No way out, but then again…

Volta e meia nos vemos em situações difíceis de resolver. Parece que não é permitido ser feliz ou simplesmente trabalhar em paz. Há sempre alguém subversivo que causa disrupcao no dia e nos processos. Isso não é bom nem é do bem, me faz mal, termino o dia sugado.

Bem, sou pago para escutar e mediar. Sempre. E o mundo atual é por demais de complexo. Parece ser mais fácil cobrar de alguém pelos seus erros do que enfrentar a realidade com a complexidade dos fatores que existem em torno das atitudes e fazer um exame de consciência do que está certo e errado.

Estava desde o segundo dia do ano nadando contra a maré. Cansado, sim, sozinho, nunca. Deus em primeiro lugar e todos ao lado exatamente como estiveram no dia que ele se afastou para olhar de longe e dizer quem eram os escolhidos:

Realmente escutei muito e nada falei, entendo que para ser irmão é preciso ser honesto e nesse particular nem tudo que se ouve deve ser passado. As vezes estamos em uma posição de escutar e nada alem disso para depois mediar a solução do conflito. Nosso ativo não é falar, é servir de instrumento para um bem maior. Ainda que no caminho sejamos pisados.

Hoje fui mediar o tal problema. Horas depois o inflexível diante das informações disse que não havia problema em reconsiderar sua decisão.

Engana-se quem pensa que uma pessoa incidida no erro muda de opinião simplesmente porque considera repensar. Naquele momento, o que verdadeiramente ocorreu foi que Deus operou outro milagre e tocou no coração duro e inflexível da pessoa cujos desejos seriam, na falta de composição, plenamente aceitos.

Aprendi nessa jornada a lutar e seguir, mesmo diante do comportamento destrutivo, justamente por confiar e acreditar. Com isso vou até onde não sou chamado para defender as partes de si mesmas.

No fim do dia consegui avançar, posso ser bom, tenho certeza que foi ele, só ele, sempre ele.

Obrigado Deus por mais esse testemunho.

De casa à praça e vice versa.

De todos os ensinamentos passados por Jesus, amai-vos uns aos outros na minha opinião é o mais importante e talvez seja um dos mais difíceis para cumprir.

Para amar o próximo é preciso antes edificar a aceitação de si mesmo, agir com simpatia, respeito, perdão, compaixão, compreensão regados por uma boa dose de altruísmo e paciência para conseguir entender, respeitar e por fim amar.

Foi nessa complexidade de raciocínio que refleti sobre o que aconteceu aqui em casa no vídeo acima. Amar o próximo é entende-lo antes de aceitar , recusar, julgar ou repreender.

Confesso ainda estou sem conseguir entender os motivos pelos quais a mesma situação se repetiu aqui em casa. Não foi por falta de gentileza de minha parte, assim reflito, dado o fato que tive o cuidado de mostrar aqui onde estão localizados.

Não funcionou e o resultado imediato dessa equação, poderia seria um pensamento perturbador, raiva, afinal cheguei tarde em casa com um trabalho desnecessário.

Como um bom filho de Deus respirei fundo, fiquei quieto e deixei todo o mal passar para depois refletir sobre quais seriam os motivos que levaram as pessoas a tomar o mesmo caminho.

E o resultado enriquecedor foi uma auto análise do quanto por vezes também estive perto de algo diferente, uma mudança e assim não fiz, incidi nos mesmos erros ou furtei de enfrentar desafios por estar aprisionado na repetição d determinadas circunstâncias.

Ja posso imaginar que ambos aqui não tiveram como não tem chance de trabalhar em locais como o daqui de casa.

A reflexão sob esse prisma é um ato de amor, é ao mesmo tempo perdoar os outros e a si próprio para no diálogo sobretudo na paz semear a mudança.

Bom domingo!!

Aqui renasce o Seu Direito.

O ano já começou e nunca é tarde para desejar coisas boas. Assim é que desejo a todos um feliz 2025, que seja esse o melhor ano de suas vidas.

Consegui ano passado realizar o sonho de estar com meu pai e família para comemorar seus oitenta anos com saúde, vigor e pensamentos jovens, ou seja, ele sempre esta muito a frente do tempo. Deus queira e me conserve para chegar a essa idade com o vigor que ele chegou.

De minha parte estou mudando a rotina e isto inclui exercício e alimentação. Com o tempo passei a refletir sobre como por vezes nos sabotamos em coisas simples, para que? estou me referindo a dieta. Sabe aquele chocolate oportuno ou pedaço de pão com queijo e presunto comido na hora errada.

Porque me pergunto. O que me leva a sabotar a meta de reduzir o peso, sobretudo o percentual de gordura, logo no começo. Fiz uma reflexão profunda sobre isso, afinal se consegui parar de beber coca cola, algo que já vinha há anos tentando parar por entender que esse refrigerante é o ponto de partida para sair da dieta e comer loucamente, o resto seria mais fácil.

No entanto não é, não foi. E o progresso de um ano vai embora em pouco tempo quando a gente não cuida de si mesmo.

Assim é que entrei em uma vibe motivacional do tipo sim eu consigo, sim eu faço e sim vou fazer, para me ater a dieta sem os exageros do passado na esperança de chegar ao final do ano melhor do que entrei.

Nós advogados temos merecidas férias, até semana passada os prazos estavam suspensos e no escritório aproveitamos esse tempo para debater os assuntos em pauta, ajustar minutas, pensar no que foi feito para ter um início de ano mais tranquilo, de modo que nem mesmo o acumulo de prazos é um problema porque já sabemos o que fazer.

O que significa o seu direito? bem foi um piloto de programa de rádio que fiz a época na Tamoio AM para atender perguntas do público em geral. Ainda que tenha tido no início da profissão o viés de judicializar tudo, quando comecei a falar no programa Reclamar Adianta na BandAM a época sob comando do Atila Nunes percebi que muitos dos problemas tinham origem na falta de atendimento. Essa percepção aumentou proporcionalmente as questões encaminhadas. Também passei a olhar as audiências do escritório e percebi muitas vezes que o problema já vinha com uma proposta de acordo entendendo a empresa que estava errada.

Então porque fez? Nas poucas porem significativas conversas tive quando consegui chegar com a demanda no topo da cadeia decisória percebi que se tivesse havido atendimento ao cliente o problema não teria acontecido. Então a motivação foi a de resolver o problema de traz para frente, ou seja, a partir da reclamação do consumidor apurava-se a solução sem a necessidade a priori de ter que gastar com advogados para resolver a ação. A ideia iluminada fazia sentido exceto ao fato que muitas bancas vivem dessa massa que só existe no Brasil dado o fato que seus clientes são incapazes para resolver os assuntos internos com rapidez e porque não competência.

Se bobear são assim até hoje. Ainda que exista o legítimo interesse amparado pelo direito de recorrer da decisão judicial, fazer isso em massa por tantos e tantos anos não me parece ser razoável ou mesmo inteligente.

Parece mesmo que o Brasil gosta desse tipo de situação para depois dizer quem resolveu a questão. Assim é que acabo levando a vida.

Graças a Deus!