Esse é o legado

Qual legado você quer deixar para a posterioridade?

Parece que foi ontem que tudo começou. Quando dito tudo, me refiro a iniciativa de escrever textos como esse para tratar de temas que passam na minha cabeça.

Comecei a fazer isso para transmitir a qualquer um que esteja disposto a usar seu tempo para ler essas linhas meus pensamentos.

Quando comecei não imaginei que teria o alcance de muitas pessoas ou até gerações futuras. A decisão foi bem simples. Senti a falta de um espaço na rede para de forma simples escrever a minha opinião.

Curioso é que hoje em dia, ter opinião parece esta fora de moda. A percepção disso logo no início levantou uma barreira muito difícil de superar.

Foi quando me dei conta que havia algo a mais ali que ia muito alem de retratar uma simples opinião, e que reflete a minha personalidade.

Isso me faz bem e certamente esta em falta no mundo atual onde tudo é melhor resolvido ou acomodado com a IA.

A inteligência aqui é analógica e a percepção dos fatos também, é preciso ler, escutar e viver uma boa dose de questões diárias para enfim refletir, escrever e postar.

Nada facil. Ainda assim resolvi complicar a equação quando sai da zona de conforto para gravar as reflexões ao volante. E como gosto de dirigir!!! Ainda que no início tenha sido dificil e tanto um quanto conflituoso, logo entendi o porque era importante fazer.

Em razão da complexidade do processo, ainda que mais imples do que guiar e fumar por exemplo, percebi naqueles poucos minutos que ao volante conseguia ignorar o telefone e falar.

Algo semelhante ao que fiz por anos quando fui a terapia. Vencida a etapa inicial de timidez, comecei com um unico proposito, qual seja, de fazer videos diretos, sem cortes, ainda que imperfeitos refletem na sua essência aquele momento.

Foi quando me dei conta da importância que tem a palavra ouvida. Quantas vezes ouvi coisas e acreditei ate mesmo no que não vi, apenas porque estava sendo dito por uma pessoa.

Desenvolvmos a audição ao longo dos anos e através dela é possivel aprimorar a percepção que se tem da pessoa.

Resultado geral disso foi muito bom, embora longe do ideal, vi nos vídeos que fiz ao longo dos anos vividas algumas características da minha personalidade. Até mesmo a acidez pela qual alguns temas são tratados esta la.

Voltando ao texto, quando me dei conta que o vídeo poderia ser complementar à ideia que gostaria de falar fiquei bem empolgado. É claro que não somos perfeitos em nossas ideias e acoes, essa característica pertence a Deus, é inalienável de sua existência.

A vantagem foi muito alem da complementação de um meio por outro. Essencialmente olho o conjunto dos dois para entender o resultado final do que faco e penso.

Com o passar dos anos percebi havia ganho uma vantagem sobre experiências passadas, que foi a melhor percepção sobre as coisas. Em termos praticos, ao falar e escrever me capacitei para entender temas e organizar ideias.

Esse é o maior legado que posso deixar, não é concordar ou discordar sobre o que escrevo e sim entender que em algum momento uma pessoa teve a coragem de dizer o que pensava, desde o conserto do carro ou liquidificador ao trabalho.

Esse é o meu legado, vai durar enquanto voce ler e ninguém tirar do ar…

A arte de transformar a tragedia em novela… (e não resolver o problema)

Depois de algum tempo acompanhando as notícias que chegam aqui sobre a tragédia do Rio Grande do Sul, comecei a pensar sobre o que não esta sendo dito. Por óbvio o resgate de um animal não é prioridade a ponto de ser veiculado em rede nacional, tampouco a chuva. No entanto, percebo que a imprensa tem reduzido o problema do Rio Grande do Sul ao nível do rio guaíba que tem provocado a enchente.

Foi quando me dei conta como a politica da propaganda, de um lado faz com que tenhamos uma imagem melhor da cidade e município, enquanto por outro negligencia necessidades básicas para nossa existência.

Fato: é mais fácil culpar a chuva e o nível do rio do que refletir sobre os motivos que nos levaram a essa dura realidade. A imprensa sensacionalista e nociva ao cidadão se alimenta da expectativa que cria em razão da angustia passada ao leitor sobre a possibilidade de chuva e aumento do nível do rio.

Estamos todos assistindo, ha dias, semanas, meses, uma catástrofe, pior do que guerra e ato terrorista em solo brasileiro, que se resume a isso. Uma espécie de jogos vorazes através da qual o governo, mal cria, mal educa, mal da estrutura, possibilidade e oportunidade ao cidadão, e agora ao invés de pagar a conta tornou todos telespectadores do problema climatico.

Nesse contexto, revela-se fácil, conveniente e prático culpar a chuva pelo alagamento, enquanto sabemos que a falta de infraestrutura e de ação pelos governos, ao longo dos anos, aliado a política da propaganda se tornaram o salvo conduto dos agentes públicos.

Olho para o Rio e me pergunto como podemos achar normal haver tanto show em Copacabana sem qualquer tipo de serviço relevante na manutenção e conservação de espaços urbanos. Coisas simples, como a ordem urbana aqui foi deixada de lado. Seria porque cobrar ordem tornam os agentes públicos impopulares?

Imagina se alguns bares perdessem um trecho da calçada para ter espaço de circulação melhor, ou os motoristas que param em fila dupla, por exemplo, ou mesmo aqueles que estacionam no meio da rua, ligam o alerta e fazem fila, fossem multados?

O resultado dessa inversão de valor tem causado mais prejuízo e dano a vida cotidiana das pessoas do que alegria. Porque ao sinalizar que vou trocar de faixa as motos que trafegam kilometros de distancia nos corredores aceleram e buzinam como se tivessem prioridade até mesmo as leis de transito?

Realmente morar e viver no Brasil é acostumar-se com tudo isso e não esta legal.

Acho que essa situação só vai mudar quando o povo realmente voltar a urna. Porque nem saindo na rua resolveu. Há uma completa inversão de valores quando se analisam aqueles que desejam o melhor para o povo na tentativa de rotular ao que melhor convém para explicar, ou seja, dependendo do ponto de vista da crítica você acaba rotulado a um ou outro grupo político.

Esse modo de operação só acontece porque os partidos estão loteados como clubinho. Poucos são os que votam naqueles que podem ser a oportunidade para contribuir na elaboração de melhores politicas públicas para todos. Melhor votar em quem é amigo do amigo, ou em quem se conhece para no menor problema ter a quem pedir, do que enfrentar o sistema aumentando as chances de quem quer entrar por espírito público e seguir a vida de forma independente.

Uma coisa é certa e ja vimos isso no passado em muitos partidos, quando se tem alguém que puxa voto e atrai não só os candidatos de seu grupo como outros puxados pela legenda, nem sempre eles se entendem, isso é bom para a democracia.

A democracia não existe e não funciona como meio de promover consenso entre as ideias, ela existe para aqueles que são comunitariamente organizados tenham influencia politica na sociedade através da elaboração de leis. E se não temos nas casas legislativas pessoas com disposição para enfrentar as questões que nos afetam todos os dias, porque historicamente temos problema, nossa realidade nunca vai mudar.

Com isso matérias como a fuga de presos por muro baixo ou de arame farpado vão aumentar, e não é porque era véspera de feriado, não. É porque sabemos que a noite o serviço público já deficiente é pior ainda.

No setor privado, lidamos várias vezes com clientes que pedem mais por menos. Exigem além do trabalho, processo e relatório enquanto no serviço público canso de ver gente se sentindo pressionada pelo estabelecimento de metas. Ainda que isso nem sempre seja saudável e de tempos em tempos nos exige estabelecer limites, é assim que basicamente o mercado se desenvolve e ganhamos mais ou menos dinheiro, enquanto isso o funcionário público tem a certeza que vai receber todo mês, com correção em alguns anos.

Reparem bem, da mesma forma que o fenômeno climático é responsável pelos problemas atuais no mundo, a falta de dinheiro para pagamento de salário pelo estado é consequência do endividamento do estado que ocorre através da implementação de politica pública ruim. Só que o governo se atrasa, quando atrasa, a manchete é sobre a falta de dinheiro e não do quanto se torrou, o quanto se perdeu, o quanto se superfaturou.

Desejo que os políticos, quando forem a imprensa, digam ao povo a verdade. É preciso começar de alguma forma a expor os traumas, feridas para se traçar um objetivo para sair do problema. Isso não deveria ser vinculado somente ao superavit ou a variação de moeda estrangeira.

Se as vidas perdidas são importantes, que sejam para nos ajudar a trazer dias melhores e não explorar a dor de quem fica e de quem perde como forma de ter engajamento em torno do que não é importante.

São esses os meus pensamentos.

Que tragedia!

Não é de hoje que algumas pessoas encaram situações trágicas utilizando a comedia. A exacerbação desse estilo de gestão me deixa indignado.

O andar da carruagem nos mostra como somos, por ironia do destino e as custas de quem sofre, expostos a contradições e situações humanas absurdas, sem qualquer reflexão.

Enquanto os meios de comunicação fazem de tudo para manter nosso foco nos desdobramentos da situação do Rio Grande do Sul, valendo de tudo, explorando até mesmo o resgate de cavalos, animais e por ai vai no centro das atenções, verdadeiros absurdos passam.

O primeiro é que o governo federal tem sido incapaz de ajudar as pessoas. Curioso como a câmara e senado trabalham rapidamente para aliviar algo em torno de 12 bilhões de pagamento por um emprestimo tão rapido, e demoram anos para votar assuntos que realmente interessam.

Exceto pelo retorno do DPVAT e do aumento da alíquota do imposto de importação.

Esses assuntos entraram em pauta em meio ao cinismo de alguns que declaram ver por traz de toda mulher uma maquina de lavar roupa. Ja escutei esse discurso antes quando alguém disse por traz de uma criança existe a imagem de um cachorro.

Infelizmente essa situação cômica ilustra a tragicômica que vivemos hoje. Nossa vida em razão da politicagem e dos meios de comunicação não melhorou em nada. Piorou.

A sociedade que outrora julgou um presidente a partir de suas declarações entoadas na imprensa brasileira segundo a qual dizia ter o mesmo cometido um pecado por mandar o povo ir trabalhar para não morrer de fome hoje é silente.

Por outra ironia do destino o Governo do Rio Grande do Sul vai ficar três anos sem pagar sua divida a união federal enquanto o povo recebeu seis meses de isenção do pagamento do empréstimo da casa própria na Caixa Econômica Federal.

Essa situação absurda, de quem diz, nosso grupo aqui negocia um prazo e você cidadão se vira para arrumar sua vida e voltar a pagar suas dividas em seis meses é essencialmente incompatível com a ideia de governo inclusivo.

Assim como o marketing em torno da reforma tributaria que novamente vai priorizar a taxação de muitos em detrimento de outros.

Porque? Porque vinte e hum anos depois da criação do programa do governo Bolsa Familia ainda existem milhões de pessoas penduradas nisso?

Simples, o governo não proveu condições de vida à proporcionar ao cidadão realizar a travessia para melhor condições de vida.

Parece que no Rio de Janeiro essa percepção foi bem assimilada pelo prefeito. Inaugura pracinhas se bobear com mais frequência do que a entrega de medalhas pela câmara dos vereadores.

Sabe aquele dinheiro inútil gasto na era pre olímpica? Então fiz um parque. Ninguém se aproveitou do mausoléu que aquilo deixou exceto o rock in rio. Poderia ter dado atenção aos remédios cujo estoque de alguns anda baixo e não é de hoje na clinica e hospitais públicos, so que não.

Seguinte vamos fazer o povo sorrir. Traz o mega show, patrocina outro de pagode, faz festa porque isso parece ser a única coisa que importa.

Enquanto isso o povo aqui some da urna porque não tem ninguém melhor para votar.

Voltando ao Rio Grande do Sul, sequer houve a formação de consórcio de imprensa para notificar se as doações estavam chegando ao destino, se os depositos estavam de fato doando os mantimentos a pessoas ou se haveriam desvios como alias ocorreu no evento tragico da região serrana. Muita publicidade em torno da arrecadação e zero de fiscalização, seja no gasto, seja na entrega.

Infelizmente o governo saiu na frente, discutiram entre eles, o clubinho decidiu quais renuncias fariam e quais impostos voltariam, tudo em meio ao caos.

Tenho algumas certezas quanto ao fim disso. O governo quando gasta, gasta mal. Paga-se muito mais em algo publico do que no particular. O governo não hesita fazer dividas para aprovar seu orçamento, seja secreto ou não, e também para aumentar a carga tributária pela criação de novo imposto.

Se tem alguém acostumado a fazer mais com menos é o empresário e o povo, que em última analise compartilha o pao ao preco de padaria sem inflacionar. A corda sempre rompe do lado de ca, ainda que ca entre nos, se o povo não tivesse saido em resgate aqueles da tragedia, se dependesse do governo para se mobilizar e fazer tudo sozinho teríamos mais mortos do que na pandemia.

Facil entender porque aqueles que não fazem o L votam em oposição.

Oremos por dias melhores.

Desses que estão ai, sei nao…

Todo dia é dia das mães !

Ainda que a cultura moderna e os hábitos pagãos tenham o dia das mães como data comemorativa em homenagem a figura familiar materna, esse dia não se resume a presentes e flores, ou mesmo no almoço de domingo.

O dia de hoje representa o que no passado foi a luta das mães dos feridos de guerra, luta para melhor educação de seus filhos e por ai vai.

E não por coincidência o dia das mães ocorre logo apos a celebração da Páscoa. Cristo ressuscitou e louvamos sua mãe que ao saber da notícia, saiu apressadamente.

Fato é que muita gente somente se da conta do amor e da importância da mãe apos a sua morte.

No mundo de hoje somos diariamente tentados a fugir da relação materna e até mesmo nos iludir com pessoas, conquistas e bens materiais esquecendo-se até mesmo de Jesus.

Tudo é tão intenso que nos faz tambem esquecer que não somos desse mundo. Esse plano aqui é a passagem para, se merecedor for, a vida eterna ao lado do Pai.

Eu mesmo no passado ja me sabotei inúmeras vezes nas datas festivas e feriados por não corresponder a ideia moderna do que deveria ser o dia das mães.

Somente depois de muitos percalços é que fui entender que o dia das mães é todo dia, hoje e sempre.

Estamos aqui e somos filhos de quem somos por um motivo, fomos idealizados assim, e a fé, alem de prover a salvação, é a única forma que temos para buscar ser melhores.

Nos desafios que enfrentei nunca segui a cultura da maioria, sempre tentei seguir meus caminhos, ainda que não fosse o melhor para outros, é aquele que me permite dormir todos os dias.

Sim, por alguns anos me afastei do convivio diário de minha mãe, dado o fato que inesperadamente dei um rumo a minha vida que também mudou a vida dela e de toda família.

Então porque nesse dia, das mães escrevo tanto sobre Deus? É uma forma de lembrar e agradecer pelos desafios superados. Muitas famílias se resumem tanto a imagem do porta retrato, seja para ilustrar a vida pessoal ou passar a imagem de fé.

Por aqui isso não acontece… seguirei firme e forte no proposito. E não nos esqueçamos, mae é mae hoje e sempre.

Porque votar?

Você vota nas eleições?

Desde muito cedo entendi que para mudar, é preciso votar. Pensando nisso fui buscar o título de eleitor aos 16 anos para dar a contribuição que posso a coletividade.

Lamentavelmente criou-se um estigma em quem vota, pela oposição de 20 anos atrás. Naquela época diziam que se não votassem a eleição poderia ser anulada e por ai vai.

Hoje percebo a cada eleição que existe uma quantidade considerável de votos em branco, nulo e de abstenção.

Ou seja, conseguiram realizar o seu proposito.

Se todos votassem, a disputa não seria tranquila, no entanto haveria certeza de engajamento do povo num projeto que esperamos seja melhor para o Brasil.

E foi assim que nos anos 2000 eu me calei e ainda que contraria a minha vontade achei e esperei o melhor por aqueles eleitos.

Fato: para mudar tem que votar!

Estranho perceber de um tempo para ca que a realidade piorou a despeito da acessibilidade aos bens de consumo. Interessante notar nesse particular que ate mesmo esses bens estão com qualidade inferior.

Na pratica tudo o que voce compra hoje, sente que a qualidade é inferior ao anterior. Esse sentimento a despeito do marketing foi despertado em voce quando todo um projeto de poder e politica publica se instalou valorizando o que voce esta sentindo mais do que a percepção da importância do que voce esta fazendo.

Assim é que muitos brasileiros deixaram de votar, de sonhar, de participar da única obrigação constitucional imposta a todo e qualquer cidadão. Em ultima analise, assim é que nossa vida fica pior.

O ato de votar foi vinculado a disputa, quando na realidade é a única oportunidade que todos tem para escolher seus representantes, como prefeio, vereadores, deputados, senadores e presidente.

É a única forma de participação democrática que atualmente esta restrita e equiparada ao monopólio bancário. Porque muitos não votam os piores se sobressaem com menos votos e o foco ao invés de ser no que é melhor para o pais se restringe a disputa política.

Em outras palavras, a mesma frente que hoje se diz democrática, supostamente responsáveis pela construção do que deveria ser uma sociedade mais justa, eliminou o voto de opinião dos poucos eleitores que votam.

Portanto se o neu voto de opinião é oposição sou rotulado de X ou Y, em justificativa ou acusação do que sou. Se o voto corresponde a opinião e contribuição do cidadão para a melhora do pais, nada disso importa.

Exceto para aqueles que na realidade pretendem se perpetuar no poder através do cerceamento do exercício da cidadania que perfaz o processo democrático no Brasil.

O resultado pratico desse desastre é o RJTV pedindo ajuda aos cariocas na internação de uma pessoa no hospital por bala perdida a despeito da situação do sul, sem mesmo se perguntar como é que nos dias de hoje existem balas perdidas e quantos mais vão morrer em virtude da violência que ai esta?

Se todo mundo votar, aqueles que pretendem mudar para melhor a vida de todos serão dignos de ter uma chance.

Afinal para se eleger é preciso muito pouco, e quanto mais se vota aqueles que se elegem com poucos votos ou curriolas são diluídos no voto dos demais.

Certeza que tenho é que o governo se utiliza dos influenciadores e da mídia como ouvidoria para manter esse projeto de meia dúzia de medíocres e que ditam os rumos da sociedade.

Para estes, nada interessa, a oposição só existe para justificar o rótulo de alguém como de outro time ou propagador de fake news.

Vou te dizer não tem nada democrático nesse raciocínio não, pelo contrário, é a materialização do autoritarismo sobre o auto governo das pessoas.

É como seguimos hoje, sem agua ha 10 dias em um bairro do Rio contudo tivemos a migalha do show gratuito e milionário da Madonna. Estamos restritos a 3 ou 4 bancos enquanto o mundo se aperfeiçoou com milhares de instituições financeiras competitivas entre si.

Assim é que deixamos de viver e sonhar.

Vamos votar!!!! Dias melhores virão.