Do cinema ao streaming: memórias e filmes que marcaram minha vida

Antes da aceleração na produção de filmes por Hollywood e pelas empresas de streaming — hoje tão comuns quanto um passo a céu aberto — eu tinha o hábito de ir ao cinema.

Alguns filmes eu escolhia só pelo trailer, antes mesmo de decidir a sessão. Outros, pelas críticas que lia no jornal impresso. E quem não se lembra das categorias dos famosos bonequinhos? Aplaudindo, rindo, sentado, dormindo ou saindo do cinema. Confesso que nunca entendi bem os critérios. Muitos filmes de que gostei estavam classificados com o boneco sentado, sem emoção; outros, dormindo; e poucos, aplaudindo.

Vários fatores me levavam ao cinema: a tela grande, o som envolvente, o cheiro de pipoca misturado às luzes apagadas — tudo criava uma imersão única, propícia para aflorar emoções. Ali, já ri, me assustei, me emocionei e até chorei.

Ir ao cinema também era uma forma de encontrar amigos. Mesmo quando não combinávamos, muitas vezes acabávamos nos encontrando na fila.

Hoje isso não acontece mais, pelo menos na minha vida. Aquele “trailer” terminou. Muita gente assiste por streaming, mas a variedade de oferta, aliada à baixa qualidade de muitas produções, acabou me desestimulando. A produção em massa de filmes e séries virou uma espécie de doença moderna: ainda que alguns ganhem prêmios, a velocidade com que são lançados muitas vezes não permite um enredo consistente.

Ainda assim, muitos filmes me marcaram ao longo da vida. Não saberia dizer quais são os 10 melhores, porque nunca organizei uma lista hierárquica. Mas, de forma desordenada, aqui vão alguns:

Xanadu A Fantástica Fábrica de Chocolate Bonequinha de Luxo Alta Sociedade Ben-Hur Mad Max Philadelphia O Senhor dos Anéis Harry Potter De Volta para o Futuro

Isso só para citar dez. Muitos outros ficaram de fora, porque o critério do Blog é escrever de uma só vez, sem filtros.

E você, qual é o seu filme favorito?

What are your top ten favorite movies?

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