Quando a mediocridade vira realidade, é preciso mudar ou sair das redes sociais.

Ando de saco cheio das alterações nas mídias sociais.

No início o Instagram era um lugar agradável, postava-se fotos, aplicava-se filtros e compartilhava entre amigos.

Atualmente é um inferno.

Nem dá para acompanhar os amigos direito, a cada 2-3 fotos um anúncio ridículo, que não interessa, não é util, aliás quem mandou botar anúncio ali?

Ja não tinha antes, agora tem toda hora.

Pior, depois dos vídeos que soube são uma copia do SnapChat que nem me dei ao trabalho de entrar agora tem uma opção “TV”.

Alo criadores de rede social, tem gente que se contenta em ser tão somente telespectador, e não apresentador.

Aliás se for esse tipo de gente que impulsiona as mídias sociais, convido a todos a criar um novo meio não comercial e sim social em sua e essencia, afinal o que hoje existe é medíocre.

Likes por likes, venda de likes, venda de “influência social” são poucas das inúmeras baboseiras que ando lendo por aí.

Realmente esse meio esta se tornando o lixo das relações humanas e tem representado com primor pessoas que sequer deveriam ser consideradas como indivíduos capazes de socialmente influenciar qualquer pessoa.

Não é preciso dizer a deus para mudar…

Um tchau nem sempre é adeus.

É a ruptura do que existe e seja qual motivo for precisa parar. É o fim da relação “patrão – criado”.

Também pode ocorrer pela indisponibilidade de cumprir determinada função.

Tchau CrossFit.

Receba a saudação como um “até breve” porque hoje não estou em condições de treinar.

Não consigo, não consegui, não cheguei lá e por hora se pensar nisso não vou treinar.

Que esse até breve não gere vítima, não aumente a dor e complexidade que existe no processo de decidir e que o futuro alimente uma forma alternativa e menos complicada de treinar e coexistir.

Importante é seguir em frente… sempre!

+ ação e – coação

O Supremo Tribunal Federal julgou muito recentemente uma ação que tinha por objeto proibir a condução coercitiva por ser incompatível com um dispositivo constitucional, que garante a todos nós o direito de não depor e ficar quieto.

Esta correto.

A decisão segue a risca o escrito na constituição.

Julgar é aplicar a lei e não enjusticar em nome desta… Julgar não é ser popular, e fazer justiça é seguir a Lei e não coagir pessoas em nome destai. Existe aí uma grande diferença que agora é protegida pelo Supremo.

Uma série de imperfeições ficaram para trás. O que passou, passou, uns pagaram pelos erros de outros e não a toa conseguiram perante o tribunal superior reparar esses erros, se bem que nem todos tiveram a mesma sorte e tem gente la até hoje em função disso.

A justiça não para, eventualmente vai determinar no lugar da condução coercitiva uma prisão preventiva, que vai impor ao preso um procedimento bem custoso pela necessidade de contratação de criminalista.

Não há ilegalidade nisso, daí porque não critico.

Entendo que é o exercício regular de direito, ou interesse na legimitma defesa de qualquer cidadão antes de ser julgado ainda que pela exposição na imprensa sai na largada como condenado.

É como penso, popular ou impopular.

O ensino liberta

Porque muitos brasileiros, quando viajam, são mais educados?

Sendo a educação o sistema através do qual se ministra a técnica de ensinar para o ser humado aprender, despertar o saber, despertar o coração, colocar em marcha a razão, adquirir autonomia para vicer em liberdade, falta de educação não é!

Pelo menos para aqueles que foram educados, a ponto de viajar para outra cidade, estado, país, e neste outro ambiente se portar com educação entendo que não.

Para estes a questão é mais cultural do que a ligada a suposta falta de educação, afinal não existem os meio educados.

Para quem não tem o que fez a pátria educadora?

Muito pouco, senão nada.

Optou a República Federativa do Brasil educar através da instrução, limitando-se a transmitir informações sem a clara delineação das competências.

Não implementou bem o processo, seguiu na base do assistencialismo que não educou, apesar de ter aprovado automaticamente muitos.

Não a toa, sem educação, temos hoje os mais diversos problemas. Não a toa existe por muitos brasileiros uma dificuldade em respeitar a autoridade de forma geral, hoje banalizada.

Quem respeita um professor? guarda? político? professor? funcionário público?

Eu e muitos que, educados, livres e destemidos vivemos a plenitude da vida.

Não podemos perder a tradição de educar. Este deveria ser o norte do país. Enquando o Brasil não educar, não vamos mudar, ou mudaremos lentamente.