erros, acertos, encontros, desencontros e reencontros, vida que segue

Nao é facil absorver grande quantidade de trabalho e nao conseguir ganhar tudo pelo gargalo que existe nas diferentes etapas de producao.

Tambem é dificil dizer não, como negar o pedido de quem agoniza, de quem precisa, de quem esta sendo injustiçado, de quem nao tem a quem recorrer?

Esse ano que termina, ganhei mais do que perdi, fui melhor compreendido do que incompreendido, abracei um partido, uma coligacao, pre-candidatos, candidatos, cidadaos com necessidades mais diversas que existem.

Bem, acabou, o ano e os trabalhos politicos, uma mistura de quero mais com a sensacao de dever cumprido por ter feito a minha parte.

E receber um email como esse, servir de padrao e exemplo para a contratacao de um colega, reforca esse sentimento.

Feliz Ano Novo para todos,
Pedro
ps: consegui!!!!!!!

“N√£o podia deixar de desejar ao senhor um Feliz Ano Novo.
Com minha ingnorancia quis fazer vc advogado de Deus, hojé com a cabeça fresca posso até entender o aconteceu conosco. Afinal fiquei triste com a demulição do pessoal das Canarias, achei que poderia ter os salvado, porém bastava uma liminar. Passou.
Peço desculpas, pois hojé tenho um grande advogado chamado Vaz, que por sua causa conheci e só tenho que agradecer.Pois escolhi ele pelo seu nome. obrigada.
Feliz 2013, sem magoa, sem rancor, com muitas VIT√ďRIAS.”

eu olho para mim?

O ensino religioso √© importante porque naqueles momentos de solidao, fragilidade, cansa√ßo, cora√ßao ferido, permite seguir uma direcao, ainda que seja o comeco na imaginacao do que o nosso deus faria, na promessa de sa√ļde, vida e ben√ßao.

Fundamental para isso √© olhar para si mesmo, porque de fato o corpo nao acompanha o cerebro… objetivamente um pode se reciclar enquanto o segundo so vai envelhecer.

Ao longo do ano reciclei algumas coisas, nao exatamente como gostaria q fosse mais o fato é que aconteceu.

Faltam poucos dias para acabar o ano, espero viver muito pela frente, agora para nao ficar só na votade, preciso tomar atitude.

Logo para o check-up eu vou.

sei que o prox. feriado √© natal, mais suportar esse calor s√≥ cantando marchinha de carnaval!

Allah-la-√ī, √ī √ī √ī √ī √ī √ī
Mas que calor, √ī √ī √ī √ī √ī √ī
Atravessamos o deserto do Saara
O Sol estava quente, queimou a nossa cara
Allah-la-√ī, √ī √ī √ī √ī √ī √ī
Mas que calor, √ī √ī √ī √ī √ī √ī…

Viemos do Egito
E muitas vezes nós tivemos que rezar
Allah, Allah, Allah, meu bom Allah
Mande √°gua pro i√īi√ī
Allah, meu bom Allah,

Natal + Cotidiano por Danuza Le√£o

J√° que estamos em pleno clima de Natal, como enfrentar os pr√≥ximos dias que nos esperam? Eu tomei minhas resolu√ß√Ķes e comecei a segui-las h√° uma semana.

Em primeiro lugar, sair de casa s√≥ por just√≠ssima causa. Supermercado s√≥ aos domingos muito cedo, que √© quando est√£o vazios, comprando o m√≠nimo necess√°rio para n√£o morrer de fome. Pedir ao m√©dico –se ele n√£o estiver viajado e seu consult√≥rio ficar a n√£o mais que um quarteir√£o de sua casa– v√°rias receitas de v√°rios tranquilizantes e tamb√©m de um poderoso son√≠fero para uma eventualidade mais grave (noite de 24). E passar direto na farm√°cia, para n√£o ter que sair de novo e poder voltar para casa correndo.

Se voc√™ faz parte da turma que se estressa no fim do ano –e quem n√£o o faz?– pe√ßa a seu porteiro para n√£o lhe entregar um s√≥ pacote com ares de presente de Natal. Que deixe tudo para depois de 6 de janeiro, quando todos os festejos estar√£o terminados. S√≥ ent√£o voc√™ vai telefonar para quem lembrou de voc√™ e agradecer, dizendo que foi passar as festas no Equador e que adorou o presente. A √ļnica maneira de se liberar das lembrancinhas de Natal √© jamais retribu√≠-las; um dia as pessoas compreendem. Mas o grande perigo √© o telefone.

Se voc√™ faz parte dos 99,9 % que usam celular, √© mais f√°cil, pois sabe quem est√° ligando e pode simplesmente n√£o atender. Mas, se pertence √† turma dos que, como eu, s√≥ t√™m telefone fixo –e com fio–, a√≠ √© preciso uma estrat√©gia mais cuidadosa.

Para aqueles dois ou tr√™s amigos com quem voc√™ se entende, √© preciso combinar. Eles devem ligar, deixar o telefone tocar uma vez e ligar de novo –a√≠ voc√™ atende. As pessoas que voc√™ mais adora na fam√≠lia (que n√£o s√£o todas) t√™m o direito de saber desse c√≥digo, assim voc√™ se liberta de ouvir o eternamente igual “Feliz Natal”, coisa que eu nunca entendi muito bem. A n√£o ser que seja uma pessoa verdadeiramente religiosa, que festeja com fervor o nascimento de Jesus –e eu n√£o conhe√ßo ningu√©m assim–, n√£o d√° para entender porque as pessoas se desejam todas um feliz Natal. Eu entenderia melhor se todos os dias fosse cumprimentada pelo jornaleiro, pela vendedora da loja e por todos os meus amigos com um “feliz hoje”; n√£o seria mais legal? E para se defender da programa√ß√£o natalina na TV, s√≥ o Animal Planet e o Canal Rural.

Como falta só uma semana, procure não se estressar: o Natal passa.

PS – Se nem os ministros do Supremo t√™m a mesma opini√£o sobre quem deve cassar os deputados condenados –se o STF ou a C√Ęmara dos Deputados–, n√≥s, simples mortais, muito menos. Mas eu tor√ßo para que essa situa√ß√£o seja decidida ficando essa incumb√™ncia para o Supremo, porque n√£o tenho a menor confian√ßa em nossos nobres deputados –nem tenho raz√£o de ter. N√£o vamos nos esquecer que foram eles, em 2005, que votaram em Severino Cavalcanti com o claro intuito de bagun√ßar mais ainda a situa√ß√£o pol√≠tica na √©poca, e acho perfeitamente poss√≠vel que eles, escudados pelo voto secreto, sejam capazes de votar pela n√£o cassa√ß√£o dos deputados condenados, o que seria uma total vergonha para o pa√≠s e que pode perfeitamente acontecer.

E n√£o entendo como o ministro Celso de Mello se esqueceu de se vacinar contra a gripe.

Danuza Le√£oDanuza Le√£o, jornalista e escritora, aborda temas ligados √†s rela√ß√Ķes entre pais e filhos, homens e mulheres, crian√ßas, adolescentes, al√©m de outros assuntos do dia-a-dia. Publicou seu primeiro livro em 1992. Escreve aos domingos na vers√£o impressa do caderno “Cotidiano”.

 

O começo

O começo é sempre alguma coisa, ainda que isso não represente nada, coisa alguma, é no mínimo algo que sonha e espera para sí, daí porque é importante acreditar e fazer.

Quantas vezes comecei coisas que a probabilidade de ir para frente eram poucas… da mesma forma, quantas vezes entrei num √īnibus que sabia estava indo para um caminho que n√£o era exatamente o que esperava mais, enfim, era necess√°rio embarcar porque √© para frente que se anda.

 

O que √©… e o que n√£o se faz por um amigo.

Evitei por todo custo virar bicho, o que hoje a noite me tornei… exercito por natureza a arte de contemporizar conflitos que naturalmente podem surgir entre as pessoas no lado pessoal e profissional, √© uma filosofia, educa√ß√£o e eleg√Ęncia de minha natureza.

Mais paci√™ncia e desaforo tem limite, ent√£o para n√£o ficar o dito pelo n√£o dito… para seguir em frente… ainda que puto porque disse ao s√≥cio que n√£o queria, como n√£o quero e n√£o mais tenho esse tipo de cliente no escrit√≥rio.

Confesso também fiquei puto com meu sócio, puto puto mesmo porque pressenti que não era o perfil do escritório, bem, ele apareceu, eu li um desaforo que não vale a pena transcrever e respondi na mesma ou maior intensidade que recebi.

O sócio se desculpou, disse aprendeu a lição, espero que sim e depois disso tudo reflito sobre o que é ser amigo e sócio de uma pessoa e o que esta implícito nisso.

 

“….

Desculpe não vou entrar na questão do preço porque quem diz o que é caro ou barato é quem trabalha, evitei entrar nesse assunto desde o início. 

Voce pode ir a Paris de navio, teco-teco, avi√£o de carreira, jato ou concorde.

Voce contratou o concorde, o melhor que existe, pelo preço que praticamos, todavia se entende que o pagamento do valor esta além das suas possibilidades, não obstante o contrato assinado, não tem o menor problema.

Alias, sob o prisma que o dia do pagamento é o dia da ingratidão não desejo ter um cliente como o que tenho, ainda que certa vez por ter frequentado minha casa, entendi que estaria no grupo de amigos.

Sendo o que se apresenta, me despeço ao passo que lhe desejo sucesso.

Atenciosamente,
Pedro Vaz”

 

quando o problema √© a solucao que nao √© o problema

Para resolver esse tipo de situação, tão importante quanto seguir o caminho é nao parar, ja dizia Confucius.

Fundamental ter perseverança ja que amizade nao é garantia de carater (e ajuda) de ninguem.

Ja entrou naquele onibus que sabia nao levaria ao lugar certo mais tinha que pegar e andar pra frente?

Ja abriu portas que sabia (ou presumia) poderiam fechar outras?

Bem provoquei e passei algumas situacoes a limpo, por ação ou omissão, fiz isso agora no final do ano e estou feliz, mais ainda por estar seguindo em frente!

Encarar o medo e viver o inesperado faz parte do pacote de solucoes.