Wicked, antes de julgar melhor pensar…

Todos os dias lidamos com fatos que refletem a dura realidade. Como se isso não bastasse, não fosse suficiente, temos ainda o agravamento dessa situação quando o modo Wicked entra em ação.

Esse modo entra em ação sempre que ocorre a manipulação de massa, tem alicerce na imprensa e na rede de TV.

Acontece mais ou menos assim, publica-se uma noticia tendenciosa que entra na pauta do canal de televisão em suposto debate que conta na maioria das vezes com a opinião de… um especialista!

Muito chato isso. A discussão é tendenciosa e se faz para impor determinado pensamento sobre o assunto que se esta a pautar.

Assim é que a justiça, lenta, morosa e tardia culpa e discute-se a regulação da mídia social ao invés de imputar sanção valendo-se da prova que ali existe.

Não, isso no Brasil não pode.

Melhor mandar apagar, tirar do ar do X ao Facebook, tik tok, não importa, a vida para esse mágico de oz se resume a apontar o dedo para alguém e fazer todo mundo julgar.

Assim é que a Lava Jato arregimentou milhões de seguidores, todos sedentos por justiça, foram por dias, meses e anos levados a acreditar que tudo aquilo era legitimo, verdadeiro e real.

O mágico de oz foi desmascarado na Vaza Jato quando enfim uma parcela do Brasil se deu conta que existia uma rede paralela de troca de informação que certamente influenciou ambos os julgamentos, da justiça ao povo.

Isso o Poder Judiciário não apaga.

Corre atrás de apagar a prova do suposto crime de quem fala o que pensa porque a história e a narrativa tem que ser uma só.

O Brasil não é o pais de dogma, admite somente a verdade absoluta de quem diz, afirma ou é especialista.

Tudo chato demais. Existem muitos mágicos de oz no nosso entorno, pense nisso antes de julgar.

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