No dia de hoje Napoleão invadiu a Russia, em 1812, e travou uma guerra que contribuiu para o colapso do seu exército. Ou seja, aproximadamente 500 mil pessoas estavam no dia de hoje atravessando o rio Nieman para iniciar a invasão.
Hoje os holofotes se voltam novamente para a Russia, agora sob ameaça de invasão de um grupo paramilitar que alega ter sido vítima de fogo amigo.
Ainda que não seja essa expressao nova, a imprensa moderna tem dado grande ênfase como se fosse novidade fosse para atrair opinião pública para um lado.
Deixando a guerra de lado, quantas não foram as vezes que acabamos envolvidos em situações ruins portanto viramos vítima do fogo amigo em atos que impactam nossa vida pessoal ou até mesmo no trabalho.
Pois é, ainda que a resposta seja simples o raciocínio por trás da tomada de decisão é complexo porque na medida em que somos atacados por amigos temos também que nos defender que seja neutralizando a situação.
Difícil dizer o que fazer quando tem uma guerra la fora.
Talvez o melhor conselho seja, antes de avaliar a questão de outro, olhe para si, para as pessoas que de si dependem, sua família e amigos. Não temos controle sobre o mal no entanto temos mecanismos de defesa, e isso é um bom começo.
Quais são as coisas mais importantes para se viver uma boa vida?
Acho que a primeira pergunta a se fazer, antes de desenvolver a resposta é refletir sobre o que boa vida significa para você?
Ainda que estejamos a viver uma realidade que sistematicamente repudia as diferenças no jargão da polarização, em linguagem simples, o que é bom para mim pode não ser bom para voce.
Não é obvio, porque entender o que é bom significa, dentro da realidade particular de cada um, compreender objetivos, desejos, metas e até mesmo valores. E só assim começamos a par das diferenças entender o que para cada um é uma boa vida.
Haveria algum ponto dentro das nossas diferenças que seria comum a todos?
Vários. O primeiro e talvez o mais importante, que a propósito é onde estou, é ter uma boa saúde. Sem ela não chegamos a lugar algum. É muito difícil aproveitar e ter uma boa vida quando uma doença bate a porta e nos tira a tranquilidade ou impõe a viver com a ela em caráter permanente.
Acho que nesse ponto estou particularmente inclinado a melhorar por isso estou na dieta, pratico exercícios, faço exames periódicos e lido com problemas há uma vida. Curioso quanto mais exercício pratico mais social e tranquilo fico, vivendo uma boa vida.
Segundo ponto é ter um emprego ou ocupação. Ainda que o mundo moderno não forneça incentivo para isso, sem uma ou outra opção não se vive. Até aqueles que vivem na base da cobiça a vida alheia ainda que indireta herdam esse raciocínio.
Terceiro é construir uma rede de amigos. O covid nos ensinou que somos todos seres sociais. Não foi por acaso que substituíram a expressão distanciamento pessoal por temporário ou algo similar, porque vivemos a base de relações. Nesse quesito procurei preencher um pouco do vazio com o trabalho voluntário daí porque ajudei na criação da padaria social, doceria social e agora a obra da nova sede.
O próximo item pode nem sempre ser entendido pois corresponde ao crescimento pessoal. Adulto com mente de criança não cola, exceto se o objetivo de vida do adulto é ser criança. Certo é que ao superar um objeto pessoal e melhorar determinada tarefa o crescimento pessoal influi diretamente na percepção de boa vida.
Por fim, é dando que se recebe, e também é perdoando que se é perdoado. Tem muita gente habituada a viver contando o sacrifício como mérito quando em verdade, na medida que Deus nos perdoou, deveríamos também perdoar a quem nos tem ofendido.
Tudo muito simples objetivo e fácil de usar como instrumentos de apoio ou muleta ao conceito da boa vida.
Depende… na categoria de pessoas é o Paulo. Do boa noite ao bom dia, é sempre ele. Em segundo lugar vem o telefone celular. Agora que estamos longe, confesso, bem que ajuda no entanto a utilização extensiva do aparelho me deixa entediado e inquieto.
Logo eu, que nasci a época que o computador só funcionava na base da instrução e passava dias, horas processando as informações em resposta a interação de seu usuário. Não deveria ser diferente?!
O que mudou?
Basicamente a percepção que a utilização de tecnologia como meio para promover a inclusão não existe, é fruto da minha imaginação.
Os exemplos estão aí. A realidade virtual quando começou a ser divulgada e acessível por dispositivos em prateleira, no instinto pensei que poderia ser usada para promover auxílio a escola por exemplo, como aliás surgiu a interligação de grandes computadores mainframes no que chamávamos de internet.
Ledo engano. Acabou virando outro meio para acessar lojas, produtos e serviços virtuais. A preocupação maior de quem investiu na primeira leva era saber se o seu avatar estava legal, ou se a reunião virtual estava num ambiente legal.
Que caos! E ainda existem aqueles que afirmam a utilização do óculos não é prejudicial a saúde mental, não aumenta o sentimento de solidão.
Assim como muitos tiraram proveito da onda cripto que antecedeu essa tecnologia ja prevejo que o mesmo irá acontecer. Pega a NFT por exemplo, marginalizada, tudo tem um valor em nft. Do descanso de tela da Samsung, pulseira do rock in ri9, até obra de arte.
Não consegui entender a mente do descansado e abastado que investe num par de óculos na premissa que vai promover maior integração de pessoas.
Fato: Se essa tecnologia seguir a evolução da tv de lcd/plasma em até 10 anos o valor do óculos será marginal.
Ja imaginou uma cidade em que cada um esta no seu quadrado ? Demais ne?
Então é o seguinte, vamos de fato aproveitar, não só a pessoa que esta ao nosso lado, com quem convivemos diariamente, como também outras na vida real.
Porque passa rápido, se enclausurar para ter uma ligação com o mundo gera a maior solidão que alguém pode experimentar, daí porque estando no Rio fico com meus pais, procuro amigos no trabalho… não espero mesmo. Afinal de contas a vida não tem replay, não conheço quem ja foi e voltou para dizer como é o outro lado, e certamente não somos desse mundo no entanto isso não significa que não possamos aproveitar, minimamente um contato pessoal.
Porque do jeito que as coisas vão em breve um casal de óculos vai se relacionar a distância como se tivesse junto, lamentável. Nada substitui a pegada de quem está ao lado.
Ahhh saudade real ja ja volto aos braços do amado.
Estou atualmente dando um tempo no chocolate. Depois de muitos anos em que comi compulsivamente, cheguei ao ponto que precisava dar um corte na alimentação e na rotina do dia, uma espécie de detox para recomeçar e o chocolate 🍫 rodou.
Não foi só, junto com ele a farinha branca, o leite e lacticínios, o carboidrato a noite e por aí vai. Paralelamente retornei os exercícios diários para tentar enxugar (porque quem perde acha) uns 12 kgs em até 2 meses.
Dois foram os vícios difíceis de eliminar, o primeiro e principal, que estava desde 2015 perdendo feio, foi o de abandonar a coca cola e todos os gasosos.
Ao contrário de hoje naquele ano tive uma recaída no quinto ou sexto mês. Atualmente estou há um ano e seis meses sem tomar qualquer tipo de refrigerante.
E o que isso tem haver com o tema?
Minha válvula de escape foi o chocolate. E como foi. Sabe aquele chocolate que vc bota a barra na geladeira?! Comi. Seja de leite ou amargo não importa. Outro dia estávamos em casa comendo uma barra grande de toblerone, que felicidade.
A questão que tenho com chocolate quanto mais como mais quero comer e não enche e não enjoa. Hoje estava assistindo Carolina Sales ensinando a fazer brigadeiro, o cheiro chegou aqui, cheguei até escrever isso na live e ela confirmou.
Sob outro aspecto, a mente é submissa ao homem, portanto certo ou errado ela vai buscar satisfazer nossos desejos, ou pelo menos aqueles que pensamos ter. E com o chocolate a história não foi diferente.
Reconhecer um vício e compulsão pelo chocolate é o primeiro passo para a solução. Pior ainda quando o consumidor desse produto é sedentário, gordura crescendo na certa.
Minha barra de chocolate perfeita não mais existe. Do Lindt até o Baci Perugina gosto de todos. No entanto tem um que não esqueci que foi aquele chocolate da cadbury com amendoa dentro… que delicia fez lembrar o MM.
Agora o melhor chocolate que ja provei veio – e vem – da Carolina Sales, ela mostrou ao mundo o valor desse produto e o que de bom podemos fazer com ele, tipo bolo de chocolate com brigadeiro.
Agora o Bolo da Regina Rodrigues…. É um caso de amor a parte. Feito com amor, carinho, em cada camada um recheio e explosão de sabor!!
Para não cair na tentação do frei são serapiao que de acordo com o Jo Soares e Paulo Silvio era grande, muito grande, era enorme, incomensurável, e mudar de assunto, vou beber 2 litros de água bem molhada e saborosa.
Você lembra qual é seu livro favorito da infância?
Ontem falei de três livros que me marcaram quando jovem, hoje a pergunta é sobre quais livros marcaram a minha infância.
Curioso é que o primeiro livro que veio a mente, chamado Fogo no Céu, trata do folclore da festa junina. O que dizer? Adorei o livro. Era um dos preferidos, rabisquei, li, desenhei o balão, a galinha e por aí vai. O ponto desse livro com o que esta acontecendo na atualidade, é que o folclore foi perfeitamente entendido. O livro não me incitou a construir e soltar balão caseiro por exemplo, o que na educação de hoje, parece não seria possível.
Fico bobo com a quantidade de adaptações. Cantei (e canto) atirei o pau no gato sem nunca ter feito mal a eles. Na minha opinião mal trato a animal esta mais relacionado a falta de educação que a bem da verdade deveria ser dada pelos pais, restando a Escola o trabalho complementar de instruir. No entanto o bicho pega quando os pais não educam e a escola por consequência fica sem instruir.
E também não pensem que foi fácil me educar depois de ler o livro Marcelo Marmelo Martelo passei um tempo a inventar muitas palavras.
No top 3 livros infantis segue de onde vem os bebês. Me divertia nas ilustrações e olhando para trás vejo o quanto a literatura de antigamente explicava coisas simples em linguagem fácil e acessível.