Qual a influ√™ncia da ‚Äúinternet‚ÄĚ na sua vida e opini√£o p√ļblica.

https://youtu.be/w-RbR0OMg6Q

A história é sempre a mesma.

Muitos só tem o que mostra o celular como meio de informação.

Outros est√£o ligados as plataformas como fonte absoluta e id√īnea de informa√ß√£o.

Por fim tem aqueles que trocaram os livros e o pensar por conte√ļdo de aplicativo.

Qual a influ√™ncia da internet na opini√£o p√ļblica?! Toda. Ali√°s a opini√£o p√ļblica hoje √© pautada pelo que diz a internet.

A grande rede narra os fatos, capta o interesse, forma plateia, organiza grupo, te entrega o kit situação para, se for o caso, voce condenar.

Pior. A grande rede torna natural vários absurdos. Rasga princípio, história e literatura.

E esta tudo bem. Jura?!

No fim do dia a guerra est√° a√≠. Nossa imprensa cafajeste optou por narrar a greve na Franca como um incidente ligado ao aumento da idade de aposentadoria, assim como aqui li que os black blocks apareceram por conta do aumento de 20 centavos na passagem de √īnibus.

A internet é cruel, persegue, instiga e eventualmente anula pessoas e fatos os quais alguém por trás deseja ter controle.

Esse é o novo mundo o qual não me sinto preparado porém estou em grade adaptação até hoje.

Talvez a resistência institucional seja modernamente o grito de guerra a liberdade.

Liberdade de ser, falar e tentar pensar. √Č o que temos at√© sermos engolidos pelas m√°quinas.

Aí será uma questão de eventual sobrevivência, ou não.

Dia 10 – Qual a maior mudan√ßa na minha vida depois da pandemia?

What’s the biggest change in your life from the Covid-19 pandemic?

Reconstruir é sempre possível, e as vezes necessário. Explico:

Enfrentei a pandemia no maior e mais turbulento momento de vida. Processo estancando, na ponte a√©rea em dire√ß√£o a Bras√≠lia, v√°rias incertezas inclusive de vida com a cereja no bolo‚Ķ uma protrus√£o que aperou o canal medular a ponto de exigir inje√ß√Ķes de diprospan de 20 em 20 dias ja sem fazer muito efeito.

Completamente desconectado da realidade, fui tamb√©m v√≠tima da neglig√™ncia pela qual deixei de lado algumas decis√Ķes cuja percep√ß√£o destas resultaram no √≥bvio e inevit√°vel fim do relacionamento.

Pronto, acabou.

Tudo passou. Ainda que com feridas abertas e sob impacto da dura realidade, a vida, a vontade de viver (ou sobreviver) se sobrep√īs a qualquer dificuldade.

E como diriam nossos avós… vai passar.

Entre interna√ß√Ķes, viagens e uma agenda atribulada percebi s√≥ ent√£o que n√£o estou sozinho. N√£o mesmo.

Precisei viver uma pandemia para sentir verdadeiramente a presença de Deus na minha vida, para depois entender a construção da família que ele me deu. Em seguida, as pessoas com as quais trabalho e no dia-dia me reporto, oriento, recebo informação, passo informação, acredito e confio.

A pandemia deu novo significado a família.

Precisei viver uma pandemia para acreditar no meu potencial e também construir por exemplo a padaria social. Percebi que pode se fazer tanto com tão pouco, como matar a fome das pessoas ou pelo menos dar a elas o sinal da presença de Deus por praticamente nada.

Quando o propósito é bom, a realidade admite e Deus permite acontece fácil.

Basta acreditar!

Sai da pandemia me refazendo, em meio a esse tumulto encontrei e casei com um novo amor. Quem diria em meio a tantas incertezas e sofrimento teria essa chance?! E tive.

Precisei de uma pandemia para aprender isso.

E voce?!