Advocacia

Minha advocacia existe para resolver o que já é difícil — não para complicar o que já deveria ser simples.

Não atuo para validar decisões equivocadas, aprovar desejos disfarçados de estratégia ou criar contratos que apenas enfeitam uma gaveta. Meu trabalho começa onde a retórica acaba: na consequência.

Há mais de vinte anos, transito entre estruturas societárias, governança, litígios complexos e decisões que exigem responsabilidade real. Isso inclui operações no Brasil e no exterior, reorganização de veículos jurídicos, mudanças de controle e situações em que reputação, risco e tempo são fatores tão relevantes quanto a letra da lei.

Ao longo da carreira, compreendi algo que muitos percebem tarde demais: advogar não é falar mais alto — é enxergar o que ninguém diz, organizar o que ninguém entende e impedir que escolhas mal feitas se tornem irreversíveis.

É por isso que minha atuação não se limita à técnica. Ela toca o caráter, o momento e a consequência.

O que eu faço

Estruturo soluções jurídicas em contextos complexos

Reorganizo sociedades, holdings e veículos internacionais

Atuo em governança, conflitos societários e tomada de decisão estratégica. Identifico riscos antes que se transformem em danos.

Traduzo realidades jurídicas para pessoas que precisam decidir, não decorar termos.

Não trabalho para agradar. Trabalho para entregar o que precisa ser entregue — e isso inclui dizer “não” quando o “sim” levaria ao desastre.

Como eu faço

Com escuta, precisão e coragem.

Leio silêncios, verifico intenções, considero cenários, mapeio danos e protejo decisões.

A maioria dos problemas jurídicos nasce de duas coisas: pressa e vaidade. Nenhuma delas faz parte do meu método.

Minha advocacia se sustenta em três pilares:

Integridade — porque sem ela o Direito vira teatro

Responsabilidade — porque cada decisão produz futuro

Consistência — porque nenhuma estratégia se sustenta sem verdade

Ela não existe para confirmar expectativas — existe para impedir erros.

Ela não se orienta por aplausos — se ancora em fatos.

Ela não busca ser simpática — busca ser certa.

Dizer “não” salva mais vidas jurídicas do que qualquer parecer extenso.

O silêncio, quando necessário, preserva mais do que discursos inflamados.

E a integridade nunca foi adereço: é ferramenta de trabalho.

Se procura alguém disposto a repetir o que deseja ouvir, não sou a pessoa adequada.

Se procura alguém que diga o que precisa ser dito — no tempo certo, com a leitura correta e sem terceirizar a consciência — então começamos do mesmo lugar.

Minha advocacia existe porque recuso a ideia de que a lei seja cenário.

Ela é consequência, proteção e escolha.

E eu não terceirizo nenhuma das três.

Deixe um comentário