De todos os ensinamentos passados por Jesus, amai-vos uns aos outros na minha opinião é o mais importante e talvez seja um dos mais difíceis para cumprir.
Para amar o próximo é preciso antes edificar a aceitação de si mesmo, agir com simpatia, respeito, perdão, compaixão, compreensão regados por uma boa dose de altruísmo e paciência para conseguir entender, respeitar e por fim amar.
Foi nessa complexidade de raciocínio que refleti sobre o que aconteceu aqui em casa no vídeo acima. Amar o próximo é entende-lo antes de aceitar , recusar, julgar ou repreender.
Confesso ainda estou sem conseguir entender os motivos pelos quais a mesma situação se repetiu aqui em casa. Não foi por falta de gentileza de minha parte, assim reflito, dado o fato que tive o cuidado de mostrar aqui onde estão localizados.
Não funcionou e o resultado imediato dessa equação, poderia seria um pensamento perturbador, raiva, afinal cheguei tarde em casa com um trabalho desnecessário.
Como um bom filho de Deus respirei fundo, fiquei quieto e deixei todo o mal passar para depois refletir sobre quais seriam os motivos que levaram as pessoas a tomar o mesmo caminho.
E o resultado enriquecedor foi uma auto análise do quanto por vezes também estive perto de algo diferente, uma mudança e assim não fiz, incidi nos mesmos erros ou furtei de enfrentar desafios por estar aprisionado na repetição d determinadas circunstâncias.
Ja posso imaginar que ambos aqui não tiveram como não tem chance de trabalhar em locais como o daqui de casa.
A reflexão sob esse prisma é um ato de amor, é ao mesmo tempo perdoar os outros e a si próprio para no diálogo sobretudo na paz semear a mudança.
O ano já começou e nunca é tarde para desejar coisas boas. Assim é que desejo a todos um feliz 2025, que seja esse o melhor ano de suas vidas.
Consegui ano passado realizar o sonho de estar com meu pai e família para comemorar seus oitenta anos com saúde, vigor e pensamentos jovens, ou seja, ele sempre esta muito a frente do tempo. Deus queira e me conserve para chegar a essa idade com o vigor que ele chegou.
De minha parte estou mudando a rotina e isto inclui exercício e alimentação. Com o tempo passei a refletir sobre como por vezes nos sabotamos em coisas simples, para que? estou me referindo a dieta. Sabe aquele chocolate oportuno ou pedaço de pão com queijo e presunto comido na hora errada.
Porque me pergunto. O que me leva a sabotar a meta de reduzir o peso, sobretudo o percentual de gordura, logo no começo. Fiz uma reflexão profunda sobre isso, afinal se consegui parar de beber coca cola, algo que já vinha há anos tentando parar por entender que esse refrigerante é o ponto de partida para sair da dieta e comer loucamente, o resto seria mais fácil.
No entanto não é, não foi. E o progresso de um ano vai embora em pouco tempo quando a gente não cuida de si mesmo.
Assim é que entrei em uma vibe motivacional do tipo sim eu consigo, sim eu faço e sim vou fazer, para me ater a dieta sem os exageros do passado na esperança de chegar ao final do ano melhor do que entrei.
Nós advogados temos merecidas férias, até semana passada os prazos estavam suspensos e no escritório aproveitamos esse tempo para debater os assuntos em pauta, ajustar minutas, pensar no que foi feito para ter um início de ano mais tranquilo, de modo que nem mesmo o acumulo de prazos é um problema porque já sabemos o que fazer.
O que significa o seu direito? bem foi um piloto de programa de rádio que fiz a época na Tamoio AM para atender perguntas do público em geral. Ainda que tenha tido no início da profissão o viés de judicializar tudo, quando comecei a falar no programa Reclamar Adianta na BandAM a época sob comando do Atila Nunes percebi que muitos dos problemas tinham origem na falta de atendimento. Essa percepção aumentou proporcionalmente as questões encaminhadas. Também passei a olhar as audiências do escritório e percebi muitas vezes que o problema já vinha com uma proposta de acordo entendendo a empresa que estava errada.
Então porque fez? Nas poucas porem significativas conversas tive quando consegui chegar com a demanda no topo da cadeia decisória percebi que se tivesse havido atendimento ao cliente o problema não teria acontecido. Então a motivação foi a de resolver o problema de traz para frente, ou seja, a partir da reclamação do consumidor apurava-se a solução sem a necessidade a priori de ter que gastar com advogados para resolver a ação. A ideia iluminada fazia sentido exceto ao fato que muitas bancas vivem dessa massa que só existe no Brasil dado o fato que seus clientes são incapazes para resolver os assuntos internos com rapidez e porque não competência.
Se bobear são assim até hoje. Ainda que exista o legítimo interesse amparado pelo direito de recorrer da decisão judicial, fazer isso em massa por tantos e tantos anos não me parece ser razoável ou mesmo inteligente.
Parece mesmo que o Brasil gosta desse tipo de situação para depois dizer quem resolveu a questão. Assim é que acabo levando a vida.
Ano novo batendo a porta, difícil não parar e refletir sobre o ano que passou. Esse momento de reflexão é geralmente mais denso ao final do ano do que outros, porque tende a englobar um período maior de fatos e experiencias vividas, daí porque a retrospectiva é do ano 2024 e não sobre uma questão processual ou pessoal.
Fato: Esse ano foi mais desafiador do que o que vivi durante a pandemia.
Existe aí um novo normal, que é mais ou menos tudo de ruim que vivemos no passado amplificado pelo imediatismo com uma pitada de egoísmo muito grande. Isso é muito ruim, seja no trabalho, dentro ou fora de casa, deparar com pessoas que parece esqueceram o que é importante para só reclamar do que querem é muito difícil.
Por obvio vivemos momentos significativos, seja na esfera pessoal ou profissional, cada uma deles com os desafios inerentes a complexidade das situações vividas. Daí porque aproveito esse momento de retrospectiva para entender o que ocorreu, porque errei, o que posso fazer melhor para um melhor futuro.
É nesse contexto é que faço essa reflexão.
Posso afirmar de cara que o maior acerto foi acordar cedo buscando contato com Deus, que seja por cinco minutos diários de reflexão bíblica no que tange a historia de nossa existência e função aqui na terra. Essas reflexões me levaram ao segundo maior ganho do ano, que foi o perdão. Aprendi a me perdoar por atitudes tomadas no passado. Não me arrependo de ter errado porque reflexões como essa foram e fazem parte do pilar chamado resiliência que me mantém ativo, no entanto penso que se tivesse ficado quieto e deixado acontecer sem me envolver não teria tido tanto desgaste com pessoas inúteis.
No fim do dia existem pessoas que vivem para o que parece ser justo e outras que vivem para uma agenda. Esta última é capaz de fazer o mal simplesmente para manter a agenda e nada menos do que a vontade de alguém superior. Não sou do tipo que me entrega para agenda, no entanto, sabedor que estaria enfrentando isso, não teria perdido tempo afinal não sirvo para ser telespectador para o circo dos outros.
E de justiça eu bem entendo, quanto mais próximo de completar quarenta e nove anos dos quais vinte e cinco foram dedicados a advocacia, passada a percepção que no Brasil é difícil ter justiça pelo que diz a lei diante da influencia social sobre decisões que são palco, tudo passou a correr bem. Talvez uma das fontes do exito que tive em muitos processos tenha sido a indignação. Através dela não poupei palavras para recorrer e porque não reclamar do judiciário e das excelências por traz das decisões. Foi um ano, segundo alguns advogados do escritório, de palavras duras.
Não existe outra forma de explicar ou recorrer, quando algumas decisões vem no automático em tempo demasiadamente rápido e sem qualquer fundamento. Advogar no Brasil é uma arte, driblar esses imprevistos que seja através de recurso é outra.
Quando não tem solução fico quieto. Outra lição aprendida as duras penas foi a de ficar quieto quando não se tem nada de útil a fazer ou falar. Ficar quieto é um ato de maturidade, ocorre quando os gestos superam as palavras. Ou seja, se as palavras não saem de mim não tenho como em razão delas tomar alguma atitude ou providencia em relação a elas.
Vivi alguns meses no susto em relação a saúde. O peso da idade ha alguns anos surgiu e desde então tenho tido que me dedicar a manter uma rotina saudável na comida e exercício. Confesso que no início senti que seria proibido. tipo um crime. Com o passar do tempo percebi que era um ato de amor comigo mesmo. Isso não tem preço. A necessidade de me exercitar veio para me dar uma melhor qualidade de vida. Passei o ano basicamente com questões respiratórias que embasaram diagnostico de asma. Que coisa estranha, depois de velho virar asmático não dá então a solução foi literalmente nadar até o fôlego voltar e a falta de ar parar. Não sei ao certo se as vacinas tem alguma correlação com isso, essa suposta correlação ocorre quando me lembro do que senti na segunda dose.
Perdi a luta em relação ao controle do peso. Basicamente queria ter menos peso e mais músculos. Deu ruim. Apesar dos 13 kilos perdidos ainda restam uns 10 para entrar mais ou menos no percentual normal de massa e gordura corporal. Estou longe de estar la, e desconto na comida todas as emoções, da angústia a felicidade, esta tudo lá.
Talvez a melhor saída seja comer itens mais saudáveis. Por pior que seja o prato, nada como uma salada coadjuvante para me consolar. Ainda assim treinei pouco, fiz pouco ou fiz o que de melhor pude, ainda que pouco em relação ao meu objetivo, aprendi que nesse quesito posso escolher mudar todos os dias. Independente de ter errado ontem amanhã posso melhorar. Ainda que dependa de academia, feliz estou por não ter adquirido.
Foi um ano de consolo em relação ao sentimento que o Brasil não deu certo. Infelizmente muitos parecem ter prioridade em eleger aqueles que não tem, minimamente, como prioridade assuntos que deveriam ser. São bobalhões, personagens de si mesmo e que usam a mídia para parecer popular e bonzinhos. Sabe la como conseguem dormir, enquanto prolongam seus feudos governando com sua patota ha décadas, pessoas morrem sem atendimento digno na saúde. E por falar em dignidade, sabe la como o Poder Judiciário que ha tantos anos defende a dignidade consegue conceber que isso ocorra sem a responsabilização do superior.
Quanto mais me afasto do Brasil menos entendo as notícias. Realmente não da para entender, é um tal de juiz prende, ministro solta e vice versa, tudo por falta de prova. Para outros a prova parece que vale mais do que a prova que junto nos processos. O Brasil é um país de pesos e medidas diferentes. Para os empobrecidos ou aqueles que fazem parte do conceito de cidadão padrão, tem show, tem evento internacional, tem plateia para todo mundo que não quer bem ao país e soberania, tem um pouco de tudo, menos educação, saúde e segurança.
Isso é coisa de outro país, menos no Brasil. Enquanto a imprensa segue liderando a pauta de problemas, enquanto ninguém se pergunta sobre como o jornalismo se perdeu, porque temos que aceitar a mediocridade do RJTV que parece agir mais como ouvidoria de problema do que outra coisa. Aquilo é tudo de ruim, menos jornal. Esse sensacionalismo que pauta o povo acaba sendo também o propulsor da discórdia. Os assuntos se resumem em jogo e torcida, vamos reduzir a hora de trabalho porque é muito duro trabalhar muito sem ter um salário que dele se possa viver. Todas as decisões são muito ruins. Enquanto um governo tentou reinventar a carteira de trabalho para aliviar a carga tributária e destinar mais dinheiro para as empresas e por consequência aos funcionários, outro vem falando sobre taxa de desemprego caindo.
E o fato que ninguém vive bem do seu salário, onde esta? Que no Brasil o salário mínimo sequer atende a necessidade vital e básica de pessoas e respectivas famílias com “moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene…” não é pauta para jornal. Somente o reajuste periódico e automático do Legislativo e demais esferas do poder, por ofender aqueles que financiam o país através dos impostos que geram e no entanto, nem a garantia de irredutibilidade do salário tem.
Na falta de um grande estadista estamos presos em pessoas do passado, que só existem pela falta de sucessão daqueles que hoje aí estão e nada fazem senão enxugar gelo e permanecer no centro das atenções.
Realmente o ano parece que terminou, ainda que em vinte minutos tudo pode mudar, creio que sobre essas reflexões não. Com todos os altos e baixos é que termino o ano feliz, talvez tudo isso sirva para um só motivo, de lembrar que estamos vivos, que não somos desse mundo, que nossa existência no conceito de humanidade é breve e que independente das questões de saúde não temos tempo a perder.
É com esse sentimento que escrevi não apenas um como todos os textos que aqui fiz ao longo de décadas e que espero para o ano que vem juntar com os videos que tanto sinto falta de fazer. Esse ano tinha tudo para manter a freqüência e constância dos videos não tivesse outros assuntos e questões tomado tempo. Tenho por habito gravar de uma só vez, me orgulho disso, dedicar um tempo para exprimir uma ideia sem pressa, sem corte porque acho que esse contexto esta em falta para aqueles que não tem pressa tanto na produção quanto na expressão.
E com isso termino aqui as reflexões, obrigado por seu tempo, acompanhamento, sugestões e criticas, obrigado por tudo mesmo, espero ser melhor e escrever mais em 2025!
Se pudesse abrir mão de alguma tecnologia na sua vida, qual seria?
Sem duvida alguma seria o Telefone celular.
De tudo o que é moderno minha experiência com o uso diário dessa tecnologia, de fato, revela ser o maior retrocesso vivido pela humanidade.
Só não é maior do que o WhatsApp porque este ultimo bem popular no Brasil depende do dispositivo movel para operar.
Fato: nem tudo que é tecnológico é util em nossa vida
Parece normal, acho que não é. Me espanto quando estou em um show por exemplo, reparo muita gente que sequer assiste, basta levantar o celular fazendo uma vídeo ao invés de interagir.
A logica é simples, se uso menos, terei mais tempo e menos impacto na minha vida em especial na saude mental .
O mundo moderno parece se desenvolveu em tornou da ideia que não podemos ter um tempo livre para nos mesmos. Se muito escolher quais redes sociais vamos ter e quando vamos responder as mensagens.
Esse ano contei três pessoas que retornaram depois de parar de usar as mídias sociais e grupos do WhatsApp por alguns anos. O que perderam? Absolutamente nada.
Não sou contra ter um telefone, apenas ando refletindo sobre sua evolução. Não acho normal nem saudável estudar pelo telefone celular. Usar o aparelho como token de banco a ferramenta de trabalho.
Agregaram a essa tecnologia milhares de funções inúteis para carregar em somente um dispositivo. Mal comparando, assim como a industria fonográfica tirou o vinil da loja para anos depois relançar, o telefone celular virou tudo menos telefone, que no futuro sera.
Se não ter telefone não for uma opção, a grande reflexão é sobre quais tecnologias podemos viver sem para ter mais tempo livres para pensar em deus e nós mesmos.
Amem!
Ps- natal está chegando já escolhi minha fantasia! Ho! Ho! Ho!
Estou aqui refletindo sobre escolha e destino. Se considerar que o destino é o reflexo de nossas escolhas como um todo, e que temos o livre arbítrio para agir, talvez me convença um dia, da mesma forma que palavras geram ações que refletem o que somos, pensamos e agimos em um determinado momento, temos sim como fazer escolhas melhores e nos redimir dos erros, culpas e pecados.
Quanto aos erros, se considerar que fazem parte da nossa evolução, somente através deles podemos refletir e agir diferente em situações análogas a errada, o erro não seja o principal foco da redenção e sim a culpa e por consequência os pecados.
Qual seria então a relação entre esses dois? A mesma que tivemos com o tostines, vendia mais porque era fresquinho ou porque era fresquinho vendia mais.
Não consigo dissociar a culpa do pecado, justamente por considerar que a primeira é consequência da segunda. Somente depois de pecar é que sentimos culpa do que fizemos, e por isso, nos angustiamos da mesma forma que ardemos em outro plano.
O que me levou a ficar tão reflexivo em pouco tempo depois de um tempo ausente da escrita e outro ainda maior dos vídeos?
Estamos ha pouco mais de trinta dias do Natal, período mágico que me traz muita alegria. Nesse mes de dezembro vou completar pela primeira vez 365 dias de oração e reflexão bíblica diaria.
Se acredito em Deus o suficiente para agir e ao menos tentar pautar minha vida pelas lições dele, da mesma forma como na reza ao pai nosso peço perdão as minhas ofensas da mesma forma com que perdoei a quem me ofendi, colocar isso na pratica é muito difícil.
Primeiro porque é preciso perceber que o perdão não implica no retorno ao status quo ou mesmo da amizade. É portanto a percepção do que passou, passou…. Segundo é o fato que ao perdoar nos aproximamos de Deus e nem todo mundo esta preparado para viver ao lado dele. Infelizmente.
Nesse ciclo que vai se fechar em breve vou comemorar o nascimento daquele que veio para nos salvar. Portanto isso implica também na percepção que a qualquer tempo, por solicitação dele, preciso estar preparado para ate mesmo me entregar.
Com a certeza que não somos desse mundo, que existe um alem, vivo uma mistura de alegria e preocupação. Tenho por habito organizar a minha vida e do entorno para o que der e vier, se não estiver aqui, quem vai estar disponível para ajudar? Não penso em um sucessor propriamente dito apenas que essa lacuna nao persista.
Então qual seria a verdadeira culpa que tenho a ponto de expor esse raciocínio? Ainda me esforço para enfrentar, e venho agindo para mudar a realidade de algumas escolhas do passado.
Fiz as pazes com uma parte da família a qual não falava ha mais de vinte anos, ja é um progresso. Acredito que possa ser uma pessoa melhor e venho buscando um novo futuro para situações difíceis do passado, ainda que as vezes pareça que estou sozinho, esse fardo com ajuda de quem acredito nunca será demais para carregar.
Procurei dar atenção aos meus pais ao longo de todo ano. Quarenta e oito anos depois olho para traz e realizo o quanto fui (e sou) amado por eles, e pelo entorno. Por vezes me emociono ao realizar que para o filho deles nada do que estava ao alcance seria dificil ou caro. Não é facil receber essa generosidade e por vezes pequei com ingratidão.
Quando o ego falou mais alto a ingratidão veio e o reflexo disso foi uma enorme culpa por atos e palavras ditas que não refletiam a minha essência nó entanto ilustraram meus atos. É o mesmo que não ter culpa porem ser responsável pelo resultado final.
Condição essa que existe com mais frequência do que se imagina.
Junte isso ao fato que podemos não existir a qualquer momento, basta estar vivo para ser suscetível a morte a qual tempo, se tenho algum poder de escolha para moldar meu destino, escolhi amar e ser amado, escolhi viver com quem amo o destino a mim reservado por Deus.
Optei por aceitar e confiar em quem está disposto a me ajudar acima do que sinto em relação ao problema. Somente através dessa postura é que consigo talvez revelar o propósito.
Sim, esse é mais um texto biblico e reflexivo sobre minha existência, talvez ela tenha lhe tocado, faco de coração e peito aberto sem medo porque sei e estou preparado.
Obrigado Deus por me permitir viver o amor que sinto e tenho pelo meu marido. Pela paciência dele quando precisa estar ao meu lado em situações boas e ruins, sobretudo quando estou de industria contando somente o aparente para não o preocupar demais.
Pelos filhos caninos e pelos que consegui amparar na padaria e doceria social. Vou sempre ter um sentimento que poderia fazer mais, talvez seja ele o reflexo do que poderia ter feito por mim ao longo dessa vida e um dia me liberte disso, ainda assim e por hora sou imensamente grato.
Que esse mes de Dezembro seja transformador, que a certeza que dias melhores virão aqueça o coração de todos. Que todo mundo depois de Deus possa ter alguém para amar e motivo para agradecer essa vida
Sao os votos de final de ano que ja começo a fazer aqui.