Sao Valentim hoje e sempre!

De tempos em tempos percebo por sinais da vida o quanto é precioso a liberdade de agir, pensar, trabalhar, enfim, viver.

Isso se repetiu no dia de Sao Valentim.

Ainda que não sejamos todos iguais, porque em meio a tantas pessoas éramos os únicos gays?

Homem em bar com mulher dançando na pista ao lado, mesas com homens de um lado e mulheres no outro, casais jovens e idosos na pista com passinhos e… nós, quase no estilo John Travolta.

Sim, me diverti muito, não tive medo nem sofri preconceito, só chamou mesmo atenção o fato que éramos os únicos ali e talvez por isso haviam alguns olhares que entendo, afinal, destoamos daquele padrão.

Porque fomos os únicos? Porque outros casais não estiveram la? Estariam no gueto? Ou com receio? Não sei a resposta, sou grato por ter tido uma experiência tão boa, única e feliz com meu marido e eterno namorado.