vivi e o que de ruim não ficou para trás.

No campo do direito vivemos um retrocesso desde a reforma do código de processo civil que sinto não veio para melhorar quem em sua vida depende e confia na justiça.

O Poder Judiciário não é eficiente. Matérias como a de ontem que mostram a forma rasa através da qual algumas decisões são tomadas como a admissão de um filho socioafetivo sem sequer consultar família e amigos é a prova disso.

E nós advogados lidamos com o acessor do juiz, o responsável pelo expediente, o oficial de justiça, o tempo que se leva a conclusão e outro decorrente da publicação, as vezes, para chegar ao nada. Tudo isso com certificação iso-blah-blah-blah bons gráficos e número enorme de demanda, talvez, em justificativa ao atraso da justiça.

Nenhum relato de cidadão que deixou de ir a justiça por conta dos avanços existe. De igual forma não vejo relato de Advogados e clientes sobre como a justiça ficou mais ágil, porque não há.

Fato que a inovação na justiça não foi progresso. Depois de não conseguir fazer isso na doutrina veio a nova interpretação constitucional e doutrinária segundo o clamor da sociedade. Através dela percebo postura lamentável e vergonhosa de juiz a ministro que com base nessa nova prerrogativa opta por reinterpretar segundo os novos pleitos sociais. Ou pior, recomenda musica e livro de acordo com sua visão do que seria a sociedade justa e moderna.

Bem, no campo da política de que jamais deveriam ter entrado os magistrados são péssimos. Precisamos de mais magistrados e menos inovação, precisamos que o Poder Judiciário saia dessa estrutura pesada tipo mausoléu com obra cara para algo mais próximo da realidade do país. Afinal o judiciário, MP gastam dezenas de bilhões de reais.

Agora entendo porque modernamente estão na TV, na Rádio, internet, youtube, fazendo audiência ou desta vivendo. Explicando ou justificando, levantando bandeira e de sua função fazendo carreira. Porque o estado não pode parar.

Sobrevivi a criação do CNJ, que instado a pedido do meu cliente respondeu dizendo que a questão deveria ser tratada entre parte e magistrado. Ora?!

São avanços que não se traduziram em melhora, apesar dos empregos, apesar dos gastos.

E o exemplo de casa vai a praça. Dezenas de agências reguladoras, uma infinidade de políticas sociais, o que me leva a crer não há desenvolvimento sem geração de pobreza, o que é lamentável. E não ha na mudança de governo, qualquer que seja, evolução dado o alto grau de endividamento do Estado para com seu povo. A essa altura do campeonato não estou nem falando de dinheiro, e sim escola (com ensino) saúde e trabalho com remuneração digna para suprir casa, família e férias.

Tudo isso é coisa do passado, assim como carbono de cartão de credito, cheque ou fax. Isso não nos pertence mais.

A massificação de tudo foi a pior guerra da indústria, governo e empresários contra a população.

E no fim da linha ainda se questionam, ou fazem bandeira, governantes e ativistas da fome que resulta a proliferação de suas bandeiras.

Se antes haviam 3 segmentos de automóveis, hoje existem uns 20. Subcompacto, compacto, pequeno, medio, grande, suv, e por ai vai. Indústria tradicional diversificou seu portfólio e hoje nos fornce uma gama de modelos que não são baratos, não são acessíveis e não são de boa qualidade.

E porque seriam se no mundo atual nada se conserta tudo se troca, e assistência técnica é algo do passado?!

Para gerar mais riqueza e pobreza.

Ate quando?!

Pare, leia e reflita!

Tanta gente se acostuma a viver a vida alheia, que não olha para si mesm, não reflete nem se pergunta porque algumas vezes reclamamos, brigamos ou nos indigamos antes de agradecer pelo ato de viver.

Ainda que a vida seja um milagre, e viver um mistério inexplicável como a fé, percebo muitos não se dão conta que não é necessário sofrer, presenciar ou viver um evento extraordinário para entender a presença de Deus em nossas vidas.

Ele esta perto em todos os momentos. Nós por outro lado nem sempre estamos abertos ou atento aos sinais.

Hoje por exemplo estava na academia, num canto isolado fazendo os exercícios diários que faço ainda que extraordinariamente no sábado, batendo um papo com meu irmão, amigo e professor.

Ele basicamente ilustrou momentos de dificuldade dele, meus e de outras pessoas, e fez um link para mostrar como estive sempre perto para ajudar em questões realmente duras. E que poucos teriam a força e perseverança para aguentar sem desistir, e continuar.

Quando então parei e falei, Bruno olha ao redor, a sala cheia ficou vazia, a festa esta la fora, o pagode sumiu, estamos num box de crossfit e no alto falante agora toca agora um louvor.

Continuei e disse, perceba que ha ali uma pessoa estática olhando para o quadro enquanto toca a música que diz Jesus não desistirá nunca de voce.

Conclui dizendo voce esta vendo como ele esta perto de mim? Perto de nos? Esta vendo o que ele faz para mostrar sua presença? ele esta ali parado percebendo como reagimos a presença dele que esta sempre perto.

A música acabou ele ficou la 10 minutos sem música e ele está lá. Não eh coincidência, é a forma pela qual ele mostra e aparece e me ensina a superar desafios e viver essa vida.

Esta mais perto do que nunca.

Vivi outro milagre da fe.

E voce? Basta acreditar, ter fé, viver a sua vida sem duvidar.

Bom final de semana!