Hoje resolvi fazer um bolo

Hoje encarei um grande desafio que foi o de fazer um bolo… e nada menos que de chocolate!

Para fazer bolo gostoso precisamos enfrentar alguns tabus dente eles o de bater clara em neve ao ponto de nao cair quando posto de cabeça para baixo, o de bater muito bem a massa e colocar ordem na hora de bater primeiro o ovo com manteiga e acucar para depois acrescentar farinha, leite, fermento e bicarbonato de sodio, e o forno pre-aquecido tambem é fundamental. Para isso conto com a ajuda de um termometro dentro do forno pq as marcacoes da fabrica sao uma palhacada nao servem para nada.

Ahhh que delicia, o resultado final foi excepcional, no meio do caminho acrescentei chocolate e quando pronto nao resisti comi 2 pedacos. O que dizer? FOFO, leve, gostoso, digo, delicioso. E depois lambi tudo antes de lavar rsrs

Deleitem-se!

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HOJE

Tem gente que não consegue resolver problema sem envolver outros.
Tem gente que precisa contar para tudo para todo mundo.
Tem gente que necessariamente aumenta 10 pontos quando conta um conto.
Tem gente que não consegue segurar a pressão.
Tem gente que não consegue conversar pensando.
Tem gente que não consegue viver.
Tem gente que não consegue guardar segredos.
Tem gente que que não sabe o que fazer.
Tem gente que não se submete a qualquer tipo de regra para viver.
Tem gente que o melhor a fazer é não contar.
Isso me torna bom ou mal? melhor ou ruim?
Quando um não pode falar, o que resta? o que pensa? o que sente?
Ainda que doido para contar.
Ainda que que sinta aquele frio na barriga que a gente nunca esquece tipo aquele do primeiro beijo.
O que resta é aquela sensação tipo quero fazer mais não vou.
Maturidade vem com a vida e o conhecimento exige responsabilidade.
Hoje me dei conta que a adolescência passou.
Junto com ela ganhei e perdi algumas coisas.
Algumas me lembro e posso falar, outras pensando bem não tem sentido.
Não servem para o twitter, facebook, para mim, para voce, enfim, simplesmente porque não são o que sou.

At times life is pure joy, dia produtivo

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Aconteceu na Sala Vila Lobos, no Rio de Janeiro: “A TRUTA” F. Schubert – Quinteto em La Maior, Op. 114

Aproximadamente 10 anos antes de falecer Schubert compos esse quinteto em lá (A Truta) que foi tocado na série Concertos de Musica Camara no RJ.

Yuri Reis Correa, violin
Ana Luiza Lopes, viola
Jessica Vianna, cello
Natalia Terra, bass
Lucia Barrenechea, piano

 

como consegui resolver a questão da anorexia nervosa e bulimia que por anos me atormentou

Desenvolvi a primeira doença ou transtorno, seja la como queira entender, aos 17 anos. Somente após alguns senão muitos anos de análise (e aqui vou abrir um parêntese para  homenagear o trabalho e dedicação incansável da Geny Talberg) consegui entender que resultou de vários fatores, dentre eles a obsessão, o perfeccionismo, uma elevada busca e cobrança por um padrão que não é nada fácil de ser obtido tampouco saudável, tudo isso interligado ao problema de auto-imagem e dificuldade de expressar o que realmente sentia.

Só de pensar em comer tinha náusea, suava frio, o apetite ia logo embora e ja deixava de lado o prato de comida ou se fosse inevitável assim fazia em dose homeopática, quase que por conta gota.

Logo senti na pele o que é viver o efeito “sanfona” e, ainda que magro, me ver como gordo e não raro ouvir comentários e observações que atualmente devem ser considerados pela sociedade uma espécie de bullying comparado aquele que os fumantes tem quando todo mundo fala “ta gordinho”, “ta magrinho”, “ta fumando”, “ta sem fumar”e por aí vai.

Pois é o menino cadáver recebeu ajuda dos amigos, apoio incondicional dos pais, e aprendeu a viver a vida não sem antes, e no caminho, tropeçar na Bulimia.

Reza a lenda e o saber comum que a Bulimia é uma espécie de compulsão não saudável pela qual uma pessoa induz vômito e perde rapidamente o peso.

É verdade e acredite, não é nada bom tampouco saudável. No meu caso aconteceu porque, ao deixar de comer e chamar atenção pela magreza, comecei a me alimentar em resposta a cobrança para demonstrar que estava comendo bem, daí não tinha limite e comia muito mais do que era preciso.

Obviamente não caia nada bem, porque estava em jejum por um longo período e não havia qualquer tipo de critério para comer e o que comer então caia mal, o corpo respondia mal, os soluços ou vômitos involuntários aconteciam e não tinha alternativa senão tirar logo esse mal de dentro de mim para sentir aquele alívio e um longo período de saciedade novamente.

Bem a equação seguiu ruim até o “click” dia em que consegui admitir que tinha algumas dificuldades, que sozinho não estava conseguindo superar e que pela ajuda profissional da Geny, por alguns anos, consegui expor a ela o que me preocupava.

Mais do que isso, consegui dizer para mim mesmo o que sentia e nesse processo de verbalização das dificuldades entendi que tinha uma voz sensacional, formidável e que através dela eu era capaz de lidar e resolver muitos dos problemas e dificuldades advindas de situações normais do dia-dia.

Afinal viver é a arte dos encontros, desencontros, reencontros, todos eles com ou sem conflitos, nossos, de outros ou de terceiros e que ocorrem naturalmente na medida em que todo o ser busca, ocupa ou quer um espaço.

Logo vi e desenvolvi a capacidade de analisar situações e de ajudar os outros, porque desde cedo muito li e muito me cobrei fazer coisas e realizar tarefas que exigiam muito mais do que era necessário, daí porque resolvi advogar e não seguir a medicina, mais isso vou deixar para escrever oportunamente em um próximo post junto com os motivos pelos quais resolvi também ser político.