Em Treino

Fazendo exercício ou abreviando a vida?

Nasci para correr, esquivar de situações ou resolver problemas?

Tem adrenalina?

Se tiver eu vou fazer o que preciso for, porque gosto de viver o perigoso ou intensivo.

Isto é para lembrar que também somos produto sistema.

O preço da vida é virar as costas e pegar o que vier, ao preço que for e seguir em frente com amor!

Não olhar para trás, não dizer não ao amor nem renegar por conta das dificuldades.

É aproveitar a linha tênue da vida ainda que sem chão.

É terminar o exercício pensando que fugi da escuridão, atingi esse objetivo, que tão feliz, tão distante e tão só.

Bem, acabou. Por hoje é só.

Poderia ser pior, sem coca cola e chocolate sigo na comida caseira, hunft.

Salada 🥗 e proteína eterna.

Novo desenho, mesmo olhar.

Não consigo entender Deus, seu propósito e o que ele reservou a minha pessoa nesse plano existencial.

A fé acabou ao longo do caminho, hoje não quero saber para onde vou nem como será, apenas continuar seguindo e vivendo.

De vez em quando olho para o lado e vejo gente que existe… eventualmente só por existir mesmo, não consigo decifrar o que são, o que fazem, o que pensam, e suas atitudes não acrescentam nada.

Outras passam junto com a brisa do norte, como no filme chocolate, bom enquanto durou.

Por fim existem aqueles que fazem toda diferença.

Somente sábado, ao assistir o Candy Bloco vi o desenho do quanto a minha vida mudou… e para melhor. Percebi como é importante viver sem medo, sem angústia, sem remédio psiquiátrico, e o quanto isso pode ser importante para outros….

E que coragem!

Foram tantas as mudanças e decisões tão complexas aos 30 que virei a pagina e fechei a porta para àqueles que julguei não estavam preparados para lidar com o que nada lhes diz respeito.

Resumindo: Dane-se o mundo!

A vida deu uma chance, segui o conselho de Ivan Lins “jogue a copia das chaves por debaixo da porta para não ter motivo de pensar numa volta” Con todo o respeito ao que foi vivido, não queria ficar.

Ser gay é o meu negócio, entendo e respeito quem não entende e pensa diferente.

Continuo a mesma pessoa, melhor e livre por me entender e agradecido por não ter optado por viver uma vida dupla ou qualquer tipo de segredo.

Vivo como todos deveriam viver, e tenho os meus pehengues alguns dos quais meus pais, amigos e irmãos não tem como ajudar, lutar sequer me proteger.

Não entendem, não sabem processar a informação, não lhes compete ou não querem entender mesmo.

Entendi isso quando escrevi:

Todo dia é dia, calça, saia ou nada, o que vale é o brilho da nossa alma.

Pois é, minha alma estava apagada, brilhou.

Essa frase do Beni, meu amigo e cantor, assimilei como a letra daquela música de Lulu Santos que afirmou “consideramos justa toda forma de amor”.

Não tinha entendido isso.

5 anos de casado e 1 de namoro, estou indo bem, tudo bem meu bem.

Amor próprio.

Por vezes penso… ja deu.

Chega!

Não consigo.

Me entrego ao fim da vida.

Vida que não acaba, espiritualmente não tem fim e segue seja lá como e com quem for.

Por faler em fim, para onde vai todo mundo quando morre?

Vamos estar juntos? céu ou inferno?

Certo dia li em uma homilia que somos os maiores empresários de nossas vidas, e como tal servimos de exemplo para outros.

No creo.

Admito, nos momentos de reflexão, vem aquele sopro “vamos em frente” seguido de força que me protege, não me deixa abalar e ajuda seguir, para o que esta ganho ou perdido.

fato: não me rendo, com ou sem defeito.

Também não consigo mudar esse sentimento, forma de pensar, agir e viver.

Não consegui entender como as coisas funcionam em plano diferente daquele da vida pensada.

Apesar disso não deixo de sonhar.

Consciência tranquila, vida perfeita?!

Qual é a pergunta?????????????????

E porque não saiu ainda, nem ela, nem a resposta.

🤯😶🤔😑🤢🧐🤨🙃🤓🙁😱😐

Quando a mediocridade vira realidade, é preciso mudar ou sair das redes sociais.

Ando de saco cheio das alterações nas mídias sociais.

No início o Instagram era um lugar agradável, postava-se fotos, aplicava-se filtros e compartilhava entre amigos.

Atualmente é um inferno.

Nem dá para acompanhar os amigos direito, a cada 2-3 fotos um anúncio ridículo, que não interessa, não é util, aliás quem mandou botar anúncio ali?

Ja não tinha antes, agora tem toda hora.

Pior, depois dos vídeos que soube são uma copia do SnapChat que nem me dei ao trabalho de entrar agora tem uma opção “TV”.

Alo criadores de rede social, tem gente que se contenta em ser tão somente telespectador, e não apresentador.

Aliás se for esse tipo de gente que impulsiona as mídias sociais, convido a todos a criar um novo meio não comercial e sim social em sua e essencia, afinal o que hoje existe é medíocre.

Likes por likes, venda de likes, venda de “influência social” são poucas das inúmeras baboseiras que ando lendo por aí.

Realmente esse meio esta se tornando o lixo das relações humanas e tem representado com primor pessoas que sequer deveriam ser consideradas como indivíduos capazes de socialmente influenciar qualquer pessoa.

Não é preciso dizer a deus para mudar…

Um tchau nem sempre é adeus.

É a ruptura do que existe e seja qual motivo for precisa parar. É o fim da relação “patrão – criado”.

Também pode ocorrer pela indisponibilidade de cumprir determinada função.

Tchau CrossFit.

Receba a saudação como um “até breve” porque hoje não estou em condições de treinar.

Não consigo, não consegui, não cheguei lá e por hora se pensar nisso não vou treinar.

Que esse até breve não gere vítima, não aumente a dor e complexidade que existe no processo de decidir e que o futuro alimente uma forma alternativa e menos complicada de treinar e coexistir.

Importante é seguir em frente… sempre!